30 de set de 2009

Pássaros Moídos



Parece uma cena de um filme de Hitchcock e é, na verdade, assustador. Um grande grupo de pássaros parece "atacar" um avião da Germania Airlines que decola do aeroporto de Dusseldorf, na Alemanha, com 80 pessoas a bordo, rumo a Kosovo. Na foto dá para ver manchas de sangue na fuselagem e na entrada da turbina direita da aeronave. Acredita-se que dezenas de aves tenham sido sugadas pela turbina, o que colocou seriamente o avião sob risco de queda ao atingir cerca de 360 quilômetros por hora.

Sêneca II - Carenado





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Acidente mutila fiscal da Infraero no Aeroporto da Pampulha


Hélice de monomotor atinge funcionário na pista do terminal da Pampulha.
Agência de Aviação Civil inicia nesta quarta-feira a investigação.

Peritos da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e da Força Aérea Brasileira (FAB) realizam na manhã desta quarta-feira levantamentos técnicos para apurar a causa de um acidente que feriu um fiscal de pátio na terça-feira à noite no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte. William José Cordeiro, de 46 anos, foi atingido pela hélice de um avião que fazia manobras. Em estado grave, ele foi levado num helicóptero da Polícia Militar para o Hospital de Pronto-Socorro João XIII (HPS), onde foi submetido a uma cirurgia. Willian está internato no Centro de Terapia Intensiva (CTI), e seu quadro clínico é estável. De acordo com a assessoria do hospital, ele respira com ajuda de aparelhos, mas responde bem ao tratamento.

O acidente ocorreu por volta das 18h. William Cordeiro, que trabalha há 23 anos na Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), estava no pátio para sinalizar o local em que a aeronave estacionaria, procedimento conhecido como parqueamento. O avião, um monomotor Piper PA 28 Cherokee, prefixo PT-DZR, tinha pousado e já havia encostado na área própria, ao lado de outras aeronaves, quando William foi atingido por uma das pás da hélice.

O fiscal foi jogado na pista, com o braço direito dilacerado, com o tórax e abdome abertos. Segundo colegas que o socorreram, era possível ver seus órgãos internos. Ele também sofreu um corte na perna direita. Uma médica da Infraero foi ao HPS e, segundo informou, órgãos vitais de William, como pulmão, rins e fígado, não foram atingidos, o que deixou parentes mais tranquilos no hospital.

O avião vinha do aeroporto Carlos Prates, na Região Noroeste de Belo Horizonte. A Infraero não soube informar se a aeronave passava por manutenção. na terça-feira mesmo, equipes das polícias Federal, Civil e Militar estiveram na Pampulha para investigações. O piloto e copiloto prestaram declarações a investigadores da FAB e foram liberados. Com capacidade para quatro pessoas, o avião não transportava passageiros.

28 de set de 2009

UMA CARREIRA PARA DECOLAR


Além de pilotos, o crescimento do setor no Brasil deve abrir oportunidades para aeroviários, comissários e mecânicos

Quantidade de profissionais capacitados não acompanha o crescimento do tráfego aéreo no país. O apagão de pilotos levou a Anac a custear aulas práticas em diferentes regiõesPilotos e outras profissões relacionadas à aviação podem garantir o seu embarque no mercado de trabalho. O tráfego aéreo de passageiros cresceu 6,5% apenas no primeiro semestre deste ano ante o mesmo período de 2008, de acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), abrindo portas para muitas vagas.

Atualmente, são mais de 12 mil aeronaves – incluindo aviões e helicópteros civis de todas as categorias – responsáveis por transportar mais de 50 milhões de pessoas por ano no país. Mas na contramão do crescimento, faltam profissionais qualificados dispostos a seguir carreira, em terra e no ar, apontam especialistas do setor.

– Há carência principalmente de pilotos com experiência. Muitos, após a paralisação das atividades da Vasp, Transbrasil, Varig, Rio Sul, Nordeste e BRA, optaram por trabalhar no Exterior, onde salários e benefícios são mais atrativos – explica Graziella Baggio, presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas.

Juliano Noman, superintendente de Serviços Aéreos da Anac, discorda. Para ele, o problema não é a falta de mão de obra, mas a dificuldade de formar gente em um curto prazo.

– Temos profissionais suficientes. Mas precisamos treinar pessoas para suportar o crescimento que esperamos para os próximos anos – pondera o superintendente.

De acordo com Noman, é possível formar técnicos entre 12 meses e 18 meses. Porém, fazer com que a carreira decole no setor da aviação nem sempre é tarefa fácil de ser executada. Os cursos são caros para todos os cargos, argumenta Graziella:

– O investimento no aprendizado é alto. E os salários não atraem mais.

