29 de mai de 2009

Lynyrd Skynyrd rules forever

28 de mai de 2009

Super Tucano de número 100, fabricado pela Embraer, é entregue a Força Aérea Brasileira


A Embraer entregou ontem, dia 26 de maio, na sede da Empresa em São José dos Campos, Estado de São Paulo, a 100ª aeronave Super Tucano. A Força Aérea Brasileira (FAB), que estabeleceu os requisitos técnicooperacionais para este avançado turboélice, por ela designada como A-29, encomendou a produção de 99 unidades e recebe a aeronave comemorativa do evento.

“Temos orgulho de entregar esta 100ª aeronave exatamente para a FAB, o primeiro operador do Super Tucano”, disse Orlando José Ferreira Neto, Vice-Presidente Executivo da Embraer para o Mercado de Defesa. “A capacidade da FAB de definir requisitos desafiadores que refletem as condições reais de operação foi fundamental para desenvolvermos um avião de sucesso. Como resultados, o Super Tucano oferece solução de treinamento tático mais eficiente e com a melhor adequação operacional do mercado, incorporando tecnologias de última geração.”

De um total de 169 unidades comercializadas até o momento, a Embraer tem encomendas das Forças Aéreas do Chile, Equatoriana e Dominicana. Nas Forças Aéreas do Brasil e Colombiana, o Super Tucano opera atualmente com sucesso na vigilância do espaço aéreo e em missões operacionais.

O Super Tucano, nas versões monoposto e biposto, entrou em operação na FAB em dezembro de 2003 para ser empregado tanto no treinamento de pilotos como para executar missões operacionais. Tal flexibilidade torna o Super Tucano a única aeronave em produção no mundo capaz de cumprir missões de treinamento avançado de pilotos, vigilância e contra-insurgência, inclusive à noite, com o auxílio de óculos de visão noturna e sensores eletro-ópticos e infravermelhos, em pistas não preparadas e com uma grande variedade de configurações de cargas externas qualificadas.

ABSA Cargo Airline inicia operações no Aeroporto Internacional de Cabo Frio


O Aeroporto Internacional de Cabo Frio (CFB), no Rio de Janeiro, já está recebendo voos da ABSA Cargo Airline, empresa de carga aérea de bandeira brasileira. A companhia, que até então só operava no estado por meio do Aeroporto do Galeão, passou a oferecer, desde a primeira quinzena de maio, um vôo semanal, às segundas-feiras, na rota Miami (EUA) - Cabo Frio (BRA), operado por um Boeing 767-300F, com capacidade para transportar até 57 toneladas de carga. A iniciativa da ABSA tem como objetivo proporcionar mais uma opção de qualidade às indústrias de petróleo e gás instaladas na Bacia de Campos, sobretudo Macaé.

Com o início das operações no Aeroporto de Cabo Frio, a ABSA Cargo coloca à disposição dos usuários deste modal, naquele importante pólo, uma aeronave de desempenho superior, genuinamente cargueira e de alta performance. Além disso, a adoção deste voo semanal eliminará a necessidade do transporte rodoviário entre os municípios de Macaé e Rio de Janeiro (Galeão), reduzindo, assim, o tempo e o custo para as empresas que atuam na região. “Este vôo foi criado para gerar a conectividade entre as indústrias de Oil & Gas dos Estados Unidos e do Brasil, sempre com o objetivo de atender as necessidades de nossos clientes, oferecendo o melhor serviço”, afirma o diretor executivo da companhia, Pablo Navarrete.

Único aeroporto público com gestão privada no Brasil, desde 2001, habilitado para movimentar cargas e passageiros internacionais, o Aeroporto Internacional de Cabo Frio está localizado a 140 km da capital fluminense e a 70 km de Macaé, chamada de ‘a cidade do petróleo’. Capacitado para receber contêineres de tipos e dimensões variadas, dispõe de escritórios da Receita e Polícia Federal, Ministério da Agricultura e Anvisa instalados no próprio aeroporto, facilitando o atendimento aos importadores.

A empresa - A ABSA Cargo Airline está sediada no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP) e mantêm filiais nos principais aeroportos do país. Em atividade desde 1995, a ABSA começou a operar vôos regulares cargueiros em 2001e conta atualmente com uma equipe de cerca de 300 funcionários. A frota própria da ABSA Cargo Airline conta com dois cargueiros Boeing 767-300F, com capacidade para transportar até 57 toneladas por viagem, incluindo itens como produtos perecíveis, animais vivos e artigos controlados.

Em cooperação com outras empresas respeitadas no mundo da aviação, a ABSA Cargo Airline integra uma Aliança Estratégica de carga aérea com a LAN Cargo, Mas Air e Lufthansa Cargo, que lhe garante ofertar uma das mais amplas malhas do mercado, com cobertura de diferentes destinos em toda a América Latina, México, Estados Unidos, Europa, Ásia e Oceania.

27 de mai de 2009

Vítima de turbulência em voo passará por cirurgia em SP

Uma das 21 pessoas que sofreram ferimentos em decorrência da turbulência enfrentada pela aeronave da TAM na noite de ontem, quando chegava em Guarulhos, na Grande São Paulo, passará por cirurgia no Hospital Israelita Albert Einstein, na capital paulista. Segundo nota do hospital, Francisco Celestino Garcia Junior, de 59 anos, será submetido a uma cirurgia para correção da fratura do fêmur e fará tratamento conservador (sem cirurgia) para correção da fratura do ombro. Ainda não há previsão de alta

O incidente aconteceu por volta das 19h30 com o voo TAM JJ 8095 (Miami - São Paulo), quando se aproximava do Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, onde pousou normalmente minutos depois.

Dezesseis passageiros e cinco comissários foram atendidos pelo corpo médico do aeroporto. Treze foram liberados imediatamente e oito, encaminhados para hospitais. Desses, cinco já receberam alta e três continuarão internados, com diagnóstico de fraturas, no Hospital Geral de Guarulhos, no Oswaldo Cruz e no Albert Einstein

A importância de manter-se com o cinto de segurança



Turbulência súbita durante o voo pode causar ferimentos nos passageiros. Se os passageiros tiverem o cinto apertado durante todo o voo, tal pode ser evitado na maioria dos casos. Por esta razão, a partir de agora a recomendação é que os passageiros mantenham os seus cintos de segurança apertados.
Tendo em vista a segurança dos seus passageiros, deve ser obrigatório o uso contínuo dos cintos de segurança sempre que o passageiro estiver sentado. Os passageiros podem levantar-se, por exemplo, para esticar as pernas, ir ao banheiro, etc., desde que o sinal de "Apertar cintos de segurança" não esteja aceso.
O avião em si está concebido para resistir a tensões anormais como resultado da turbulência, sem sofrer danos praticamente nenhum.

A. A turbulência que afeta uma aeronave depende de uma série de variáveis que temos que levar em consideração quando fazemos um prognóstico.


(1) A turbulência é diretamente proporcional a velocidade do avião. Quanto mais rápido mais turbulência se espera.

(2) A turbulência é inversamente proporcional ao peso do avião. Quanto mais pesado, menos turbulência se espera.

(3) A turbulência também é diretamente proporcional a área da asa do avião.


B. Tipos de Turbulência:


(1) Termal: Associada ao aquecimento da superfície. Tipicamente de classificação leve. Locais áridos e quentes podem ter turbulência moderada devido a correntes irregulares.

(2) Mecânica: Resulta da cortante de vento, a qual se deve a diferença no gradiente de pressão, variações no terreno, e em zonas frontais. A cortante do vento pode ser horizontal ou vertical.


