30 de jun de 2009

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Airbus A310 cái no Oceano Índico



Um porta-voz da companhia aérea Yemenia informou que as equipes de resgate encontraram um sobrevivente do acidente com o Airbus A310, que caiu no Oceano Índico nesta terça-feira.

"Há informações de que o sobrevivente seja uma criança, mas não temos mais detalhes", disse à BBC Brasil um porta-voz da Yemenia.

O avião levava pelo menos 142 passageiros a bordo, além de 11 tripulantes, e havia decolado de Sanaa, no Iêmen, com destino a Moroni, em Comores. A aeronave caiu cerca de 30 minutos antes de aterrissar, ao norte do arquipélago africano.

Autoridades de aviação do Iêmen anunciaram ter retirado do mar alguns corpos de possíveis ocupantes do Airbus A310. O avião caiu por volta da 1h51 desta terça-feira (hora local, 19h51 da segunda-feira em Brasília).

O voo IY626 era o trecho final de uma rota que se iniciou em Paris, na França, com conexão no Iêmen até Comores. A maioria de passageiros era de comorenses, mas também havia 66 franceses a bordo.

A marinha francesa vai enviar dois navios e um avião de transporte militar, que irá transportar até Comores mergulhadores franceses, lanchas infláveis rápidas e uma equipe de médicos e enfermeiros, segundo Christophe Prazuck, porta-voz do Estado Maior das Forças Armadas da França.

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, pediu às Forças Armadas do país para fazer o máximo possível para prestar assistência aos passageiros e à tripulação do avião.

Em entrevista à emissora de rádio Europe 1, o ministro dos Transportes da França, Dominique Bussereau, disse que "está se falando" no mau tempo como possível causa do acidente. "Mas neste momento, tudo ainda está muito vago", afirmou.

O vice-presidente de Comores, Idi Nadhoim, disse que ainda não se sabe se há sobreviventes.

Destroços

Segundo o correspondente da BBC para a África Oriental, Will Ross, militares da França estão ajudando o governo de Comores nas operações de resgate.

Autoridades comorenses teriam afirmado ainda que já foram avistados destroços da aeronave.

A companhia aérea Yemenia colocou uma mensagem em seu site na internet, lamentando "o desaparecimento do voo IY626".

Em 1996, um avião de uma companhia aérea etíope foi sequestrado e caiu na mesma região, matando a maioria das 175 pessoas a bordo.

Comores, um país formado por três das quatro ilhas do arquipélago de Comores, fica a cerca de 300 km a noroeste de Madagascar, no canal de Moçambique, na África.

O país foi protetorado e território ultramarino da França, tendo conquistado a independência em 1975. A grande maioria da população - 98% - é islâmica.

O acidente com o Airbus A310 ocorre no momento em que o acidente com o A330 da Air France, que havia decolado do Rio de Janeiro em 31 de maio com 228 pessoas a bordo, completa um mês.

Apenas 51 corpos foram encontrados e as buscas por corpos foram encerradas na última sexta-feira.

Fonte: BBC

29 de jun de 2009

Brasília hoje no início da manhã


SBBR 291100 00000KT 0200 R11/0100 R29/0050 FG NSC 14/13 Q1023 =
SBBR 291135 00000KT 6000 NSC 16/14 Q1023 =

26 de jun de 2009

Porto Seguro visual APP B737/300

AIRAC 09/06 WILCO

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Marinha francesa minimiza chances de sinais serem de caixa-preta


A França enviou o submarino Nautile para ajudar a procurar as caixas-pretas (Foto: IFREMER)

O porta-voz do Estado Maior das Forças Armadas da França, comandante Christophe Prazuck, disse à BBC Brasil que vários sinais sonoros semelhantes aos emitidos pelas balizas das caixas pretas dos aviões foram detectados pela Marinha francesa nos últimos dias, mas que nenhum deles pertencia à caixa-preta do Airbus 330 da Air France.

O comandante fez essas declarações em resposta às informações divulgadas pelo jornal Le Monde nesta terça-feira, afirmando que a Marinha francesa teria captado sinais das balizas das caixas-pretas do voo 447.

“Temos detectado sinais sonoros na área de buscas nos últimos dias. Muitos deles são parecidos com os das balizas das caixas-pretas. Mas, após verificação, revelou-se que eles não pertenciam às caixas-pretas. Nunca confirmamos até o momento que os sinais seriam os das balizas do avião da Air France”, disse Prazuck.

Segundo ele, os sinais foram captados em áreas distintas das regiões de buscas e são sempre “fracos”.

“As informações do Le Monde afirmam algo que, na realidade, vem ocorrendo regularmente. Até o momento, as caixas-pretas não foram detectadas, nem localizadas”, afirmou Prazuck.

“Os sinais podem ser, às vezes, até de uma baleia equipada com algum tipo de emissor sonoro. Quando captamos os sinais, nunca estamos certos de que eles podem pertencer às caixas-pretas. Só podemos saber isso após análises mais aprofundadas”, diz ele.

Busca continua

O BEA, órgão francês que investiga as causas do acidente, divulgou um comunicado na manhã desta terça-feira afirmando que “nenhum sinal emitido por balizas das caixas-pretas de aviões foi validado até o momento”.

“Operações são regularmente realizadas no âmbito das buscas em andamento para tirar qualquer dúvida sobre os sons detectados”, afirma o comunicado do BEA, que acrescenta ainda que “qualquer fato confirmado será divulgado”.

Prazuck não deu maiores detalhes sobre o processo de identificação e comparação dos sinais sonoros, mas afirmou que os sinais das balizas são caracterizados uma frequência sonora em Khz precisa e também sons emitidos em um intervalo de tempo constante.

As balizas das caixas-pretas, que têm o tamanho de uma pilha grande, emitem sinais sonoros em um raio de apenas dois quilômetros.