Investimento na formação é expressivo

Luiz Augusto Jaborandy, 23 anos, confirma que o retorno do alto investimento para começar a carreira muitas vezes só começa a aparecer a partir do terceiro ano de profissão, como estimam também os especialistas. Em 2007, acompanhando o pai, piloto militar em viagem aos Estados Unidos, conquistou as habilitações americanas de piloto privado, privado de helicóptero, voo por instrumento, comercial (de linhas áreas e táxi aéreo) e bimotor.

– É um diferencial para a carreira. O inglês é valorizado, principalmente a linguagem técnica. Sem contar a experiência adquirida em aviões cuja tecnologia é muitas vezes superior à nossa – avalia Jaborandy

De volta a Brasília há seis meses, o estudante do curso superior de aviação civil comemora a aprovação da experiência pela Anac. Isso porque, para validar a formação americana no Brasil, ele passou por provas teóricas e práticas elaboradas pelo órgão.

Fonte: Correio Braziliense via Zero Hora - Foto: Fernando Gomes (BD), desastresaereosnews.blogspot.com

"O dinheiro para a aviação está na China"


A escassez de crédito não deixou incólume o setor aéreo mundial. Em outubro de 2008, a expectativa era de que faltariam US$ 20 bilhões no mercado para a compra de aviões novos. Pela primeira vez em três anos, a Boeing Capital Company (BCC), braço financeiro da fabricante americana de aeronaves, foi obrigada a financiar os clientes de sua controladora. Normalmente, a empresa apenas estrutura os empréstimos, que são oferecidos por outras instituições. Com a crise, a BCC acelerou a busca por fontes de crédito para os compradores de aviões da Boeing. Em entrevista à DINHEIRO, o vice-presidente da BCC, Tim Myers, falou da procura por substitutos locais que possam ocupar no mercado o espaço de bancos europeus e americanos. Segundo ele, instituições de Brasil e China são alternativas em potencial.

DINHEIRO - O que o traz ao Brasil?

TIM MYERS - Três coisas: a necessidade de fortalecer a relação da Boeing com as companhias aéreas, estreitar nossos laços com bancos e instituições financeiras locais e, principalmente, tentar encontrar fontes alternativas de financiamento para os compradores de nossos aviões.

DINHEIRO - Mas a função da BCC não é exatamente oferecer esse financiamento?

MYERS - Não é algo que goste de ver publicado na imprensa, mas a verdade é que nossa função é oferecer financiamento a clientes quando não há mais ninguém financiando compra de aviões no mercado. Por três anos e meio, não houve necessidade de atuarmos. Mas em outubro do ano passado tudo mudou e neste ano já tivemos que financiar alguns clientes. No fundo, somos a última opção para as companhias aéreas conseguirem recursos. Mesmo porque, se tiverem alternativa, é melhor para elas, já que, em comparação a bancos e instituições tradicionais, nossas taxas não são competitivas, nem é o objetivo que sejam.

DINHEIRO - Desde que voltou ao mercado, quanto a BCC já financiou?

MYERS - Em outubro de 2008, o mercado estimava que faltaria algo como US$ 20 bilhões em financiamentos para a compra de aviões em todo o mundo, e que por isso as fabricantes teriam que reduzir em 20% sua produção. Nós decidimos reavaliar isso internamente. Após consultar instituições de crédito e os clientes e analisar a estimativa de mercado da própria Boeing, chegamos a um número diferente. Para nós, haveria uma falta de zero a US$ 4,5 bilhões em todo o mundo. Desse total, US$ 1 bilhão seria a fatia da Boeing e, portanto, teria que ser financiada pela BCC. Até agora, financiamos apenas US$ 600 milhões, o que é bastante positivo, pois está dentro de nossas expectativas.

DINHEIRO - Se não há problema de recursos, qual tem sido a dificuldade para as empresas aéreas encontrarem financiamento?

MYERS - O problema não é só a escassez de recursos, mas a própria economia. Por um lado, as companhias têm sofrido com rentabilidades mais baixas e menores índices de ocupação. Isso afeta diretamente seus negócios e sua classificação de crédito. Por outro lado, os bancos estão mais conservadores, muitos deles passando por mudanças profundas em seus modelos de negócio, cujo efeito é uma redução no volume de recursos para o financiamento de aviões.

DINHEIRO - Foi nesse contexto que a BCC voltou a financiar a compra de aviões da Boeing?

MYERS - Uma das metas da BCC é que nenhum avião saia da linha de produção sem um plano de financiamento já aprovado. Isso não é tão fácil como parece. No caso de empresas como (a brasileira) Gol, (a australiana) Qantas e outras do mesmo nível, não há dificuldade em encontrar alguém disposto a financiar a operação. Mas há outras companhias cujo perfil não facilita esse trabalho. É aí que entramos. A nossa intenção, porém, é que todos os financiamentos sejam feitos por terceiros.

DINHEIRO - A intenção da BCC é sair desse mercado o quanto antes?