C. Orígens da Turbulência


(1) Áreas de advecção térmica, incluindo advecção de ar frio e de ar quente

(2) Rápida ciclogénesis na superfície

(3) Áreas de consideràvel cortante vertical, a qual pode afetar durante o pouso e a decolagem.

(4) Cavados e cristas inclinadas

(5) Jato Confluente

(6) Áreas de considerável cortante horizontal em termos de direção e velocidade

(7) Curvatura anticiclónica pronunciada

(8) Baixa desprendida

(9) Fluido difluente em altura

(10) Próximo as montanhas


D. Categorias de Turbulência


(1) Leve:

(a) Áreas montanhosas, mesmo quando os ventos forem leves.

(b) Próximo de nuvens cumuliformes

(c) Próximo da tropopausa

(d) Em níveis baixos onde o terreno for áspero/rugoso e o vento maior que 15 kt.


(2) Moderada:


(a) Em ondas de montanha a 500 km à sotavento quando o vento é perpendicular a cordilheira e é maior que 50 kt.

(b) Em ondas de montanha a 250 km à sotavento quando o vento é perpendicular a cordilheira e varia entre 25-50 kt.

(c) Em CBs

(d) A 200 km do Jato no lado frio.

(e) En níveis baixos em terreno áspero/rugoso quando o vento excede 25 kt.

(f) Áreas de ciclogênesis


(3) Severa:


(a) Em ondas de montanha a 250 km à sotavento quando o vento é perpendicular a cordilheira e excede os 50 kt.

(b) Em ondas de montanha a 100 Km à sotavento quando o vento é perpendicular a cordilheira e varia entre 25-50 kt.

(c) Próximo de CBs maduros.

(d) Perto do Jato, entre 100-200 km no lado frio.


E. Valores Críticos da Cortante do Vento


(1) Cortante Horizontal:

Moderada 25-49kt/150 km
Severa 50-89kt/150 km
Extrema > 90kt/150 km
(2) Cortante Vertical:

Leve 3-5kt/300m
Moderada 6-9kt/300m
Severa 10-15kt/300m
Extrema > 15kt/300m

"O perigo pode estar nas alturas"

A partir dos anos 50, com o início das operações de jato em níveis de vôo nas altas altitudes, o encontro com uma CAT é reconhecido como problema operacional, pois com freqüência tal ocorrência dá-se inesperadamente e sem pistas visuais para advertir os pilotos do perigo iminente.

Em 1996, um comitê internacional para estudo de turbulência de ar claro definiu como toda a turbulência na área da atmosfera de interesse das operações aeroespaciais que estão fora ou adjacentes à atividade convectiva visível, incluindo a turbulência não observada em nuvens dentro ou adjacente à atividade convectiva visível. Com o passar do tempo, definições menos formais de CAT evoluíram e o Airman Information Manual (AIM) amplia a definição de CAT básica como turbulência encontrada em ar claro onde nenhuma nuvem está presente.

No entanto, a definição mais abrangente de CAT é apresentada como a turbulência encontrada fora de nuvens convectivas e em alguns casos em ar claro na redondeza de temporais. Os relatórios do FAA apontam quase 60 acidentes com passageiros e tripulantes a cada ano devido a encontro com CAT e desde 1990 houve um total de 15 mortes atribuídas a encontros de turbulência em céu claro.

Já os relatórios de segurança de vôo nacionais registrados pelo CENIPA (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) indicam que os acidentes aéreos provocados por encontro com CAT resultaram em ferimentos na cabeça, quebra de omoplata ou clavícula, braços, cortes e contusões variados, quebra de equipamentos e danos estruturais nas aeronaves, etc..

OCORRÊNCIAS DE ENCONTROS COM CAT

Entre as ocorrências com CAT encontra-se a que acometeu um Boeing 747 da United Airlines em vôo de Narita a Honolulu e sofreu um CAT em cima do oceano Pacífico, motivando a divulgação desta grande manchete, pois neste acidente, uma passageira morreu e 104 outros paxs foram feridos. As notícias dão como causa um violento golpe de turbulência, tendo sido informado que após a leitura do DFDR da aeronave pelo NTSB, foi constatado que o avião teve um encontro com CAT.

A leitura do DFDR indica que a aeronave perdeu aproximadamente apenas 100 pés de altitude no tempo de 1 segundo e que a força G para cima, para baixo e para os lados não provocou danos ou ameaça à integridade estrutural de avião. A grande repercussão deste incidente, ocorrido no FL310 (nível de vôo 310 – 31 mil pés), deve-se ao tipo da ocorrência, pois a aeronave subiu ligeiramente, foi atingida por um windshear, desceu para 30.900 pés a uma razão de 6000 pés por minuto, porém, o piloto-automático manteve-se acoplado. Segundo o depoimento dos passageiros “ o avião caiu por queda livre em baixo de nós ” e também “ o avião balançou, sacudiu e depois mergulhou ”.

Outra ocorrência envolveu um B-767 da Transbrasil em vôo de Orlando para São Paulo que pousou em Manaus com emergência declarada após sofrer um encontro com CAT em pleno Mar do Caribe e perder aproximadamente 9.000 pés do nível de vôo (leitura do Flight Recorder), resultando em ferimentos a um Comissário (quebrou a clavícula), a um passageiro (ferimento na cabeça e ombro esquerdo), em sustos e compreensível mal-estar de outros passageiros. No começo de 2005, um passageiro foi seriamente ferido quando um Boeing 757 encontrou turbulência durante um vôo de Atlanta para Orlando transportando 190 passageiros e 7 tripulantes. Durante a turbulência, uma cafeteira caiu sobre o colo de um passageiro resultando em queimaduras de 2º grau, e o comandante precisou desviar o vôo para levá-lo ao hospital mais próximo, atrasando a chegada em Orlando.

Embora seja bem improvável que os passageiros a bordo de um Cherokee ou Cessna 172 sofram ferimentos por queda de cafeteira em seus colos ou serem lançados ao teto enquanto voam, todos os Pilotos precisam entender os vários tipos da natureza da turbulência CAT e os padrões meteorológicos associados a esse fenômeno. Estes acidentes/incidentes deram ensejo às autoridades aeronáuticas para lembrarem aos passageiros de manterem os cintos de segurança afivelados, mesmo se o Cmte. desligar o aviso de afivelar cintos.

ORIGEM DE UMA CAT

Os estudos mais importantes da meteorologia internacional apontam que uma das áreas principais que dão origem à turbulência de céu claro (CAT) é a vizinhança de uma jet stream, conforme o padrão de onda atmosférica nas grandes altitudes, com velocidades de 50 nós ou maior.

Ainda, os estudos da meteorologia brasileira consideram a existência de uma jet stream subtropical brasileira, muito ativa durante os meses de inverno e com sua área central geralmente ao redor de 30.000 pés sendo apresentada melhor no mapa de 300 milibares de pressão constante.com o centro entre 35000 e 45000 pés.

FORMAÇÃO DE CAT NO BRASIL

A jet stream subtropical. no Brasil geralmente tem sua área de formação estendendo-se nos níveis de vôo mais altos da Argentina, Uruguai, R.G. do Sul, Santa Catarina, eventualmente o sul do Paraná, embora áreas de baixa pressão em outros pontos do país também apresentem as condições para a formação de CAT em áreas de forte transferência de calor horizontal de temperatura (advecção).

Outra área notabilizada por formar CAT é a confluência de 2 correntes de jet stream. Em algumas ocasiões, uma jet stream de frente polar proveniente da Argentina descerá e passará por baixo da jet stream subtropical brasileira continental e a confluência dessas duas jet streams freqüentemente resulta em forte turbulência.