Prazuck afirma que a Marinha da França dispõe de quatro navios na área de buscas, entre eles o submarino Émeraude, equipado com potentes sonares, que vem patrulhando a região desde o dia 10 de junho.

“Continuamos o mesmo processo de buscas das caixas-pretas. Consideramos a possibilidade de utilizar outros meios de busca”, afirma o porta-voz do Estado Maior das Forças Armadas da França.

Os sinais das balizas são emitidos por no mínimo 30 dias, de acordo com o BEA. Como esse é o prazo tido como certo para que as balizas continuem emitindo os sinais, as autoridades francesas preferem considerar que dispõem de 30 dias para poder captar os sinais e tentar localizar as caixas-pretas.

Como o avião desapareceu no final da noite de 31 de maio, as balizas continuarão certamente emitindo sinais até o final deste mês. Após essa data, não é garantido que os sinais ainda sejam emitidos.

25 de jun de 2009

Cenário de Porto Alegre


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Updates Cenários TropicalSim FSX

Galeão

Congonhas

Maceió

O futuro da batalha aérea já chegou

O Poder Aéreo do Futuro
O Poder Aéreo do Futuro

22 de jun de 2009

Helicóptero se aproxima de crocodilo e cai em pântano


Um piloto de helicóptero na Austrália ficou tão exaltado ao avistar um crocodilo que procurou voar mais baixo para examinar o animal, causando a queda da aeronave em um charco.

O helicóptero sobrevoava a Praia Dundee, a 60 quilômetros de Darwin, quando o piloto decidiu olhar o crocodilo mais de perto.

"O piloto disse que depois de começar a manobra a única coisa de que se lembra é estar de cabeça para baixo no lamaçal", disse nota divulgada pelo operador da ambulância aérea que foi socorrer as vítimas do acidente.

O piloto sofreu ferimentos leves, mas o passageiro que transportava ficou gravemente ferido no acidente. O piloto arrastou-o para a areia, longe de crocodilos, e enterrou-o na areia até o pescoço em uma tentativa de impedir que o homem ferido desenvolvesse hipotermia.

Em seguida, o piloto usou seu telefone por satélite para alertar os serviços de atendimento de emergência.
Ian Badham, diretor do serviço, disse que este foi um caso incomum.

"Um médico achou inicialmente que o passageiro estava morto e havia sido enterrado na areia", disse Badham.
Badham disse que o passageiro foi hospitalizado e está recebendo tratamento para ferimentos na cabeça, no peito e nos braços.

Cenário Fly Tampa Hong Kong Kai Tak Intl. - VHHX - FSX



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17 de jun de 2009

AF-447 -The Aviation Herald

By Simon Hradecky, created Monday, Jun 1st 2009 10:17Z, last updated Wednesday, Jun 3rd 2009 15:46Z
An Air France Airbus A330-200 (CF6-80E engines), registration F-GZCP performing flight AF-447 (dep May 31st) from Rio de Janeiro,RJ (Brazil) to Paris Charles de Gaulle (France) with 216 passengers and 12 crew, is overdue at Paris Charles de Gaulle for more than three hours following a scheduled 11:15 hours flight time and estimated arrival at 11:10 CEST (09:10Z). The airplane had departed Brazil's civil radar coverage normally.

A crisis and intervention center has been setup at Paris Charles de Gaulle Airport.

Brazil has launched a search and rescue operation off their coast along the last known radar positions near the Island of Fernando de Noronha after which the airplane had failed to establish required radio communication.

There have been no reports of an unscheduled landing anywhere on Atlantic Islands or airports surrounding the Atlantic. French Authorities report, that the airplane would have run out of fuel by now.

According to Forca Aerea Brasileira (FAB) the last radio contact with the crew was about 3 hours into the flight at around 01:33Z. The crew reported flying through severe turbulence. The airplane left civil radar coverage at 01:48Z at FL350 and was expected to report next at 02:20Z. At 02:20Z the crew did not report their position as expected prompting Oceanic Control to raise alert, also informing Dakar Air Traffic Control Center.

Air France reported, that they had received an automatic message from the airplane reporting an electrical short circuit and the failure of multiple systems at 02:14Z. Air Traffic Control as well as Military Stations along the Atlantic coast of South America, Africa, Portugal, Spain and France have been alerted and attempted to contact the airplane without success. Attempts to locate the airplane using civil and military radars from both west and east coasts (including France) of the Atlantic also proved unsuccessful. The airplane entered service in 2005 and had accumulated 18870 flights hours. The captain had 11700 flight hours, one of the first officers had 3000, the other 6600 flight hours.

Sources within Air France reported, that the automatic message did not only report an electrical short circuit, but also the loss of cabin pressure. This information has been confirmed by FAB, who also stated, that the position of the airplane was given as N3.5777 W30.3744 in that message.

New information provided by sources within Air France suggests, that the ACARS messages of system failures started to arrive at 02:10Z indicating, that the autopilot had disengaged and the fly by wire system had changed to alternate law. Between 02:11Z and 02:13Z a flurry of messages regarding ADIRU and ISIS faults arrived, at 02:13Z PRIM 1 and SEC 1 faults were indicated, at 02:14Z the last message received was an advisory regarding cabin vertical speed. That sequence of messages could not be independently verified.

Airbus Industries confirmed the loss of the airplane while still maintaining the status of the airplane officially as missing.

At 14:35Z Air France extended their sincere condolences to the family members of passengers and crew on board of the airplane. Psychological assistance is available at Charles de Gaulle Airport in France as well as at the airport in Rio de Janeiro.

The French BEA (Bureau for Accident Investigation) have opened an investigation into the loss of the A330 joined by Airbus Industries.

Air France has set up hotlines for family members at 0800 800 812 within France, 0800 881 20 20 within Brazil and +33 1 57 02 10 55 from other countries.