MYERS - Nosso objetivo não é sair do mercado completamente, pois é um negócio rentável, embora essa não seja sua principal função para a Boeing. Somos uma ferramenta que auxilia nas vendas dos aviões da companhia. Além disso, por vezes vale a pena pagar para ter a experiência num negócio como esse, que pode ajudar a elevar os retornos sobre nossa frota própria, que hoje conta com 340 aeronaves. Também porque há alguns ativos que simplesmente ficarão empacados na fábrica se não houver alguém financiando os compradores. A dificuldade, claro, é saber onde colocar o dinheiro, se na produção industrial ou na empresa financeira. O negócio da Boeing é fabricar aviões, não ser um banco ou uma empresa de leasing. Não podemos estrangular a produção em nome dos negócios na área financeira.

DINHEIRO - E as empresas de leasing aeronáutico? Elas não podem atender à demanda por crédito das aéreas?

MYERS - As empresas de leasing estão numa situação muito delicada. Pelo menos muitas delas estão. Se antigamente elas ofereciam liquidez ao sistema, hoje elas tomam liquidez do mercado. Elas estão competindo por recursos de bancos com as próprias companhias aéreas para as quais fazem os leasings de seus aviões. E, em média, por região, elas são responsáveis, ou eram, por 30% a 40% dos financiamentos às aéreas.

DINHEIRO - O que mudou para elas?

MYERS - Seu próprio modelo de negócio teve de ser revisto. O que elas geralmente faziam era comprar os aviões dos fabricantes utilizando financiamentos de curto prazo, de dois a três anos. Depois disso, criavam "pacotes" de 20 a 30 aviões que, então, eram securitizados no mercado (a dívida era "vendida" a uma empresa securitizadora). Além de tirar o risco da operação, isso trazia fundos suficientes para rolar as dívidas de curto prazo. No fim, criava disponibilidade de caixa para adquirir novos aviões. Isso não existe mais. A securitização está muito cara, o custo do dinheiro explodiu e o retorno sobre o capital investido despencou.

DINHEIRO - Todas as empresas de leasing estão nessa situação?

MYERS - Nem todas. Algumas conseguiram se manter por ter controladores que enfrentaram bem a crise, como é o caso da GECAS, que é parte da GE. Mas outras, como a International Lease Finance Corporation (ILFC, a maior companhia de leasing aeronáutico do mundo), foram bastante afetadas. No caso dela, por conta dos problemas com sua controladora, a seguradora AIG. Mesmo com um ótimo portfólio de produtos e bom histórico de crédito, a ILFC não tem mais de onde tirar recursos, por conta das dificuldades na AIG. Isso, para nós, é muito perturbador, pois ela é uma das maiores compradoras de aviões Boeing.

DINHEIRO - Como contornar a falta de crédito, agora que bancos e empresas de leasing estão em dificuldades?

MYERS - Uma das formas é ampliar a rede de instituições que oferece financiamentos e explorar outras áreas, como temos feito. Se nos anos 1960 e 1970 os bancos americanos dominavam esse mercado, nos anos 1980 foram os japoneses e, dos anos 1990 para cá, os europeus. Mas o modelo de negócios desses bancos mudou. Agora é preciso encontrar instituições locais que estejam dispostas a financiar a compra de aviões e ajudá-las a entrar nesse mercado. A América Latina, em especial o Brasil, e a China têm instituições que podem cumprir esse papel.

DINHEIRO - Por que essas regiões?

MYERS - Na América Latina porque o financiamento oferecido por bancos para a compra de aviões é mínimo. Isso apesar do fato de que, nos próximos 20 anos, a região - especialmente Brasil e México - deve comprar cerca de 1.700 jatos de passageiros, em avaliação feita pela Boeing. Como não se compravam aviões na região até pouco tempo atrás, não havia necessidade de bancos oferecerem crédito para isso. Mas agora a situação está mudando. Já na China, o caso é que há muitos recursos, mas poucos contatos fora do país, e isso pode ser mais bem explorado.

DINHEIRO - Como assim?

MYERS - Instituições chinesas financiam 99,9% das compras de companhias locais. Mas elas têm mais recursos que demanda. Esse dinheiro poderia ser emprestado no exterior. Há algum tempo a própria BCC tenta promover um fluxo de financiamentos entre a China e o restante do mundo. Graças a isso, eles já financiaram empresas como a Lufthansa e a British Airways. É claro, são companhias líderes, mas é um começo para que os chineses passem a financiar outras empresas, que não necessariamente sejam líderes mundiais.

DINHEIRO - Quais os riscos que esses bancos locais teriam que assumir ao entrar nesse mercado?

MYERS - Não é algo complicado, mesmo porque essa atividade é feita com base em ativos reais, aviões, e não em ativos financeiros, como carteiras de empréstimos e crédito. E também não são prédios. Se alguém deixar de pagar, podemos pegar o avião e voar para o próximo cliente. Se o banco não souber fazer a retomada do bem ou mesmo não tiver um local onde colocá-lo, podemos ajudar. Normalmente, apresentamos empresas que são especializadas nesse tipo de serviços. Mas, claro, nós mesmos podemos fazer, caso nos peçam.