DIMENSÕES, PREVISIBILIDADE E VELOCIDADES

A área turbulenta associada com jet stream comumente tem cerca de 100 a 300 milhas prolongando-se na direção do vento com 50 a 100 milhas de largura e 5.000 pés de altura. Mas, a ocorrência de uma CAT é difícil de se prever uma vez que a CAT é um fenômeno pontual em relação à sua dimensão e sua duração, pois estes valores podem persistir de 30 minutos até um dia inteiro, dificultando a previsão da CAT. Uma tesoura de vento (windshear) ocorre em todas as direções, mas por convenção é medida nos eixos horizontal e vertical, considerando-se a velocidade de uma CAT de intensidade moderada quando o vento tem variação de velocidade de ± 40 kts (nós) na direção horizontal e/ou ± 5 kts (nós) na direção vertical.

REGRAS GERAIS SOBRE CAT

Algumas regras gerais sobre CAT foram desenvolvidas pela ICAO desde 1969 e tem sido expandidas e melhoradas por outros órgãos aeronáuticos mundiais como o Depto de defesa americano, o NTSB, FAA, JAA, CENIPA, etc., que ajudam a identificar áreas de formação de CAT como, por exemplo, estar diretamente proporcional à velocidade do vento e a tesoura de vento provocada pela velocidade desse vento. Entre outras, tem-se a indicação de que não é a velocidade do vento que diretamente provoca a CAT, mas a diferença da velocidade do vento entre um ponto ao outro provocando a reviravolta da massa de ar incluindo-se, também, que as jet streams curvilíneas são mais prováveis de terem bordas turbulentas do que jet stream retilínea, especialmente jet stream com curva ao redor de uma depressão estreita de baixa pressão..

Uma CAT pode ser encontrada na windshear vertical, tendo sua intensidade definida em 01 nós/1000 pés. Se for maior do que 5 nós/1000 pés, é provável que existam condições para formação de turbulência. As jet stream mais fortes do que 110 kts na área central têm potencial para gerar significância turbulência próxima da tropopausa acima do centro, na frente da jet stream e no lado da baixa pressão do centro. Em áreas montanhosas, uma windshear e a correspondente CAT são mais intensas acima e para sotavento das montanhas. Portanto, quando a rota do vôo atravessar uma jet stream de onda montanhosa, é desejável voar com velocidade de penetração em turbulência e evitar o vôo em cima de áreas onde o relevo do terreno acaba abruptamente, mesmo não havendo nenhuma nuvem lenticular para identificar a condição.

BOLETINS METEOROLÓGICOS DA CAT

Os boletins meteorológicos primários para distribuição de informação de turbulências atmosféricas, tanto convectiva como a CAT são, entre outros, os SIGMETS convectivos e os AIRMETS. Os SIGMETS convectivos são emitidos em tempos programados (H+55), para CAT, tempestades, formação de gelo, erupção e cinzas vulcânicas e outros fenômenos correlatos, apresentando o código NONE quando não houver a presença destas condições acima. O SIGMET é irradiado nas freqüências do controle de tráfico aéreo e também nas freqüências do HIWAS (Hazardous Inflight Weather Advisory Service), contendo informações sobre a intensidade, extensão e localização de um fenômeno meteorológico específico de grande interesse para Pilotos e operadores em geral. Já os AIRMETS são emitidos para alerta de fenômenos meteorológicos significantes, mas de menor intensidade do que aqueles que geram um SIGMET, disponível para Pilotos através do serviço de meteorologia em rota.

OS PERIGOS DE UM ENCONTRO COM CAT

Desde as primeiras aulas de vôo, os Pilotos recebem as instruções referentes aos perigos advindos do encontro com diversos tipos de turbulência, inclusive a turbulência em céu claro e todas as suas conseqüências. Portanto, se o Piloto encontrar ou souber da existência de uma CAT, deve emitir um PIREP (Pilot Report) que poderá salvar vidas em algum outro vôo na região e/ou torná-los mais seguros para a comunidade da aviação. Os Pilotos deveriam considerar cuidadosamente os perigos associados com vôos em áreas nas quais os boletins meteorológicos indicam a presença de uma CAT, inclusive turbulência montanhosa, devendo obter dados meteorológicos confiáveis por satélite sempre que possível e monitorar as comunicações via radio à escuta de reporte de outros Pilotos da existência de CAT na região sobrevoada. Devem sempre lembrar que fotos meteorológicas por satélite são úteis para identificar uma CAT normalmente na vizinhança de jet stream.associada com nuvens cirrus. As fotos por satélites apresentando padrão de nuvem tipo onda ou curvilínea são freqüentemente ligadas com a turbulência de onda montanhosa.

Em busca de níveis de segurança de vôo sempre melhores, já existem diversos aeródromos brasileiros que contam com o serviço de câmeras de vídeo em tempo real, apresentando as condições meteorológicas na área de operações de decolagens, pousos, aproximações e das formações do relevo na área desses aeródromos. Se o Piloto sofrer um encontro com CAT, deverá avaliar eventuais ferimentos nos passageiros, efetuar uma pesquisa de danos à estrutura da aeronave, restaurar o quanto possível as condições de vôo (nível planejado, direção, velocidade, etc.) ou declarar emergência pousando num aeródromo mais próximo. Na ocorrência de um encontro com CAT, os Pilotos também devem considerar um possível desacoplamento inadvertido do piloto automático, ou mudança inesperada do Automatic Mode, conforme as características técnicas do equipamento eletrônico instalado na aeronave.

E por último, o Piloto deve repassar os ensinamentos de segurança de vôo referentes aos graves acidentes aéreos causados pelo deslocamento da carga transportada advindos do encontro com uma CAT que, ao afetarem perigosamente o equilíbrio longitudinal da aeronave, chegam a provocar a perda de controle em vôo culminando com o choque da aeronave contra o solo.

Texto original: Marcos Liotta 03/07/2006
Revista FLAP Internacional

26 de mai de 2009

ô medo danado sô!

Aeroporto Santa Genoveva (GO) deve ficar pronto em 2012


O novo aeroporto Santa Genoveva deve ser concluído no dia 30 de maio de 2012. A informação foi divulgada ontem pelo presidente da Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária (Infraero), brigadeiro Cleonilson Nicácio da Silva, que participou de uma reunião com empresários na Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg). Ainda de acordo com o brigadeiro, a data pode ser estabelecida após a Infraero negociar a rescisão do antigo contrato com a empresa Odebrecht, o que deve ser oficializado até o dia 31 deste mês. O contrato com a construtora foi anulado por causa de irregularidades apontadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

Com o cancelamento do antigo contrato, a Infraero iniciaria já no dia primeiro de junho um novo processo licitatório para retomar as obras no aeroporto de Goiânia, orçado em R$ 339,24 milhões. Ao todo, cerca de R$ 106 milhões já foram gastos pela licitação anterior. De acordo com o cronograma estabelecido pela empresa estatal, o edital para a construção da pista de decolagem, que seria publicado no dia 1º de junho, prevê a conclusão da obra para 30 de março de 2010, enquanto o edital para o projeto do terminal prevê a conclusão para 27 de maio do mesmo ano. Com isso, novos editais devem ser realizados para a execução das obras. Segundo o brigadeiro, estaria garantida a construção do novo aeroporto bem antes do início dos jogos da Copa de 2014, caso Goiânia seja uma das cidades sedes eleitas. “O aeroporto estará pronto dois anos antes do primeiro jogo aqui em Goiânia”, disse o presidente da Infraero, que ressaltou que não haverá perigo do novo processo licitatório ser embargado novamente. “Temos condições de dar continuidade a essa obra sem ter problemas com órgãos de controles internos e externos.”