According to the FAB the airplane was tracking from waypoint INTOL to waypoint TASIL (entry point into Senegal airspace), positions reports would have put the airplane approximately 450nm northnortheast of the Island of Fernando de Noronha and right in the largest red zone on the infrared weather satellite image by NASA at 02:14Z. Weather Services said, that clouds and severe turbulence reached up to 55000 feet in that area.

The FAB confirmed, that the pilot of a TAM Linhas Aereas flight from Europe to Brazil reported bright spots on the ocean surface in Senegal's airspace. Senegal conducted a search in that area including having the vessel "Douce France" combing the area, the search however found no trace of the missing airplane. Earlier media reports had suggested, that the "Douce France" had found debris of the airplane in the same area, in which the TAM pilot had spotted the bright spots.

The United States have pledged support in the search of the missing airplane, especially satellite imagery and analysis thereof.

This marks the first loss of an Airbus A330 in commercial operation ever. Four hull losses of Airbus A330s had occured in non-commercial flights.

The sequence of messages reportedly received via ACARS raises memories of the Accident: Qantas A333 near Learmonth on Oct 7th 2008, sudden inflight upset injures 74 people on board and Incident: Qantas A333 near Perth on Dec 27th 2008, navigation system problem, and turns attention towards the emergency airworthiness directive released by both FAA and EASA, see also EASA issues updated emergency directive regarding Airbus A330 and A340 ADIRU issues.



Term Explanation
Normal Law: Regular operating mode of the fly by wire (FBW) including all protections.
Alternate Law: Some of the protections in normal law, the regular operating mode, are dropped.
Direct Law: The controls (sidestick) inputs are converted into direct movements of control surfaces without computations or checks.
ADIRU: Air Data and Inertial Reference Unit provides air data (airspeed, altimeter, ...) and positional data (attitude, position) to the instruments
ISIS: Integrated Standby Instrument System is a completely independent, self contained system providing a third independent set of basic instruments (attitude indicator, altimeter, airspeed indicator) to the crew
PRIM 1: Flight Control primary computer #1, three of them monitor each other, one of them controls the control surfaces as master
SEC 1: Flight Control secondary computer #1, each of the two can control all airplane control surfaces in direct law and can become master in case of failure of all primary flight control computers.







embora "eu" ache que o pitot não tem nada a ver com essa estória....entenda como ele opera..

Marinha encontra 50º corpo de vítima do voo 447


Mais um corpo de uma das vítimas do acidente com o voo 447 da Air France foi encontrado no Oceano Atlântico hoje pela corveta Caboclo. Com isso, sobe para 50 o número de corpos resgatados, segundo informou o assessor de comunicação da Marinha, Giucemar Tabosa. Segundo a Aeronáutica, a operação, que atingiu 1.000 horas de voo, foi realizada conforme o planejado e as condições meteorológicas não comprometeram as missões de busca.

Também hoje chegaram a Fernando de Noronha os seis últimos corpos que haviam sido resgatados do mar pelo navio francês Mistral. Os outros 43 já foram encaminhados para perícia.

12 de jun de 2009

Voo 447: Perícia reforça hipótese de que avião se partiu




O exame preliminar nos corpos de 16 das 228 vítimas do voo 447 da Air France (Rio-Paris) reforça a hipótese de que ao menos parte do Airbus A330 se desintegrou antes de cair no Oceano Atlântico. A maioria dos cadáveres já analisados pelos legistas em Fernando de Noronha chegou despida ou apenas com roupas mínimas, sinal de que as vestes podem ter sido arrancadas pela ação do vento. Resta ainda fazer um mapeamento dos assentos em que se encontravam essas vítimas, o que pode indicar a forma como a estrutura se partiu

A perícia inicial permite ainda afastar, pelo menos por enquanto a possibilidade de fogo ou explosão na aeronave, uma vez que não foram detectadas queimaduras em nenhum dos corpos. O resultado das necropsias deve ajudar o Escritório de Investigações e Análises para a Aviação Civil da França (BEA) a traçar a provável dinâmica do acidente, sobretudo se as caixas-pretas não forem encontradas

Embora os corpos tenham sido resgatados relativamente íntegros, quase todos apresentavam múltiplas fraturas - nos membros superiores, inferiores e na região do quadril. Os exames que servirão para atestar a “causa mortis” começaram a ser feitos na manhã de ontem pelo Instituto de Medicina Legal (IML) do Recife. Mas, diante das evidências, tudo indica que tenha ocorrido politraumatismo ocasionado pelo choque com a água em alta velocidade. A possibilidade de afogamento, o que indicaria uma morte posterior à queda do avião, não havia sido verificada até a tarde de ontem. Nos cadáveres, não havia água nos pulmões - o que caracterizaria o afogamento

Além do estado geral dos cadáveres, a tese de desintegração da aeronave é confirmada por outros dados do acidente. De acordo com mapas produzidos pela Força Aérea Brasileira (FAB), as equipes de resgate encontraram duas linhas de corpos, distantes 85 quilômetros uma da outra, próximas do ponto virtual de navegação aérea chamado de Tasil. Se o avião tivesse chegado inteiro ao mar, dizem investigadores ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo, os corpos deveriam estar próximos, mesmo depois de mais de dez dias à deriva. Até agora, a única peça grande retirada do mar foi o estabilizador vertical, onde está fixado o leme, um dos apêndices direcionais do avião. O restante do material recolhido estava disperso em um “mar de destroços”, como afirmou nesta semana a Marinha. A aeronave da Air France desapareceu no Oceano Atlântico, no dia 31 de maio, com 228 pessoas a bordo durante o trajeto Rio de Janeiro-Paris. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

TAM fez pintura da Copa de 2014 em seu A330-200

Funchal ( Ilha da Madeira ) - Portugal da Aerosoft




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10 de jun de 2009

41 corpos até agora


RECIFE (Reuters) - As equipes de resgate recolheram nesta terça-feira mais 17 corpos de vítimas do voo 447 da Air France que caiu no oceano Atlântico com 228 pessoas a bordo, elevando o total para 41 corpos retirados do mar até o momento, informaram a Marinha e a Aeronáutica.