DINHEIRO - A ideia da BCC é ser um facilitador, inclusive no Brasil?

MYERS - Nosso trabalho será criar uma espécie de base de dados com informações sobre empresas que conhecemos que podem ajudar os bancos em suas operações, e sobre companhias que podem se tornar suas clientes.

DINHEIRO - O trabalho da BCC tem funcionado?

MYERS - A (europeia) Airbus e outras fabricantes copiaram exatamente o que fazemos, o que mostra que provavelmente estamos fazendo bem nosso trabalho na área financeira.

Fonte: José Sergio Osse (IstoÉ Dinheiro), desastresaereos.blogspot.com

25 de set de 2009

acidente SBBR-SBGO


pelo que lí no fórum do contatoradar:


vôo VFR noturno, aeronave e tripulação homologados para IFR?
voando a noite, visumento, sem GPS, piloto recém checado que voava para o filho do patrão, falta de comando e decisão, chuva, queda na vertical, lamentável perda!!

VISUMENTO MATA!!!

24 de set de 2009

Riding with the King

Dois morrem em queda de avião em Goiás


Aeronave, que seguia de Brasília para Goiânia, ficou destruída.
Moradores disseram que chovia na hora do acidente.
Um avião de pequeno porte caiu na zona rural de Leopoldo de Bulhões (GO), na noite de quarta-feira (23). Segundo os bombeiros, duas pessoas morreram. A aeronave ficou destruída.

Os bombeiros disseram que o avião voava de Brasília para Goiânia. Nele, estavam o piloto e um advogado, filho do dono da aeronave.

Moradores da região disseram que chovia forte na hora do acidente. As causas da queda serão investigadas.

Concorde Landing

Aeroportos brasileiros veem crescer movimento doméstico e diminuir o internacional

Os sete primeiros meses do ano foram movimentados para os aeroportos brasileiros. A Infraero - empresa que administra 67 aeroportos brasileiros - registrou aumento, de janeiro a julho deste ano, de 3,51% no número de passageiros e 4,76% no movimento de aeronaves. Foram computados 69,9 milhões de embarques/desembarques e 1.288 mil operações de pousos e decolagens.

O movimento de passageiros foi maior entre os que optaram por viagens dentro do território brasileiro, com 62,5 milhões de registros. Os passageiros provenientes de vôos internacionais responderam por 7,45 milhões do total de embarques e desembarques, volume que é 5,42% inferior ao de 2008.

Durante o mês de julho, o aumento na quantidade de passageiros foi de 17,84%, em comparação com julho de 2008. Houve cerca de 12 milhões de embarques/desembarques em todo o Brasil. No setor doméstico, o crescimento foi de 22,1%, enquanto o movimento internacional registrou queda de 10,9%. O número de pousos e decolagens também subiu 5,34% durante as férias, passando de 187,4 mil (no ano passado) para 197,4 mil em julho deste ano.

No movimento acumulado de janeiro a julho, os dois principais aeroportos do Estado de São Paulo - Guarulhos e Congonhas - registraram queda no número de passageiros. O primeiro com variação negativa de 1,4% e o segundo com cerca de 6,8%.

Entre os principais aeroportos da Infraero, Salvador/BA (com 8,6%), Porto Alegre/RS (7,1%) e Fortaleza/CE (10,2%) estão entre os que mais cresceram. Somente o Aeroporto de Campinas registrou aumento de 145,9% no movimento de passageiros. A explicação está no início das operações de uma nova companhia aérea, dentre outros fatores.

O Aeroporto Internacional do Galeão (RJ) contrariou as notícias de que poderia reduzir seu movimento após a abertura de vôos no Aeroporto Santos Dumont e fechou com aumento de 4,1%. No Santos Dumont, o crescimento foi de 27,8%. Estes dois aeroportos foram inspecionados recentemente pelo presidente da Infraero, Murilo Marques Baboza. Após vistoriar o andamento das obras no Galeão, ele está apostando em um crescimento ainda mais signifitivo: "Será um aeroporto referência com a conclusão das obras. E a capacidade para um movimento maior de passageiros será significativa no Galeão", avaliou Murilo.
Fonte: Aviação Brasil

Fernando Noronha e Black Soul


Fernando Noronha - Guitarra e Voz
Ronie Martinez - Bateria
Luciano Leães - Teclado
Luciano Albo - Baixo

22 de set de 2009

Bombeiros tiveram dificuldade para retirar corpos das vítimas do acidente em Arujá (SP)




Os Bombeiros dos municípios de Arujá, Mogi das Cruzes e Guarulhos tiveram dificuldade para remover os corpos dos fernandopolenses mortos em um acidente no Pico do Pouso Alegre, na região da Grande São Paulo.