Com a reforma, a área do aeroporto deve saltar dos atuais 6 mil metros quadrados para 28 mil metros quadrados, o que fará com que o Santa Genoveva se torne um aeroporto comparável com os maiores aeroportos do Brasil. “A cidade passará a ter, em poucos anos, um aeroporto com o nível de conforto encontrado nos aeroportos do Rio e de São Paulo.” As novas instalações resolveriam o problema de capacidade do principal aeroporto de Goiás, que já trabalha com mais do que o dobro de sua capacidade. No ano passado, cerca de 1,5 milhão de pessoas passaram pelas instalações, sendo que a capacidade é para 600 mil pessoas/ano. A intenção é que, concluídas as obras, a capacidade do Santa Genoveva chegue a 2,1 milhões de passageiros por ano. De acordo com a assessoria de imprensa da Infraero, a empresa e o Exército Brasileiro estariam fazendo um acordo para a realização do projeto executivo de infra-estrutura, o que agilizaria o processo de construção das obras.

De acordo com o presidente do Conselho Temático de Infra-Estrutura da Fieg, Roberto Elias Fernandes, a intenção da federação foi mostrar à Infraero a necessidade do novo aeroporto para o Estado. “A iniciativa privada pediu essa audiência com o brigadeiro para mostrar a ele a importância, a falta que faz o aeroporto para Goiânia, seja para o turismo, seja para os nossos negócios. O brigadeiro veio com boas notícias para Goiás e Goiânia.”

Roberto Elias disse ainda que se a Infraero tivesse acatado uma das ideias dos empresários – que seria de fatiar as licitações da obra, “o que a gente sugeriu e o brigadeiro acatou? Três licitações. Uma exclusivamente para a estação de passageiros, outra para pista e uma outra para equipamentos. Com isso, vai ter menor preço, mais facilidade de fiscalizar e maior agilidade. Se tivéssemos feito isso, já estaríamos com a estação de passageiros pronta. Seria uma obra de R$ 60 milhões e não R$ 230 milhões”.

Novas Reformas

Mesmo antes da construção do novo aeroporto, a Infraero espera realizar uma reforma nas atuais estruturas para oferecer maior conforto para os usuários. “Nós vamos tentar fazer o possível para reduzir o desconforto no atual terminal. Está prevista uma ampliação na área de embarque, com a construção de uma nova sala com 1.200 m2, o que irá melhorar a situação de embarque nesse aeroporto”. Além do embarque, a área de desembarque também deverá ser remodelada. De acordo com o presidente da empresa, a reforma deverá estar pronta antes das festas de final de ano. “Estarão prontas em novembro deste ano, antes do início da alta temporada.”

Fonte: Jornal Hoje Notícias

25 de mai de 2009

acidente com o King Air







Os corpos das quatro crianças mortas no acidente de avião em Trancoso (BA) foram identificados, conforme informou neste domingo (24) a assessoria do governo da Bahia. As vítimas foram identificadas por análise de arcada dentária.

Foi recolhido material genético de parentes de todas as pessoas que morreram no acidente. O Departamento de Polícia Técnica também já recebeu fichas odontológicas e ortopédicas de todas as vítimas. Os documentos podem auxiliar na identificação dos corpos.

As vítimas identificadas até a manhã deste domingo são:

Victoria Wright Faro
Neta de Roger Wright, dono da aeronave. Filha do casal Verônica Wright Faro e Rodrigo de Mello Faro, que também estava na aeronave.

Gabriel Wright Faro
Neto de Roger Wright, dono da aeronave. Filho do casal Verônica Wright Faro e Rodrigo de Mello Faro, que também estava na aeronave.

Francisco Alqueres Wright
Neto de Roger Wright, dono da aeronave. Filho do casal Felipe Wright e Heloísa Alqueres Wright, que também estava na aeronave.

Nina Pinheiro
Neta de Lucila Lins, mulher de Roger Wright.

O acidente ocorreu na noite de sexta-feira (22). A aeronave partiu de São Paulo com destino a Trancoso, e explodiu ao cair a 200 metros de uma das laterais da pista de pouso de um resort.

Investigação
A caixa-preta do avião será levada ainda neste domingo para o Recife. As gravações feitas pelo equipamento podem ajudar a determinar o que provocou a queda da aeronave. Segundo a Aeronáutica, a caixa-preta da aeronave também pode ser encaminhada para análise no exterior.

Os motores serão analisados em São José dos Campos (SP), um dos maiores pólos da indústria de aviação no Brasil.

Antes do acidente, o piloto chegou a entrar em contato com a torre de comando pedindo autorização de pouso. A falha na iluminação era uma das hipóteses apontadas para o acidente, mas a Aeronáutica descartou que esse tenha sido o motivo.

A aeronave pertencia ao empresário Roger Wright, que tinha viajado à Bahia com a família. O plano de vôo, segundo a Aeronáutica, dizia que 11 pessoas estavam a bordo, mas 14 vítimas – dez adultos e quatro crianças – foram encontradas.

A primeira mulher de Roger Wright morreu no acidente com o Fokker 100 da Tam, no ano de 1996. Barbara Cecilia Luchsinger Wright estava entre os passageiros do voo 402, que caiu minutos após a decolagem no aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

O piloto da aeronave era Jorge Lang Filho, de 56 anos, considerado muito experiente pelos colegas. O filho dele ajudará nas investigações. De acordo com a Aeronáutica, a aeronave havia acabado de passar pela inspeção anual de manutenção.

(*com informações da TV Santa Cruz e da TV Bahia)


Acidente

A queda do bimotor Super King Air B-350 ocorreu por volta de 21 horas de sexta-feira, durante manobra de aterrissagem no Aeroporto Terravista, em Trancoso, litoral sul da Bahia. O Departamento de Polícia Técnica de Salvador confirmou no sábado, 23, que 14 pessoas morreram no acidente - dez adultos e quatro crianças.

Dez das vítimas pertenciam à família do empresário Roger Ian Wright, de 56 anos, além do piloto, do copiloto, de uma babá e da neta de 3 anos de sua mulher, Lucila Lins (mais informações nesta página). O empresário planejava festejar o aniversário de um dos netos.

O resgate foi concluído por volta das 15 horas de sábado. Durante todo o dia, cerca de 30 homens do Corpo de Bombeiros, além de policiais civis e 20 oficiais da Aeronáutica, estiveram no aeroporto do resort removendo destroços da aeronave e realizando o resgate dos corpos, que foram levados para o Instituto Médico-Legal de Salvador. "O trabalho oficial de identificação começa agora, apesar de as famílias terem fornecido uma lista de quem estava a bordo", afirmou o diretor, Raul Barreto. Os 35 peritos locais foram convocados e o IML de São Paulo se prontificou a ajudar nos trabalhos - coletando DNA das famílias das vítimas. Os corpos ficaram carbonizados e será necessária análise de arcada dentária.

Em depoimento a oficiais do 2º Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes (Seripa-2), testemunhas disseram que o avião pilotado por Jorge Lang Filho, de 56 anos, parecia estar "fora do lugar" quando se aproximou da pista - o avião parecia ter problemas mecânicos. "Parecia estar com problema no motor, com a velocidade mais baixa que o normal", disse o gerente do resort Terravista, James de Souza, que presenciou o acidente. "Entrou de asa, de lado, cambaleou no momento final e, no que encostou no chão, explodiu. Foi um barulho horrível, uma coisa medonha."

Para o fiscal de pista do aeroporto, Pedro Peixoto, de 37 anos - que passou o dia emocionado com a perda do "Comandante", como chamava Wright - o avião se aproximou "completamente torto". "Quando deveria ter seguido reto, parece que balançou para o lado direito, balançou de novo para o lado esquerdo e caiu", disse Peixoto. "Baixou muito rapidamente e depois foi baixando mais devagar até cair", contou o taxista Neílson Santos, de 39 anos, que aguardava a família Wright para levá-la à residência.
(*com informações do Jornal O Estadão)

22 de mai de 2009

LOW PASS

Passengers, prepare for an emergency landing






Pick me up when I'm feeling blue!!!