Os primeiros 16 corpos resgatados pelas equipes de busca foram levados por dois helicópteros da FAB nesta manhã a Fernando de Noronha e devem ser levados na tarde de quarta-feira para o Recife.

"Todos os corpos que foram avistados até o momento foram recolhidos. Não existe nenhum corpo que foi avistado e ficou na água", afirmou o brigadeiro Ramon Borges Cardoso, diretor do Departamento de Controle do Espaço Aéreo da Aeronáutica.

Os corpos levados a Noronha estavam a bordo da fragata Constituição da Marinha, que os recolheu do mar no fim de semana junto com um navio francês. A fragata aproximou-se de Fernando de Noronha para que os helicópteros da Força Aérea Brasileira pudessem levar os corpos até a ilha.

Os outros 25 corpos estão a bordo da fragata Bosísio, da Marinha. Estes também serão transportados posteriormente para Noronha com a ajuda dos helicópteros.

Em Fernando de Noronha serão realizados "inspeção visual, coleta de material genético (DNA), coleta de impressões digitais e a catalogação dos corpos, vestimentas e objetos resgatados juntos a cada vítima", informou em nota a Polícia Federal.

Após essa primeira análise, os corpos serão encaminhados para o Instituto Médico Legal no Recife. "Os exames de DNA, quando houver necessidade, serão realizados no laboratório da Polícia Federal em Brasília," disse a PF.

Segundo o IML do Recife, peritos franceses chegaram à cidade para trabalhar na identificação dos corpos.

As equipes de buscas também têm recolhido do mar destroços da aeronave, que serão repassados à Air France posteriormente para que as investigações sobre as causas do acidente sejam feitas.

AMPLIAÇÃO DAS BUSCAS

A partir da quarta-feira, as buscas serão ampliadas, já que as aeronaves brasileiras poderão passar sobre áreas que estão sob a jurisdição do controle aéreo de Dacar, o que até agora não havia ocorrido.

"Amanhã, estaremos ampliando a nossa área de busca para o setor Norte, onde, provavelmente, nós poderemos fazer novos avistamentos e os navios fazer os recolhimentos desses corpos", disse o brigadeiro.

Além disso, o submarino nuclear Émeraude e o navio anfíbio Mistral, da Marinha da França, chegarão ao local. O navio de pesquisa Porquoi Pás e um rebocador de alto mar estarão lá na sexta-feira, enquanto que outro rebocador chegará no dia 18.

Até a noite de terça-feira, a operação de buscas contava com 14 aeronaves, sendo 12 da Força Aérea Brasileira (FAB) e duas da França, e cinco navios da Marinha brasileira e uma fragata da Marinha da França. Participam da operação 255 militares da FAB e 570 da Marinha.

Segundo o brigadeiro, até o momento não houve pedido do governo francês para que os navios brasileiros auxiliem nas investigações das causas do acidente. O brigadeiro revelou que três investigadores franceses enviados ao Brasil já voltaram para a França, e outros dois chegarão ao país na quarta-feira.

SENSORES

Nesta terça-feira o Ministério Público do Rio de Janeiro instaurou inquérito para que a Air France e a TAM, que usam aeronaves fabricadas pela Airbus, troquem os sensores de velocidade de seus aviões num prazo de seis meses.

Um problema nos sensores de velocidade é apontado como possível causa para o acidente com o voo AF 447. A própria Airbus já havia recomendado a troca do equipamento e, segundo a Air France, a substituição foi iniciada no dia 27 de abril.

No Brasil, a TAM informou que desde 2007 vem realizando a troca dos sensores de velocidade de seus aviões Airbus A330, após ter recebido uma notificação da fabricante de aeronaves. A companhia área disse que todos os seus aviões do modelo já foram modificados.


O avião Airbus ACJ-319 da Força Aérea Brasileira que realiza o transporte do presidente Luiz Inácio Lula da Silva também passou por uma modificação em seus sensores de velocidade por recomendação da fabricante, informou a FAB.

Na França, um sindicato dos pilotos disse que a Air France vai substituir os chamados tubos de pitot, que medem a velocidade, de todas as suas aeronaves Airbus A330 e A340.

A agência francesa de investigação de acidentes aéreos disse que é cedo para apontar a causa do desastre, mas admitiu que aparentemente houve problemas com a leitura de velocidades da aeronave.

Há especulações de que os sensores teriam congelado, gerando dados errados que poderiam ter confundido os computadores de bordo e os pilotos.

(Reportagem adicional de Bruno Domingos em Fernando de Noronha, Pedro Fonseca no Rio de Janeiro e Crispian Balmer de Paris; Edição de Eduardo Simões)

Fonte: O Globo

9 de jun de 2009

A319 takeoff

Aviões da TAM tiveram sensores trocados, diz presidente


o presidente da TAM, David Barioni, afirmou nesta segunda-feira, 8, que os sensores de velocidade dos 124 aviões Airbus da companhia já foram trocados, seguindo recomendação feita em 2007 pela fabricante das aeronaves. Uma suposta falha na peça poderia ter causado o acidente com o voo 447 da Air France, que desapareceu na noite de 31 de maio na costa brasileira. "A orientação foi 100% aplicada", afirmou Barioni ao chegar para o almoço do Grupo de Líderes Empresariais (Lide), na capital paulista.