O local onde caiu o avião do empresário Raimundo Macedo é de difícil acesso e as equipes de buscas tiveram dificuldade para chegar ao local do acidente.

Os corpos foram retirados e levados para uma área aberta próximo do local.

Destroços do avião monomotor Curisco Turbo de prefixo PT-RYC, já estão sendo recolhidos para serem analisados pela Anac (Agência Nacional de Avião Civil) que vai investigar as causa do acidente.

Até agora a informação é de que moradores de Arujá e Santa Isabel ouviram um estrondo e um clarão.

Na tragédia morreram o empresário de Fernandópolis Raimundo Macedo, Mirian Terra Verde e o piloto Darbijone Ferro.


fonte: desastresaereos

Polícia abre inquérito para investigar morte de homem atingido por aeromodelo


A polícia de Araraquara, a 273 km de São Paulo, abriu para apurar a responsabilidade pelo acidente que causou a morte de Milton Aliberti, de 65 anos, atingido na cabeça por um aeromodelo no domingo (20) no Aeroporto Santos Dumont, que fica na cidade.

Um homem de 33 anos pilotava um avião modelo Albatroz e atingiu Milton Aliberti quando ele atravessava a pista.

Aliberti era fundador e presidente do clube de aeromodelismo. Ele chegou a ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas morreu em decorrência de um traumatismo craniano.

Segundo testemunhas, ele avisou que estava entrando na pista, como mandam as regras do clube, mas o rapaz que manobrava um dos aviõezinhos não conseguiu desviá-lo e ele acabou atingindo Aliberti.

O caso foi registrado como homicídio culposo, quando não há intenção de matar. “É investigado o aspecto da segurança do local, e as pessoas envolvidas com esse procedimento”, explicou o delegado Antônio Luiz de Andrade. O rapaz que controlava o equipamento deve ser ouvido pela polícia na próxima semana.

O aeromodelo foi apreendido, e vai ficar em poder da polícia até que o laudo da perícia sobre o acidente seja concluído. O modelo ficou com a parte da frente destruída e o motor se deslocou com o impacto.

O aparelho pesa quatro quilos e pode alcançar 120 km/h. Especialistas calculam que a essa velocidade, a violência do impacto seria de 140 quilos.

Fonte: G1 (com informações do Bom Dia São Paulo) / Jornal da Cidade de Bauru - Foto: Daniel Barreto (Tribuna Impressa)

Especialista: avião que caiu em SP é ótimo em sua categoria


Modelo da foto teria se acidentado em São Paulo, segundo a FAB

O monomotor EMB-711ST, o Corisco, prefixo PT-RYC, que caiu nesta segunda-feira no trajeto entre São José dos Campos e São José do Rio Preto, no Estado de São Paulo, é considerado um "avião muito bom em sua categoria", segundo o diretor da Faculdade de Ciências Aeronáuticas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), professor Elones Fernando Ribeiro. Três pessoas morreram no acidente.

"Esse avião é muito bom na categoria dele, não é de geração ultrapassada. Os aviões de treinamento são os mesmos de antigamente. É uma excelente aeronave", afirmou. O modelo que caiu em São Paulo foi construído pela Embraer na década de 70. Conforme o professor, naquela época, os aeroclubes utilizam aviões das décadas de 30 e de 40. "São aviões muito antigos, mas tendo boa manutenção, não têm problema", disse.

Ribeiro disse que modelo Corisco era utilizado nos treinamentos da Varig quando trabalhava na companhia. Depois de um tempo, a empresa vendia o modelo a aeroclubes. "O programa de voo da PUC também é baseado no Corisco, que é monomotor. Ele é considerado uma aeronave complexa. Depois, os alunos passam para o Seneca (bimotor)."

O professor disse que muitos fatores podem fazer uma aeronave cair, como falta de manutenção e inabilidade ou negligência do piloto. No momento da decolagem o tempo era nublado na região e havia uma garoa fina, o que pode ter prejudicado a visibilidade do comandante.

O avião saiu ontem do litoral paulista e pousou em São José dos Campos devido ao mau tempo. Lá, o monomotor passou a noite com autorização do aeroclube da cidade.

O empresário de Fernandópolis (SP) Raimundo Verdi de Macedo - dono da loja Dri Calçados e do supermercado Pejô - era um dos passageiros. Também estavam no voo Miriam Terra Verdi, tia de Macedo, e o piloto Darbijone Ferro, presidente do aeroclube de Fernadópolis.

19 de set de 2009

17 de set de 2009

Aviões agrícolas e de instrução preocupam técnicos


A aviação agrícola e a de instrução são as que mais preocupam os técnicos em segurança operacional da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A primeira apresentou expressivo aumento no número absoluto de acidentes, passando de 12, em 2006, para 23, em 2008 - crescimento de 91,6%.

A segunda ampliou a participação em relação ao total de acidentes aéreos no País - de 4%, em 1999, para 13%, no ano passado, o mais elevado no período entre 1999 e 2008. Em ambos os setores, a tendência observada pelo relatório da Anac é de alta.