Gillsburg Plane Crash Kills Six,
Hurts 20 Including Rock Singers
A twin-engine airplane, apparently out of fuel, crashed before 7p.m. Thursday in a wooded area of
Amite County near Gillsburg. Six persons including the lead singer of the rock group Lynyrd Skynyrd
were killed and 20 were injured. The propeller-driven Convair 240 skidded across tree tops for about
100 yards, then slammed into a swampy area and split open about eight miles short of McComb
Airport after reporting it was having fuel trouble or was running low on fuel", an Air Traffic Controller
reported. The dead included lead singer Ronnie Van Zant, guitarist Steve Gaines and vocalist Cassie
Gaines, Gaines sister, medical authorities said. Pilot Walter Wiley McCreary and co-pilot William
John Gray, both of Dallas Texas, and Dean Kilpatrick, assistant road manager for the group, also
died officials said. Six other members of the hard rock band were injured, two hurt critically and four
hospitalized in stable condition. The injured, some of them also in critical condition, included
members of the group's road crew and a cameraman, said officials of Southwest Mississippi Medical
Center. The chartered plane owned by L&J Co. of Addison Texas, came down on its nose southwest
of McComb, twisting the cockpit to the left, and threw seven or eight persons to the ground when it
split open at about the middle of the fuselage, it was believed. The impact, which triggered no fire,
tossed other passengers toward the front of the aircraft. "They were all in front of the plane and they
were all shouting, get me out, get me, get me." said Constable Gerrald Wall. "We were actually
standing on people to get others out". Johnny Mote, who lives near the crash site close to the
Mississippi-Louisiana border, said the plane "sounded like a car skidding in gravel" as it clipped the
trees. "When it hit the ground it was a deep rumble, like it was underground. It sounded like wrinkling
metal" he said. The group was en route from a Wednesday night performance in Greenville South
Carolina to a Friday night concert before an expected crowd of 10,000 persons at Louisiana State
University in Baton Rouge. The plane had passed McComb when it reported that it was having fuel
trouble, and was told by the Houston Texas flight center to turn around and land at McComb, said
Everett Fairly, an air traffic controller at McComb. "I tried to call them, but we couldn't raise them, and
Houston reported it had lost radar and radio contact", Fairly said. A spokesman for the Federal
Administration in Atlanta Georgia said the pilot had reported being low on fuel. Thick undergrowth
hampered rescue operations and some emergency vehicles became stuck in the mud when they tried
to drive through the woods to get close to the aircraft. Rescue crews were also hindered by a 20-foot
wide, waist deep creek they had to cross to reach the plane. Pickup trucks and vans were used along
with ambulances to carry the dead and injured to hospitals. A Southwest Medical Center spokesman
said identification of the victims were complicated because passengers were apparently playing
poker before the plane went down and had there wallets and identification papers out. Fairly said a
small jet was landing at McComb at the time the plane was reported in difficulty and ask the jet pilot to
fly over the area. "But it was very dark and the pilot said he could see nothing from the air," Fairly said.
The plane came down near open pasture land, tearing off one of the wings and twisting the other.
Recuers had to rip open the nose to get to victims. Two bulldozers were used to cut a path through the
woods and brush from nearby Mississippi 568. Donald Chase who lives about five miles from the
area, said he heard "that the plane was having engine trouble because it was sputtering." Mote said
he was putting some hay out when three bloody survivors who had made their way through the woods
called him for help. "One of them was hugging me around the neck and telling me, "We got to get
them out." Mote estimated it took up to 3 1/2 hours to remove all the bodies from the plane. Michael
White who lives in Gillsburg, said he and his family heard the engines of the airplane sputtering about
6:45pm. "I guess it crashed about 6:47pm" he said, but were unable to find the plane."I called the
airport about 7:00pm," he said, but was told there was no plane in the area. The Pike County Civil
Defense said the crash was reported to its office shortly before 7pm.
Busy Night at Hospital
"We practice disaster drills so many times during the year that when this one came up I wondered if
people would think it was practice too," said Southwest Mississippi Regional Administrator Tom
Logue this morning. "But when the first patient arrived, we went to work. They knew this wasn't a drill. I
was real proud of everyone at the hospital," he said. Logue and most hospital employees, as well as
Civil Defense personnel and others who took part in the rescue operations following Thursday night's
plane crash near Gillsburg, had gone through an almost sleepless night. Six persons died in the crash
and of the 20 survivors, four were listed in critical condition at SMRMC today. Eight others were
transferred during the night to Jackson hospitals, seven were listed in stable condition at SMRMC,
and one was not hospitalized. Among the injured were members of the musical rock group Lynyrd
Skynyrd. Three members were killed (see related stories). In critical condition in the intensive care
unit at the McComb hospital were Leon Wilkeson, bass guitarist, with chest injuries, multiple
abrasions and fractured left arm and left leg; Craig Reed, a member of the road crew, chest injury ,
lacerations and abrasions, fractured left arm; James Bracy, road crew, chest wound, abrasion,
fractured left arm. Listed in critical condition, but not the intensive care unit, was Kevin Elson, the
groups sound engineer, with a fractured right leg and ankle, fractured pelvis and left leg. Others, still
being treated at SMRMC, all in stable condition this morning. were Ron Eckerman, road manager,
chest contusion and rib fractures, and road crew members Kenneth Peden, multiple contusions,
Steve Lawler, chest contusions, facial lacerations; Clayton Johnson, fractured right clavicle and left
elbow; Don Kretzechman, chest injury, abrasions; Joe Osborn, multiple lacerations of the face,
fractured ribs, and right clavicle; and Mark Frank, multiple abrasions, probably cerebral contusion.
Transferred to University Hospital and listed in stable condition were vocalist Leslie Hawkins, facial
lacerations and neck problems; Larken Allen Collins, guitarist, spine injuries; and road crewman
Gene Odom, eye injuries and a deep scalp wound, and Paul Welch, injuries not known. At Baptist
Hospital, also listed as stable, were Gary Rossington, guitarist, multiple fractures; Bill Powell, pianist,
lacerations; Bill Sykes, a television film crewman, multiple fractures; and Mark Howard, road crew,
head and back injuries. Another member of the group, drummer Artimus Pyle, was treated at
Beacham Memorial Hospital in Magnolia. He reportedly walked away from the crash site and notified
a nearby resident of the crash. Addresses of the victims have not been released to authorities. Logue
said emergency treatment facilities were set up in the front lobby of the hospital before the first
patients arrived from the crash scene. "The emergency room would have been bottlenecked with that
many people, so we set up a treatment center in the lobby," he said. "The most critically injured were
sent directly to surgery, the critical ones were taken care of in the lobby. We had IV bottles and all the
necessary equipment to take care of them right there. Those less seriously injured were put in rooms
upstairs, including the obstetrics ward, and in the emergency room." Logue said several persons
were discharged from the hospital during the night to make room for the accident victims, but that
some of those discharged later were readmitted. "It was a problem for a while, finding enough beds,"
he said. Three helicopters from the Coast Guard, National Guard and Forrest County General
Hospital assisted in the rescue operation, Logue said, transporting at least two doctors to the scene
and lighting the area with floodlights. Logue noted two problems hampered operations at the hospital
during the night. "The telephone was busy all night long" he said. "I talked with people from Sydney,
Australia and London, as well as from all over the country." The other problem, he continued, was
keeping up with the identities of the victims. "We had a hard time keeping names straight, and of
course everyone wanted a list of the victims and how badly they were hurt".
"They did a tremendous job in organizing the operation and handling events as they came up,"
said Mrs Willy Mae Lund, one of the hospital trustees who assisted during the night.
Bad Place to Bring Plane Down
Southwest Mississippi Regional Medical Center and other area emergency personnel practice
periodically handling mock disasters. Last night, it was the real thing, and from the looks of the activity
at the hospital the practice has paid off. Only thing, though, nobody had practiced removing 26 plane
crash victims from a swampy patch of woods out from Gillsburg, across a creek to waiting
ambulances. It took some three hours or more from the time the plane crashed to get the job done,
but again, those whose jobs it is to do such things, carried out their duties with precision and skill and
as much speed as possible under difficult situations. Bob Kirkfield, Enterprise-Journal advertising
manager, and I arrived on the scene amid the rescue efforts. It was hard enough getting across the
20-foot wide creek carrying a camera. It obviously would have been harder carrying an injured person.
We walked across a fallen tree. Some were fording the creek, a tributary of the Amite River. Persons
going to the plane had to be careful not to step on the injured and dead who had been thrown or
removed from the aircraft. At first it was thought the ambulances could go around another direction to
get closer to the plane and avoid having to carry the victims across the creek. Later the decision was
made to carry them across the stream. Two Civil Defense workers at the scene said , a sandbar was
found crossing the stream and rescuers were able to carry stretchers across it without wading the
water, however, they had to walk for more than a mile to get to the ambulances.
Who's Lynyrd Skynyrd?
Associated Press article & picture, just after plane crash in October 1977
"We like to call ours "Southern Raunchy Roll" Ronnie Van Zant once said of his musical group Lynyrd
Skynyrd. "The other bands are just as bad, but we go to jail more". Van Zant and his fightin' Southern
band prided themselves on that battling image and a hard driving blaring sound which they rode to
sold out concert tours and million selling albums. They had just begun a tour on the heels of a new
album when a charted plane they were on went down near McComb Mississippi, thursday night en
route to Baton Rouge, Louisiana from Greenville South Carolina.Van Zant, the groups lead vocalist
and one of its founders, died along with guitarist Steve Gaines and his sister Cassie in the crash. All
three were 28. Two other members, Gary Rossington another who helped form the group, and Leon
Wilkeson were reported in critical condition after the crash. The other four members of the group were
in stable condition. The band came from Jacksonville Florida in the early '70's with Ronnie Van Zant,
Rossington and Allen Collins playing together in high school and adding other members later. That
school Robert E. Lee, also allegedly produced their strangley spelled group name. It seems a
physical education teacher named Leonard Skinner didn't cotton to long hair and loud music. A run-in
with him helped get the boys suspended. Vowing to get even, they named there group after him,
changing the vowels to avoid a lawsuit and becoming famous enough to make the story a rock
legend. Lynyrd Skynyrd first hit national prominence in 1974 with a single called "Sweet Home
Alabama" which exstolled the virtues of the South in general and Alabama in particular. A huge
Confederate Flag became one of the bands symbols. The group went on to have two gold and three
platinum albums and numerous runins with the law on tour. "Were kind of like an old dog that ain't
housebroke" Van Zant said in a 1976 interview. "I don't know...born under a bad sign, I guess. The
band's most recent hometown performance ended in an uproar with 16 persons getting arrested.
Police later estimated that 15,000 persons took part in the disturbance at the Jacksonville Coliseum
and caused $14,000 in damage. The band included Van Zant, Gaines, Rossington and Allen Collins
guitarist; Leon Wilkeson bass; Billy Powell keyboardist; and Artimus Pyle drummer. Gaines sister
and Leslie Hawkins were backup singers. All were from Florida except Pyle, from Spartanburg
South Carolina, and the Gaineses were from Seneca Missouri. The bands million-sellers were
"Pronounced Leh-nerd Skin-erd", "Second Helping", and "One More From The Road".
The bands latest album "Street Survivors" was released October 17 (1977)