O executivo informou ainda que a única orientação da Airbus recebida após o acidente com o voo 447 da Air France foi em relação aos procedimentos dos pilotos em caso de turbulência. De acordo com Barioni, tratam-se de reforço às recomendações que já constam do manual das aeronaves.

Falhas nos sensores que medem a velocidade da aeronave estão sendo investigadas como uma das possíveis causas do acidente com 228 pessoas, ocorrido durante o trajeto Rio de Janeiro-Paris. Na sexta-feira, um memorando enviado pela Air France aos seus pilotos informou que a empresa aérea está substituindo os sensores de velocidade de todos os seus jatos da Airbus. Os pilotos da companhia francesa ameaçaram não voar até a troca do equipamento.

Nesta segunda-feira, o diretor-operacional da Airbus, John Leahy, afirmou que o A330 é um avião "muito confiável". Para ele é cedo demais para tirar conclusões sobre as causas do acidente, segundo informou a AFP.

Leahy disse que o A330 está em operação há 15 anos e é um "burro de carga do setor mundial de transporte". "Temos hoje 600 aviões (A330) voando e 400 encomendados. "Vamos deixar que os investigadores continuem as investigações", afirmou.

Fonte: Estadão
diretodapista.blogspot.com

8 de jun de 2009

eita...eita....rs

http://www.jucelinodaluz.com.br/acidente_airfrance.htm

Equipes já resgataram 16 corpos de vítimas do voo 447


As equipes de busca já resgataram um total de 16 corpos de vítimas do acidente do Airbus da Air France, voo AF 447. Segundo informou na noite deste domingo (07/06) o tenente-coronel da Aeronáutica Henry Munhoz, também foram localizados dezenas de componentes estruturais das aeronaves. A fragata Constituição, da Marinha brasileira, está transportando nove desses corpos para Fernando de Noronha e a previsão de chegada é terça-feira. Quatro dessas vítimas são do sexo masculino, quatro do sexo feminino e uma ainda não teve o sexo identificado

Na tarde de hoje, outros oito corpos foram resgatados pela fragata da Marinha francesa Ventose. Henry Munhoz disse que a identificação dos corpos, que será feita pelo Instituto Médico Legal (IML) do Recife, é de responsabilidade das polícias Federal e Civil. Para a identificação dos corpos, as polícias Federal e Civil trabalharão com dados genéticos e impressões digitais

Munhoz informou ainda que a busca continuará nos próximos dias, com 14 aeronaves, sendo 12 da Força Aérea Brasileira e duas da França. A operação conta ainda com cinco navios brasileiros e uma fragata francesa. A busca e resgate de corpos está sendo feita pela Marinha brasileira e pela Força Aérea do País; a procura por pertences dos passageiros é feita pela empresa aérea enquanto a investigação do acidente é de responsabilidade das autoridades francesas. Segundo a Aeronáutica, o ponto em que se concentram os destroços está situado a cerca de 1,15 mil km do Recife, o que denota uma complexidade logística da operação.

4 de jun de 2009

Air France 447...um mistério a se desvendar....


Não será nada fácil localizar os destroços submersos do A330, se é que se poderá encontrar pedaços maiores que os já vistos. A situação do que foi observado pela FAB ontem, com duas linhas de restos ao longo de quilômetros, é um reforço às declarações do presidente da companhia ao falar da sequência de alarmes automáticos enviados pelo sistema ACARS ao centro de operações. Segundo Pierre-Henri Gourgeon “várias mensagens falavam em partes do avião em pane ou quebradas. A sucessão de alertas sinalizava algo nunca visto, uma grande dificuldade. Alguma coisa muito diferente dentro do jato”. O presidente calcula que a última mensagem foi recebida pouco antes do choque com o mar.

Pilotos e técnicos que analisam as informações acreditam que os quatro minutos dessa sequência representam um mergulho dramático e descontrolado a partir da altitude de 35 mil pés, o que daria uma razão de descida de mais de 8 mil pés por minuto. Em uma situação como essa, o colapso estrutural é considerado provável - e um dos últimos alarmes indicava despressurização – tendo sido o ocorrido com o Boeing da Gol no Mato Grosso, que se despedaçou no ar antes de bater no solo. Vale reforçar que a elucidação da tragédia do AF447 pode caminhar muito nos dados do sistema ACARS - nem todas as mensagens enviadas contemplam apenas leituras automáticas de parâmetros. Há casos, por exemplo, em que o programa reportou um pedido de médico requisitado para um passageiro. Em outro, informava que também um passageiro havia se queixado da perda da câmera fotográfica, caída num compartimento sob a poltrona ao qual não há acesso. Em ambas as situações os dados teriam sido inputados no sistema.

O local provável da queda fica em plena cordilheira Meso-Oceânica, ponto no qual as placas tectônicas se afastam, liberando parte da subcrosta - os rochedos de São Pedro e São Paulo são a única ocorrência geológica desse tipo no mundo. Ali a profundidade é de 4.700 metros, a topografia submarina é repleta de escarpas e possui fortes correntes.

A esperança dos técnicos é localizar o sinal do Underwater Locator Beacon (ULB), o transmissor de 37,5 khz é acionado em caso de submersão pelo Cockpit Voice Recorder (CVR) e pelo FDR (Flight Data Recorder), as duas caixas-pretas. Os equipamentos aguentam impactos de 3.400 Gs e a pressão até pouco mais de 6 mil metros. Ficam instalados em um compartimento especial sob o leme de cauda. As baterias tem vida útil de seis anos, mas a carga do ULB resiste por 30 dias – mas há casos em que ainda se achou o sinal com o dobro do tempo, como na recuperação de um CVR na costa da África do Sul a 4.500 metros de produndidade. Há quem duvide que, em circunstâncias como as registradas na região, o sinal possa ser captado a tal profundidade, dada a quantidade de obstáculos para a sua dissipação.