A agência usou dois indicadores - um extraído do Ministério da Agricultura e outro de seu próprio banco de dados - para analisar o comportamento dessas atividades ao longo dos anos. Os números absolutos de acidentes na aviação agrícola, por exemplo, foram comparados por milhão de hectares plantados. A taxa, que em 2006 ficava em torno de 1,5, saltou para 2,5 no ano passado. O índice de fatalidades, porém, se mantém estável desde 2004. Para o gerente-geral de Pesquisa e Análise em Segurança Operacional da Anac, Ricardo Senra, uma das explicações para o aumento está na maior notificação das ocorrências.

"Antigamente, os donos de aviões agrícolas podiam deixar de comunicar um acidente e a chance de serem descobertos era mínima", assinala Senra. "O risco hoje é muito maior, pois, com um celular ou uma câmera digital, alguém pode fotografar ou filmar o acidente e repassar para os órgãos de investigação." Também não se pode desprezar o fato de, por atuar nos rincões do País, o setor estar menos exposto à fiscalização, o que abre brechas para irregularidades - desde voos "piratas", sem as autorizações exigidas, até a montagem de aeronaves adaptadas para pulverizar agrotóxicos na lavoura.

O diagnóstico sobre os voos de instrução também é preocupante. O estudo da Anac atribui o crescimento dos acidentes no setor, entre outros fatores, ao "sucateamento da frota dos aeroclubes e deficiências no processo de instrução". Também registra um aumento das aeronaves usadas em aulas em relação à frota total em operação no País - de 10%, em 2005, para 15,3% em 2008, ano em que ocorreram 16 acidentes. Dados do Cenipa mostram que as ocorrências com aviões de instrução se concentram na Região Metropolitana de São Paulo e no interior do Estado, redutos das escolas de aviação.

Sindicatos querem renúncia da direção da Anac

A Federação Nacional dos Trabalhadores em Aviação Civil (Fentac), que reúne seis sindicatos ligados à Central Única dos Trabalhadores (CUT), defendeu esta semana, em carta enviada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a renúncia ou afastamento da presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Solange Paiva Vieira, e sua diretoria.

O presidente da Fentac, Celso Klafke, afirmou que a Anac está contrariando o Plano Nacional de Aviação Civil ao promover uma "desnacionalização" da aviação comercial brasileira, com medidas como a adoção da liberdade tarifária nos voos internacionais. A Anac foi procurada pela reportagem, mas não se pronunciou até o início desta noite.

"O Plano Nacional de Aviação fala em democratização do setor aéreo, mas em conjunto com a proteção das empresas nacionais. Quando se coloca em prática a liberdade tarifária tem de dar as mesmas condições para as companhias nacionais competirem com as estrangeiras", afirma Klafke.

Na carta enviada a Lula, que foi protocolada na Presidência da República ontem, segundo o sindicalista, os trabalhadores do setor aéreo também defendem que o Ministério Público e a Polícia Federal façam uma investigação na atuação de Solange e sua diretoria.

Os trabalhadores também criticam, na carta, o projeto de privatização da Infraero proposta pela Anac, afirmando que trata-se de um projeto "sem transparência e diálogo com os trabalhadores aeroportuários, o Congresso, o povo brasileiro e fere a dignidade de todos".

De acordo com o manifesto da Fentac, a proposta da Anac para a Infraero "vai inviabilizar a manutenção dos aeroportos regionais", pois não permite o cruzamento de recursos entre os terminais lucrativos e os deficitários e porque o setor privado não tem interesse em manter aeroportos de menor fluxo.

redução nos registros de acidentes fatais e mais graves

Apesar de terem "contaminado" a taxa de acidentes aéreos fatais, as tragédias da Gol e da TAM são consideradas "pontos fora da curva" estatística da aviação regular no País. De acordo com o relatório da Anac, a tendência demonstrada pela série histórica (1979 a 2008) indica queda no número de acidentes fatais e mais graves, quando as aeronaves são declaradas irrecuperáveis.

"Embora seja sempre possível melhorar, tanto a aviação regular quanto a geral (táxi aéreo e jatos executivos) apresentam hoje números gerais satisfatórios", afirma o gerente-geral de Análise e Pesquisa em Segurança Operacional da Anac, Ricardo Senra.

O estudo da agência assinala que "a taxa de acidentes fatais é um bom representativo da quantidade e, também, da severidade dos acidentes em geral; o fato de se manter constante, mesmo em face de um aumento do número total de acidentes, demonstra melhora no nível de segurança, dado que o número de horas voadas tem aumentado". Para Ronaldo Jenkins, coordenador da Comissão de Segurança de Voo do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), a manutenção dos números de mortes e acidentes em um patamar baixo é reflexo do trabalho desenvolvido pelas companhias aéreas.