Fácil para minha alma

Boeing 787 - ZA001 - Engine Start - May 21, 2009

Dreamliner One Engine Start from Liz Matzelle on Vimeo.

21 de mai de 2009

Wide FSUIPC 6.78 e FSUIPC 4 FSX

WIDE
FSUPIC 4

20 de mai de 2009

Ser Piloto é passar por cima das coisas



Voe cada vez mais alto...
Um jovem piloto experimentava um monomotor muito frágil, uma daquelas sucatas usadas no tempo da Segunda Guerra, mas que ainda tinha condições de voar. Ao levantar vôo, ouviu um ruído vindo debaixo de seu assento, era um rato que roia uma das mangueiras que levavam gasolina aos tanques. Preocupado pensou em retornar ao aeroporto para se livrar de seu incômodo e perigoso passageiro, mas lembrou-se que o rato logo morreria sufocado. Então voou cada vez mais e mais alto, e notou que acabaram os ruídos que estavam colocando em risco sua viagem, conseguindo assim, fazer uma arrojada aventura ao redor do mundo que era o seu grande sonho.

MORAL DA HISTÓRIA:
Se alguém lhe ameaçar, VOE CADA VEZ MAIS ALTO.
Se alguém lhe criticar, VOE CADA VEZ MAIS ALTO.
Se alguém tentar lhe destruir por inveja e fofocas, e por fim,
Se alguém lhe cometer alguma injustiça, VOE CADA VEZ MAIS ALTO.
Sabe porquê?
Os ameaçadores, críticos, invejosos e injustos são iguais aos “ratos”, não resistem às grandes alturas.

Jato ERJ 145 da Embraer volta a operar comercialmente no Brasil, agora com a Passaredo



Através de sua subsidiária integral ECC Leasing Company Limited, a Embraer entregou em abril passado o primeiro jato ERJ 145 à Passaredo Linhas Aéreas, no âmbito de um contrato de arrendamento assinado em novembro de 2008 para duas aeronaves deste modelo.

O jato entrou em operação comercial em 18 de maio, às 9h34, no vôo PTB1480, que partiu de Ribeirão Preto, no Estado de São Paulo, onde se situa a sede da Passaredo, com destino a Curitiba, no Estado do Paraná.

“Para a Embraer é, sem dúvida, um marco importante ter a aeronave ERJ 145 operando comercialmente no Brasil de novo”, disse Paulo Estevão de Carvalho Tullio, Diretor de Administração de Ativos da Embraer. “Temos certeza que este jato será parte essencial do plano de expansão das rotas regionais da Passaredo.”

As duas aeronaves ERJ 145 arrendadas pela Passaredo, ambas usadas, têm capacidade para 50 passageiros. O segundo jato está em fase final de preparação na Embraer Aircraft Maintenance Services (EAMS), em Nashville, nos Estados Unidos, e deverá ser entregue em breve ao cliente.

“Para a Passaredo, este é um momento muito especial, pois foram dedicados alguns anos de estudos para chegar à decisão do equipamento e hoje temos a certeza que será um sucesso no mercado”, disse Ricardo Magalhães Cagno, Diretor Comercial e de Planejamento da Passaredo. “É um avião que, sem dúvida, dará maior conforto e agilidade aos nossos passageiros em suas viagens, sem contar que estamos mantendo uma frota 100% nacional.”

A Passaredo opera atualmente seis aeronaves EMB 120 Brasilia e utilizará os jatos ERJ 145 para intensificar a presença em mercados regionais no Brasil. O alcance do ERJ 145 permite vôos de até 2.870 km (1.550 milhas náuticas) com 50 passageiros, distância suficiente para ir de São Paulo a Brasília, Porto Alegre, Recife ou Salvador, sem escalas.