O mais provável é que a busca use aparelhos como o side scan sonar, um rastreador submarino. Trata-se de um emissor potente de ondas que é rebocado, no formato de um peixe. É capaz de registrar anomalias em subsuperfície indicadoras de áreas petrolíferas. Por isso, qualquer objeto pousado no fundo é reconhecido e reproduzido com alto nível de detalhe e localização. Para completar o serviço, será preciso acionar os ROVs, pequenos robôs submersíveis controlados da superfície. Uma operação cara e que pode durar semanas ou meses, isso se não tiver de ser interrompida pelo mau tempo.

Na outra ponta da história, as causas do acidente, as discussões caminham para a questão da passagem pela ICTZ, a chamada Zona de Convergência Subtropical, no qual formam-se tempestades gigantescas. As formações de Cumulus Nimbus podem chegar a 400 milhas de diâmetro e necessariamente precisam ser evitadas. Reza o manual que o piloto, ao deparar-se com uma dessas em sua rota, deve efetuar um desvio de pelo menos 20 milhas. Não é recomendável passar por dentro ou sobre os CBS, dada a possibilidade de ocorrência das turbulências que podem ter atingido o A330 e iniciado a sequencia de eventos. O problema está justamente no desvio: comandantes que passaram no mesmo dia pela área disseram que a comunicação por rádio ali estava muito ruim, o que os impedia de pedir autorização ao controle de Dacar para um eventual desvio. Outros, experientes, afirmam que nessa época do ano pilotam com os dois olhos no parabrisas, tentando ver se o clarao das descargas elétricas indica formações de CBs à frente - os radares de bordo podem informar isso, mas são suscetíveis a panes por uma questão até prosaica: embora sejam duplos e redundantes, são abastecidos por uma só antena.

Outra consideração interessante é a que diz respeito ao efeito da turbulência severa. Em casos assim, se a ela se seguiu algum tipo de falha elétrica, a desorientação no cockpit é uma possibilidade real, com os pilotos sem condições de reassumir o comando da aeronave. É importante lembrar que o Airbus é regido por um computador, que rege os parâmetros de vôo e entra em ação para mante-los dentro das coordenadas previstas. Diante de um movimento brusco, o sistema tende primeiro a reagir estabilizando a aeronave, até que a tripulação possa tomar as decisões que precisar. A turbulência combinada à pane elétrica - um raio continua sendo algo plausível, uma vez que descargas elétricas de alta intensidade são registradas sobre as formações de CBs - teria anulado essa capacidade, deixando todo o trabalho para quem estava no jpystick em uma condição de atuar comprometida pela movimentação do jato.

Fonte: Glide Slope - Jblog Slot

Nota COMAR


O Comando da Aeronáutica informa que durante as buscas realizadas na noite de hoje (03/06), uma aeronave R-99 da Força Aérea Brasileira (FAB) identificou às 03h40 (horário de Brasília), mais 04 (quatro) pontos de destroços, 90 km ao sul da região inicialmente coberta pelas aeronaves da FAB.
A tripulação a bordo do R-99 observou a seguinte disposição dos pontos detectados:

- Vários objetos espalhados numa área circular de 5 km de raio;

- 01 (um) objeto de 7m de diâmetro;

- 10 (dez) objetos, sendo alguns metálicos; e

- mancha de óleo com extensão de 20 km.

Durante a madrugada, outras cinco aeronaves militares decolaram de Natal-RN com destino à área de buscas, sendo 03 (três) C-130 Hércules da FAB, 01 P-3 Orion da Força Aérea dos Estados Unidos e 01 Falcon 50 francês, oportunidade em que se percorrerá cada ponto identificado pela aeronave R-99, a fim de se obter maiores informações dos objetos detectados.

No total, onze aeronaves estão mobilizadas na Base Aérea de Natal e em Fernando de Noronha para o trabalho de busca.

Cinco navios da Marinha do Brasil estão navegando em direção à área de buscas, com previsão de chegada do primeiro deles (navio patrulha Grajaú) nesta manhã. Outros 03 navios mercantes de nacionalidade holandesa e francesa já chegaram ao local das buscas na noite de ontem e irão auxiliar no resgate dos destroços encontrados no mar.

O Centro de Coordenação de Resgate de Dakar enviou documento para o SALVAERO Recife, agradecendo aos esforços do Brasil e informando sobre o encerramento das operações de busca na FIR Dakar. No entanto, continuarão a contribuir com a operação de busca do Brasil, com a coordenação de aeronave AWACS (aeronave radar) da Força Aérea Francesa, que sobrevoará uma área no limite daquela FIR com a FIR Atlântico (Brasil), em busca de objetos sobre a superfície do oceano.

O Centro de Comunicação Social da Aeronáutica (CECOMSAER) esclarece que, à luz do parágrafo 5.3 do Anexo 13 da Convenção de Aviação Civil Internacional (Convenção de Chicago), o responsável pela investigação do voo AF 447 será a França, por meio de seu órgão de investigação Bureau D’enquêtes et D’Analises (BEA), com o necessário apoio do setor correspondente do Brasil, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA).

O CECOMSAER informa, ainda, que dois investigadores do órgão francês já se encontram no Brasil, em coordenação com o investigador encarregado do CENIPA, sendo apoiados pelo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA III), no Rio de Janeiro, e pelo SERIPA II, em Recife-PE.

O Comando da Aeronáutica informou que ontem, 2 de junho, aviões da Força Aérea Brasileira realizaram a cobertura de toda a área de 10 mil quilômetros quadrados previstos para a busca.

Às 12h20 (horário de Brasília), a cerca de 700 km a nordeste da ilha de Fernando de Noronha, foram localizados destroços (peças brancas e fiação) e manchas de óleo dispersas longitudinalmente por cerca de 5 km, conforme imagem na matéria.