"Segurança de voo não é uma coisa matemática; e os números, mesmo positivos, não indicam que está tudo certo. É preciso sempre manter um alto nível de alerta para evitar problemas, mas é inegável que o profissionalismo do setor ajuda e muito", disse Jenkins. Segundo o especialista, os gastos com segurança de voo consomem hoje entre 20% e 25% dos custos fixos de companhias de grande porte, como TAM e Gol. "Se você somar tudo isso, surte efeito", conclui o especialista. Entre 2001 e 2008, a média anual foi de 2,75 acidentes na aviação regular, com 410 mortos.

Dentro da aviação geral, se destacaram os helicópteros. O relatório da Anac aponta que, até 2007, o viés era de crescimento dos acidentes, na comparação com a frota em operação no País. "No entanto, se observa uma queda em 2007 e 2008, que, persistindo em 2009, levará a uma inversão na tendência", diz o texto. Entre 1999 e 2008, houve um total de 26 acidentes com helicópteros no País, com 27 mortes.

O relatório da Anac chama a atenção para o elevado porcentual de acidentes com aeronaves empregadas na segurança pública. Embora reconheça que os voos realizados por esse segmento ocorrem em situações extremas e de alta exigência psicológica da tripulação, o relatório adverte: "Nem todos os acidentes ocorreram em situações extremas. Há relatos de acidentes em treinamentos e demonstrações."

Sobre licitação do aeroporto de Anápolis (GO)

A empresa pública responsável pela licitação das obras do novo aeroporto de cargas de Anápolis, a Goiás Parcerias adiou, sem previsão de data, a abertura das propostas das empresas interessadas na obra. A data fixada para a licitação era hoje. O aviso de adiamento foi publicado em jornais de circulação regional e em diários oficiais, conforme determina a lei.

De acordo com o diretor técnico Delano Cavalcanti Calixto, a Goiás Parcerias apresentou no dia 8 de setembro justificativas e documentação solicitadas pelo Tribunal de Contas do Estado - TCE para esclarecer possíveis dúvidas do tribunal. Contudo, não houve tempo para que o tema fosse discutido na reunião plenária do TCE, na semana passada. A Goiás Parcerias vai continuar seu trabalho para que a licitação ocorra o mais rapidamente possível.

O aeroporto de cargas de Anápolis faz parte do conjunto de obras da Plataforma Logística Multimodal de Goiás, que prevê a integração dos modais rodoviário, ferroviário e aéreo.

16 de set de 2009

Aerosoft - African Airstrip Adventures FSX






O add-on cobre cerca de 40.000Km² , mais de 20 aeródromos, rios, lagos, veículos e milhares de pássaros, mamíferos; trazem mais vida ao seu FSX.
Ah...Lembrando que você pode iniciar como um piloto de uma linha aérea Charter, gerenciando voos e dinheiro.
A SENHA DESTE ARQUIVO é: 7ynvk71pbz0gya

PARTE 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

fonte: diadefs

Taxa de acidente aéreo fatal no Brasil supera a mundial



A taxa de acidentes fatais na aviação regular do Brasil está mais de quatro vezes acima do padrão mundial. A avaliação consta do inédito "Relatório Anual de Segurança Operacional", da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que será divulgado hoje na internet. Enquanto o índice de tragédias na aviação regular do País foi de 1,76 em 2008, a média internacional ficou em 0,4 para cada 1 milhão de voos - à frente apenas dos poucos países do leste europeu não vinculados à Agência Europeia para a Segurança da Aviação (2,56), Ásia central e oeste (2,29) e África (4,96). Apesar de as estatísticas indicarem hoje um cenário desfavorável, dizem os técnicos da agência, a tendência é de melhora nos próximos anos.

Como as médias de cada país são calculadas com base nos registros dos últimos cinco anos, só a partir de 2011 é que os dados devem refletir uma melhora significativa, caso não ocorra nenhum acidente de grandes proporções. As quedas do avião da Gol, em 2006, e da TAM, em 2007, foram as responsáveis pela piora do índice nacional. As duas maiores tragédias da aviação civil brasileira tiveram, juntas, 353 vítimas. "Sem essas duas ocorrências, a taxa nacional estaria muito próxima da dos Estados Unidos (0,26, a mais baixa do planeta)", afirma o gerente-geral de Análise e Pesquisa em Segurança Operacional da Anac, Ricardo Senra, responsável pelo estudo.

A meta da agência é alcançar em 2011 uma taxa próxima de 1 acidente fatal para cada 1 milhão de voos. A Organização de Aviação Civil Internacional (Icao, na sigla em inglês) estabelece como padrão "aceitável" um índice até duas vezes superior à média mundial, hoje em 0,4. "O fato de projetarmos o cumprimento da meta em dois anos não significa que vivemos uma condição insegura", afirma Senra. "A aviação brasileira é segura e nossa ideia é aprimorá-la. Depois de atingirmos essa meta, haverá outras. Buscamos zerar esse número."