18 de mai de 2009

15 de mai de 2009

Textura Wilco 733 WEBJET



DOWNLOAD

UPS fará entregas e remessas dentro do Brasil


A UPS anuncia que passará a oferecer retiradas e entregas de remessas dentro do Brasil, unindo-se a outros 16 países entre a Europa, África, Oriente Médio e América Latina que iniciaram esse tipo de serviço no começo deste ano. O Brasil terá agora acesso ao novo portfólio doméstico em alguns estados no país.

A UPS passa a apresentar dois novos serviços, UPS Domestic ExpressSM e UPS Domestic Express SaverSM. O serviço UPS Domestic ExpressSM garante a entrega de documentos e cartas antes das 12h00 do dia seguinte em códigos postais específicos na cidade de São Paulo, enquanto o UPS Domestic Express SaverSM garante entregas ao final do horário comercial em códigos postais específicos nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas e Porto Alegre.

“Essa expansão representa um investimento para o futuro em um mercado onde vemos uma forte demanda de crescimento,” diz Nadir Moreno, Presidente da UPS Brasil. “Enquanto nós fornecemos serviços internacionais por aproximadamente 20 anos no Brasil, nós vemos agora uma oportunidade de expandir a base de clientes e crescer em nosso negócio.Estamos animados com a extensão da nossa rede e assim poderemos atender as necessidades de crescimento desses consumidores.”

Os clientes no Brasil podem agora consolidar todos os serviços de encomendas com apenas um portador, eliminando efetivamente múltiplos processos de envio enquanto economizam investimento financeiro. Além disso, usando a UPS tanto para o envio doméstico como para internacional, os clientes no Brasil poderão usar a mesma plataforma de tecnologia para rastrear e visualizar. A tecnologia de visibilidade de envios da UPS fornecerá um nível mais alto de serviço do que o oferecido no mercado em geral.

“A economia atual vem afetando aproximadamente cada companhia no planeta, indiferente de tamanho, e, um recente estudo conduzido pela UPS, o Business Monitor Latin America (BMLA) reportou um senso de otimismo entre executivos de pequenos e médios negócios (PMEs) na região em direção da recuperação da economia global nos próximos 12 anos”, diz Nadir Moreno. Agora mais que nunca, é crítico ter um parceiro logístico experiente como a UPS para fornecer um serviço eficiente e confiável para auxiliar os negócios a crescerem durante esse período de recuperação".

Juntamente com o Brasil, outras 16 nações estão envolvidas com a expansão do serviço como: África do Sul, Arábia Saudita, Argélia, Argentina, Cazaquistão, Chile, Chipre,Emirados Árabes, Hungria, Malta, Paquistão, Quênia, República Tcheca, Romênia,Sérvia e Ucrânia.

A UPS fornece há muito tempo o serviço internacional de entrega de encomendas para mais de 200 países e territórios ao redor do globo. Com a inclusão dessas 17 nações, A UPS agora passa a fornecer serviços domésticos de remessas expressas em mais de 45 países.

“Com o crescimento da indústria, a UPS continuará se posicionar como um parceiro logístico líder ao fornecer serviços chave que apóiam as necessidades de nossos clientes. O novo serviço doméstico de remessas expressas está alinhado ao compromisso da UPS em excelência no serviço ao cliente e trata-se de uma grande oportunidade de investimento e crescimento no mercado doméstico brasileiro.”
Fonte: Aviação Brasil

Action Time



Air New Zealand inova em propaganda


a Air New Zealand resolveu aprovar a criação de uma nova peça publicitária em que seus funcionários aparecem sem roupa, com os corpos pintados como se estivessem vestidos.

Segundo a empresa, a intenção é mostrar que as tarifas cobradas não têm nada a esconder e incluem bebidas dentro do avião.

14 de mai de 2009

Bad Company...that's what they call me

Avião da Southwest estoura pneu no pouso


BÁSICO.....
PNEU MURCHO NA HORA DO POUSO PODE ESTOURAR MESMO....

13 de mai de 2009

Carenado C172X



Aeronave da Carenado, lançada somente para FSX; Com suporte ao SP2, Acceleration Pack, e Directx 10, Várias partes móveis, tapa sol, flaps, portas, luzes, vidros, texturas ultrarealistas.

DOWNLOAD

Altura da base das nuvens

O ar consegue carregar umidade de forma gasosa, quanto mais quente o ar, maior a quantidade máxima absoluta de umidade em forma de vapor invisível. Para cada temperatura existe um limite dessa quantia. Não há como carregar mais umidade acima desse limite, a umidade absoluta máxima significa 100% de umidade relativa.
A relação entre a umidade real atual e a umidade máxima absoluta numa temperatura qualquer chama-se umidade relativa.
o SPREAD depende dessa umidade.
SPREAD = Diferença entre a temperatura atual e a do ponto de condensação.

Utilizando-se de um higrômetro com bulbo seco e molhado podemos também a partir do ponto de orvalho nos aproximarmos muito do cálculo da altura da base das nuvens.

Utilizando-se da tabela a seguir obtem-se a altura das bases de acordo com a umidade relativa do ar:


ou Basta apicar a fórmula:
A = 125 X Spread

na qual o Spread é substituído pelo valor encontrado na subtração da temperatura do bulbo seco pela temperatura do bulbo molhado.


Exemplo:


Temperatura do bulbo seco = 30ºC
Temperatura do bulbo molhado = 22ºC

A = 125 X ( 30 - 22 )
A = 125 X 8
A = 1000 metros

ou pela tabela:


Umidade de 47%

logo Altura de aproximadamente 1400 metros.

lembrando que o higrômetro no bulbo molhado nos fornece o ponto de orvalho; o termo ponto de orvalho se refere à temperatura a partir da qual o vapor d'água contido na porção de ar de um determinado local sofre condensação. Quando a temperatura está abaixo do ponto de orvalho, normalmente temos a formação de névoa seca ou neblina.
A temperatura do segundo termômetro é, pelo arranjo, inferior à do primeiro, porque a água evaporada da gaze resfria o bulbo. Quanto menor a umidade do ar, tanto maior é o resfriamento da gaze. A partir da diferença de leitura entre os dois termômetros, e com a ajuda de uma tabela, pode ser encontrado o valor da umidade relativa.
O ar contém um valor definido de vapor de água (g/m3); este valor significa a umidade absoluta.
Existe um valor máximo admissível de vapor no ar. Se este valor for ultrapassado, o vapor se transformará em neblina ou, conforme o caso, em chuva.
O máximo vapor que o ar consegue absorver (100%) depende da temperatura ambiente.
A umidade relativa do ar nada mais é que uma porcentagem do valor máximo admissível.
A quantidade máxima possívelvel depende principalmente da temperatura e é importante ressaltar que a umidade relativa esta sempre relacionada com a temperatura.

12 de mai de 2009

Turbina de avião suga contêiner de metal nos EUA

Um contêiner de metal foi sugado nesta segunda-feira (11) pela turbina de um avião da Japan Airlines no Aeroporto Internacional de Los Angeles, nos EUA.

O acidente impediu a decolagem do voo JAL 61, que ia para Tóquio.

A empresa disse que a caixa de metal, usada para a retirada das bagagens, teria sido tragada provavelmente porque foi colocada perto demais da aeronave.