As buscas prosseguiram durante a noite, inicialmente com o avião R-99 e, durante a madrugada, com as três aeronaves C-130 Hércules, de forma que no decorrer do dia hoje, 3 de junho, toda a área de busca foi coberta pelos observadores das aeronaves.

Aproximadamente 100 (cem) militares da Força Aérea Brasileira estão diretamente envolvidos nas operações de busca do vôo 447 da Air France. Além dos militares as seguintes aeronaves e embarcações fazem parte do resgate:

- 01 aeronave Amazonas (SC-105 2810) para realização de buscas;
- 03 aeronave Hércules (C-130 2474, KC-130 2462, e C-130 2466) ;
- 01 aeronave R-99 6751 para realização de padrões de busca com utilização do radar de abertura sintética, varredura eletrônica nas freqüências de transmissão do localizador de emergência (ELT) e, caso as condições sejam favoráveis, o FLIR (equipamento infravermelho);
- 01 aeronave francesa Falcon 50;
- 01 aeronave americana P-3 Orion;
- 01 avião Embraer 110 Bandeirante de patrulha marítima (P-95 7100) ;
- 01 helicóptero Blackhawk (H-60 8906);
- 01 aeronave Bandeirante SAR (SC-95 6545);
- 01 helicóptero Super Puma (H-34 8731) disponibilizado para resgate;
- 01 navio patrulha “Grajaú”;
- 01 Corveta “Caboclo”;
- 01 Fragata “Constituição”.

E quem foi que disse que atentado terrosrista é só para explodir?


No último dia 27 de maio, quatro dias antes do acidente com o voo AF 447, que seguia do Rio de Janeiro para Paris, um homem não identificado telefonou para o escritório da companhia aérea Air France em Buenos Aires afirmando haver uma bomba em um avião da empresa que seguia naquele mesmo dia para a capital francesa.

Bombeiros, policiais e agentes especializados foram acionados e realizaram uma varredura na aeronave, sem nada encontrar.

O incidente foi confirmado à BBC Brasil por assessores da Polícia Aeroportuária argentina.

O episódio está sendo investigado por autoridades francesas e argentinas, mas, até o momento, segundo fontes da Polícia Aeroportuária, está descartada "qualquer ligação com o acidente no Brasil", que ocorreu no domingo (31).

Alerta falso

Segundo a Polícia Aeroportuária, um homem ligou por volta de 10h da manhã do dia 27 para o escritório da companhia aérea perguntando, em espanhol, quando sairia "o próximo voo" para Paris. Depois disso, ele teria afirmado que havia uma bomba no avião.

No momento da ligação, uma aeronave da Air France, que havia chegado há duas horas de Paris, estava estacionada no Aeroporto Internacional de Ezeiza, em Buenos Aires.

Depois de inspecionado, o avião da Air France decolou para a capital francesa, por volta de 17h.

O episódio também foi confirmado por um porta-voz da companhia aérea, Nicolas Petteu, em Paris.

Até o momento, as autoridades brasileiras e francesas que investigam o caso não trabalham com a hipótese de atentado no voo AF 447, que, ao que tudo indica, caiu em uma área do Oceano Atlântico próxima ao arquipélago de Fernando de Noronha.

Nesta quarta-feira, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou que a trilha de óleo encontrada pela Força Aérea Brasileira (FAB) no Oceano Atlântico é uma indicação de que não houve explosão da aeronave da Air France.

3 de jun de 2009

Rio Adventure

Airbus enviou sinais automáticos de pane por 4 minutos


Quatro minutos se passaram desde os primeiros sinais de problemas elétricos no avião da Air France que fazia o voo 447 até o desaparecimento da aeronave nas águas do Oceano Atlântico, com 228 pessoas a bordo. O Airbus A330 enfrentou, entre as 23h10 e as 23h14 (horários de Brasília), uma sequência de falhas elétricas e de equipamentos fundamentais ao voo, que levaram à perda dessas informações na cabine de comando. Parte dessas mensagens foi obtida pelo Jornal da Tarde com uma fonte da companhia.

O jato enviou pelo menos seis mensagens escritas automatizadas aos computadores da Air France, em tempo real, pelo sistema Acars (Sistema de Comunicação e Informação). Os comunicados foram traduzidos por um comandante de Airbus e mostram que o jato alertou sobre a perda de sistemas e tentativas de correção dos parâmetros eletrônicos, que entraram em pane generalizada. Falharam sistemas de referência como o Adiru (unidade que informa dados como altura e velocidades vertical, no ar e proa) e houve falha elétrica no computador principal de voo, entre outros sistemas.

Uma linha elétrica secundária chegou a assumir o comando da rede de cabos elétricos que enviam sinais para movimentar as superfícies de comando do jato - sem o que o controle do avião é virtualmente impossível. Os registros Acars começam às 23 horas, quando o comandante enviou uma mensagem manual informando sobre uma área de forte turbulência acima de nuvens de chuva carregadas de eletricidade e com fortes ventos. Dez minutos depois, outro comunicado indicava que piloto automático havia sido desconectado.

Às 23h10, surgem primeiros indícios de problemas elétricos, apontando falha no sistema principal de energia elétrica e desvio de potência para manter a navegabilidade. Nos próximos dois minutos, ao menos dois relatos eletrônicos informaram falhas nos sistemas de coleta e exibição de informações de voo. Às 23h13, falharam o computador primário de voo e um sistema auxiliar, responsável por comandar partes móveis da asa. Às 23h14, houve aumento na “velocidade vertical da cabine”. Segundo pilotos, isso pode indicar despressurização ou até que, a essa altura, o A330 já estivesse em queda. As informações são do Jornal da Tarde.