Ninguém ficou ferido, e todos os 245 passageiros e 18 tripulantes tiveram de voltar ao terminal. O avião foi recolhido para ser inspecionado por investigadores federais.

mais informações em :
http://www.google.com/bookmarks/mark?op=edit&bkmk=http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1122843-5602,00.html

TAM conquista prêmio de excelência operacional na América Latina oferecido pela Airbus



A TAM Linhas Aéreas recebeu da Airbus um Prêmio de Excelência Operacional para a família A320, em reconhecimento pelo seu histórico de serviços com aeronaves do tipo corredor único.
A premiação ocorreu nesta semana em Paris, durante o simpósio que a Airbus realiza a cada dois anos com todas as operadoras mundiais da família A320. Esta é a quarta vez consecutiva que a TAM ganha esse prêmio bienal. As outras foram em 2003, 2005 e 2007.
"É uma enorme satisfação termos conquistado mais uma vez o reconhecimento da Airbus pelo nosso trabalho com as aeronaves A320. É resultado do nosso esforço cotidiano de busca pela Excelência Técnica-Operacional, um dos pilares de nossa administração", declara o Comandante David Barioni Neto, presidente da TAM.
No total, nove prêmios foram distribuídos para as operadoras dos diferentes tipos de aeronave da família A320. A TAM foi uma das duas operadoras que receberam o reconhecimento por sua excepcional confiabilidade técnica com toda a família A320.
Os critérios de seleção para as premiações baseiam-se nos dados de dois anos de operação e levam em consideração o número de aeronaves na frota, a taxa diária de utilização, a confiabilidade técnica e a quantidade de atrasos nos voos causados por questões operacionais.
"A TAM estabeleceu uma operação extremamente eficiente de suas aeronaves Airbus, com taxas de utilização muitíssimo elevadas e uma incrível confiabilidade operacional", disse Charles Champion, Vice-Presidente Executivo de Serviços ao Cliente.
A TAM é o maior cliente da família Airbus A320 na América Latina. Atualmente, frota operacional da companhia é composta por 132 aeronaves, sendo 125 modelos da Airbus (20 A319, 82 A320, 5 A321, 16 A330 e 2 A340), além de 4 Boeing 777-300ER e 3 B767-300.
A família A320 é, reconhecidamente, uma referência entre as aeronaves de corredor único. Já foram comercializadas mais de 6.300 unidades dessas aeronaves, sendo que mais de 3.700 já foram entregues para cerca de 280 clientes e operadoras em todo o mundo.

Fonte: Aviação Brasil

TAM registra lucro líquido de R$ 54,4 milhões no primeiro trimestre de 2009


A TAM obteve lucro líquido de R$ 54,4 milhões no primeiro trimestre deste ano (1T09), 26,16% superior em relação aos R$ 43,1 milhões alcançados no mesmo período do ano passado. Os resultados expressos neste comunicado estão contabilizados conforme a Lei 11.638.

O lucro operacional da TAM cresceu 129% no 1T09, chegando a R$ 197 milhões nos primeiros três meses do ano, contra R$ 85,7 milhões no mesmo período de 2008. A margem EBIT (resultado antes das despesas financeiras e impostos) da operação ficou em 7,5% no 1T09 ante 3,8% no 1T08. A receita operacional bruta registrou variação positiva de 16,54% se comparados os dois períodos: passou de R$ 2,3 bilhões para R$ 2,7 bilhões no trimestre.

"Nossos resultados, mesmo diante de um cenário econômico adverso em todo o planeta, refletem o comprometimento, a competência e o profissionalismo de nossos 24,7 mil funcionários, que perseguem diariamente a nossa missão: ser a companhia aérea preferida das pessoas", declara o Comandante David Barioni Neto, presidente da TAM, reforçando que os pilares de atuação da empresa estão baseados na Excelência em Serviços, Excelência Técnico-Operacional e Excelência na Gestão.
No consolidado, a TAM transportou 3% menos passageiros nos primeiros três meses deste ano: foram 7,3 milhões de passageiros contra 7,5 milhões no mesmo trimestre de 2008. A redução no mercado internacional foi de 3,7% e no doméstico, de 2,9%.
Apesar dessa redução, os resultados foram puxados para cima em razão do aumento das receitas de voo (9,2% no doméstico e 29,9% no internacional) e do crescimento de 44,6% dos ingressos provenientes de outras fontes operacionais, que passaram de R$ 198,6 milhões para R$ 287,3 milhões, sobretudo em razão do aumento das parcerias do Programa TAM Fidelidade.
Contribuiu também para a melhora dos indicadores a expressiva redução de 17,7% nas despesas com combustível, que passaram de R$ 844,8 milhões no 1T08 para R$ 695,1milhões no 1T09, devido à renegociação dos contratos de hedge anunciada em 31 de março deste ano.
A TAM mantém a estratégia de consolidar a sua liderança no mercado nacional e internacional de passageiros visando altos níveis de rentabilidade, por meio de um produto de qualidade superior com relação custo-benefício atrativa para os seus clientes. A companhia fechou o primeiro trimestre com market share médio de 49,5% no mercado nacional e de 85,5% no internacional entre as brasileiras que voam para o exterior.
Ainda segundo as estimativas para 2009 anunciadas no último dia 31 de março, a previsão da empresa era de um crescimento da demanda (em RPK, sigla em inglês para passageiros/quilômetros transportados pagos) no mercado doméstico entre 1% e 5%. A demanda aumentou 5,1%.
Para a oferta (medida em ASK, assentos/quilômetros oferecidos), a TAM previu ampliar a sua capacidade em 8% para o mercado brasileiro e 20% para o internacional neste ano; realizou 14% e 17,9% no trimestre, respectivamente.
Nesse primeiro trimestre, a empresa atingiu a meta prevista em seu plano de frota, chegando a 132 aeronaves, sendo 125 Airbus (20 A319, 82 A320, 5 A321, 16 A330 e 2 A340), 4 Boeings 777-300ER e 3 B767-300.

Fonte: Aviação Brasil

7 de mai de 2009

AEROCALDAS 2009 15/16 maio



"Retirado do site do aerocaldas"

O estímulo ao desenvolvimento da aviação no Brasil é estratégico. Como meio de transporte, historicamente a aviação representou a possibilidade de integração territorial. Hoje, dando acesso a todos os pontos do território nacional, temos a defesa de sua integridade dada pela aviação militar e podemos contar com a sua colaboração para um desenvolvimento mais uniforme e justo, além do transporte de pessoas, cargas e de socorro. Como aviação agrícola, seu incremento permite uma maior produção e conseqüentemente maior geração de riquezas; a prestação de serviços, de transportes e agrícolas, representa empregos e crescimento econômico para o Brasil.

A discussão sobre a evolução da aviação (amadora e profissional) vem reunindo uma legião de fãs, aficionados e, sobretudo, técnicos do assunto e por isso os “encontros de aviação” vêm sendo realizados no mundo inteiro desde os primórdios dessa atividade. São nos encontros de aviação que o potencial do setor para a prestação de serviços (agrícolas, de transporte e mesmo de lazer), são mostrados para o público interessado, possibilitando inclusive a realização de negócios.

Caldas Novas, a maior cidade turística do interior de Goiás, permite a realização de eventos de aviação de qualquer porte, pois conta com um moderno aeroporto, um grande lago (Lago de Corumbá) para hidroaviões e anfíbios e uma excelente infra-estrutura hoteleira. Sua situação geográfica privilegiada (Brasil Central) é garantia de um evento que pode entrar para o calendário nacional da aviação. A data do evento, final de abril e início de maio, período do ano belíssimo em Goiás (verde, noites claras), está fora do calendário dos grandes eventos nacionais.

O aproveitamento de todos esses fatores positivos foi determinante para a escolha do local, de tal forma que nos possibilita alcançar nossos objetivos concentrando na demonstração das potencialidades da aviação no Brasil, realização anual do Encontro de Aviação (Aerocaldas), apresentação do potencial da aviação experimental inclusive com a demonstração de aviões dessa categoria que são construídos no Brasil, além da possibilidade de realização de negócios, seja de serviços, compra e venda de aeronaves e na área de transporte.





4 de mai de 2009

Natal FSX



DOWNLOAD

Piper Warrior v2.0 fsx





DOWNLOAD