2 de jun de 2009

Região onde avião sumiu enfrenta clima 'anômalo', diz meteorologista



Photobucket


A região norte da ilha de Fernando de Noronha, local de onde o avião da Air France teria enviado um sinal de pane elétrica, está exposta a tempestades nessa época do ano.

As atividades climáticas na região estão "especialmente mais intensas" neste ano, segundo especialistas ouvidos pela BBC Brasil.

A explicação está nas águas do Oceano Atlântico, cuja temperatura se encontra até 1,5 grau acima da média histórica para esta época.

"Esse aquecimento anômalo das águas causa atividades ainda mais turbulentas entre o oceano e a atmosfera", diz Francis Lacerda, coordenadora do Laboratório de Meteorologia de Pernambuco.

Segundo ela, o fenômeno também é o responsável pelas chuvas do Norte e Nordeste nessa época do ano. "Essa é a causa das enchentes", diz.

Nas cidades mais afetadas, como em Salvador, o índice pluviométrico ficou até 80% acima da média histórica para o mês de maio.

Ventos

A ilha de Fernando de Noronha faz parte do que os cientistas chamam de zona de convergência intertropical.

Trata-se de uma zona de encontro dos ventos alíseos, que nessa época do ano estão mais fortes. O resultado é uma maior umidade, com chuvas intensas, descargas elétricas e rajadas de ventos: "a conhecida tempestade", diz Francis.

"É um cinturão de nuvens que fica circundando a linha do Equador", diz a meteorologista.

O meteorologista do Inmet Recife, Raimundo dos Anjos, diz que o sistema de convergência já está se deslocando para o hemisfério norte.

Segundo ele, a zona de convergência ainda está com "muita intensidade" ao norte de Fernando de Noronha, gerando forte nebulosidade.

O especialista diz ainda que, em momentos de forte tempestade, há registros de correntes de ar descendentes.

A costa nordeste brasileira também sofre o impacto meteorológico das chamadas "ondas de leste". Segundo Raimundo dos Anjos, essas ondas são formadas proximamente à costa africana e se propagam ao litoral brasileiro.

"Esse movimento também contribui para a formação de nuvens na região nordeste", diz.

Fonte: BBC

1 de jun de 2009

Desaparecimento de um A330 da Airfrance


Um Airbus da Air France com 228 pessoas a bordo que fazia a viagem entre Rio de Janeiro e Paris desapareceu dos monitores de radar nesta segunda-feira quando sobrevoava o Oceano Atlântico. A Força Aérea do Brasil (FAB) já iniciou uma operação de busca.

A aeronave tinha 216 passageiros – 126 homens, 82 mulheres, sete crianças e um bebê – e 12 tripulantes a bordo. A Air France confirmou não ter notícias do voo AF 447. "A Air France lamenta anunciar que não tem notícias do voo e compartilha a emoção e a preocupação das famílias afetadas", declarou uma porta-voz da companhia aérea francesa.

"O mais provável é que o avião tenha sido atingido por um raio", declarou à imprensa François Brousse, diretor de Comunicação da empresa. "O avião entrou em uma zona de tempestades com fortes turbulências, que provocaram falhas", acrescentou.

O Airbus teria entrado na zona de tempestade às 2h00 GMT (23h00 de Brasília, domingo) e enviado uma mensagem automática de falha no circuito elétrico às 2h14 GMT (23h14 de Brasília), informou a Air France. Uma fonte aeroportuária em Paris informou que o avião desapareceu dos radares às 6h00 GMT (3h00 de Brasília), sobre o Oceano Atlântico, depois de ter afirmado, em um primeiro momento, que havia desaparecido perto da costa brasileira.

O avião, um Airbus A330, decolou do Rio de Janeiro às 19h00 de domingo e deveria pousar às 11h10 de Paris (6h10 de Brasília) no aeroporto Charles de Gaulle. Entre as duas cidades são 9.145 km e o voo dura aproximadamente 10 horas e 20 minutos, quase todo sobre o Atlântico.

Sem esperança
Outra fonte do aeroporto parisiense declarou que não há nenhuma esperança para o avião da Air France. "Em sua última comunicação, o capitão de bordo afirmou que aconteceram turbulências e depois o contato foi perdido", afirmou esta fonte, que pediu anonimato.

Aviões da Força Aérea do Brasil iniciaram as buscas pela aeronave a partir da ilha de Fernando de Noronha, informou a Aeronáutica. Um porta-voz da FAB explicou que a aeronave já não foi vista pelos radares na Ilha do Sal, no Oceano Atlântico, e por isto a Força Aérea foi mobilizada para iniciar as operações de busca.

"Quando as aeronaves cruzam o Atlântico, fazem contatos por rádio para informar sua posição. O último contato deste avião aconteceu às 1h30 GMT (22h30 de Brasília). Outro contato por rádio foi programado para as 2h20, mas já esta comunicação já não foi possível", afirmou o porta-voz.

Busca eletrônica
A Aeronáutica então iniciou uma busca eletrônica da aeronave, tentando diversas frequências de rádio. Quando o avião não foi detectado pelo radar da Ilha do Sal, a Força Aérea decidiu preparar a operação de busca e salvamento.

Foram enviados dois aviões para sobrevoar a zona do Oceano Atlântico ao noroeste da ilha de Fernando de Noronha. Uma das aeronaves decolou do aeroporto de Salvador e outra de uma base aérea de Recife.

França
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, pediu ao governo que faça todo o possível para encontrar o rastro do avião, anunciou o Palácio do Elisée, sede da presidência francesa. "Informado esta manhã da perda de contato com um Airbus A330 da Air France, o presidente da República expressou sua profunda inquietação", afirma um comunicado da presidência.

O aeroporto parisiense criou uma célula de crise durante a manhã, assim como o aeroporto Tom Jobim no Rio de Janeiro, que deve receber as famílias dos passageiros e dar informações sobre o voo.