Segurança

Apesar de terem "contaminado" a taxa de acidentes aéreos fatais, as tragédias da Gol e da TAM são consideradas "pontos fora da curva" da estatística da aviação regular no País. De acordo com o relatório da Anac, a tendência demonstrada pela série histórica (1979 a 2008) indica queda no número de acidentes fatais e mais graves, quando as aeronaves são declaradas irrecuperáveis. "Embora seja sempre possível melhorar, tanto a aviação regular quanto a geral (táxi aéreo e jatos executivos) apresentam hoje números gerais satisfatórios", afirma o gerente-geral de Análise e Pesquisa em Segurança Operacional da Anac, Ricardo Senra.

O estudo da agência assinala que "a taxa de acidentes fatais é um bom representativo da quantidade e, também, da severidade dos acidentes em geral. O fato de se manter constante, mesmo em face de um aumento do número total de acidentes, demonstra melhora no nível de segurança, dado que o número de horas voadas tem aumentado".

15 de set de 2009

Lula quer anunciar este ano política regional de aviação


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda-feira (14) que pediu ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, e à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que elaborem uma política de aviação regionalizada para aumentar a quantidade de voos entre as cidades pequenas e médias do país. Lula disse que espera anunciar ainda este ano a política de regionalização da aviação.

“Tem cidades médias com mais habitantes que Boa Vista [capital de Roraima] que não têm avião regional para lugar nenhum. Não é possível que a gente não resolva esse problema e espero que ainda esse ano a gente possa anunciar para o Brasil uma política de aviação regionalizada que atenda aos interesses não apenas dos que moram em capitais, mas também dos que moram em cidades médias brasileiras”, disse, ao inaugurar a ampliação do Aeroporto Internacional de Boa Vista.

Com a reforma, o aeroporto de Boa Vista teve a capacidade de receber passageiros ampliada de 270 mil para 300 mil por ano. A obra teve investimentos de R$ 9 milhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Fonte: DCI

Lula inaugura reforma do Aeroporto Atlas Cantanhede em Boa Vista


O novo terminal de passageiros do Aeroporto Internacional Atlas Brasil Cantanhede, em Boa Vista, foi inaugurado hoje (14), às 11h30, pelo presidente, Luis Inácio Lula da Silva. O empreendimento faz parte do Programa de Aceleração e Crescimento (PAC). Na ocasião, estavam presentes o governador de Roraima, José de Anchieta, o prefeito da capital, Iradilson Sampaio e ministros de estados. Essa foi à primeira programação da agenda do presidente no Estado.

A obra recebeu um investimento de R$ 9 milhões. A nova estrutura aumentou a capacidade operacional do terminal de 270 para 330 mil passageiros por ano. O local ganhou climatização e nova esteira de processamento de bagagem. De acordo com o presidente, Roraima viverá novos tempos na aviação comercial.

- Ainda este ano, vamos elaborar uma nova política de aviação regionalizada. Roraima passará a ter mais de dois voos por dia. Fico feliz com a inauguração deste aeroporto que é uma obra do Pac-, disse o presidente.

Fonte: Marcelo Marques (Portal Amazônia) e JORGE TADEU DA SILVA

14 de set de 2009

Projeto 500 - Novos Instrutores Contratados

Como muitos sabem, a EJ lançou já a algum tempo o Projeto Primeiro Emprego, visando proporcionar aos seus próprios alunos a oportunidade do primeiro emprego como piloto profissional e assim auxiliá-lo em sua carreira.

Nesta mesma linha de trabalho, a EJ aprefeiçoou este Programa que já é um sucesso e criou o "Programa 500".

Este programa é similar ao Projeto Primeiro Emprego, mas com um grande diferencial: O contrato não visa um período, e sim que o instrutor atinja a marca de 500 horas totais.


Vantagens do programa:
- Primeiro emprego como piloto profissional;
- Experiência de vôo de 500 horas TOTAIS;
- Habilidade de vôo em comando; e
- Carta de referência da EJ no término do contrato.

Requisitos para participar do programa:
- Licença de Piloto Privado;
- Exame médico de 1ª Classe;
- Realizar o treinamento EJ Trainer na EJ.
- O Jet Trainer é opcional.

Como funciona o EJ Trainer:
O EJ Trainer nada mais é, do que o treinamento completo de PC MULTI IFR + INVA, ou seja, licença de Piloto Comercial e Instrutor de Voo, com habilitação para pilotar aeronaves multimotoras sobre condições de voo por instrumentos.

O treinamento está dividido em cinco fases, sendo:
- Fase I: Treinamento prático de piloto comercial visual (70 horas de voo)
- Fase II: Simulador IFR (45 horas de voo)
- Fase III: Treinamento de vôos por instrumentos (20 horas de voo)
- Fase IV: Treinamento em aeronaves multimotoras (15 horas de voo)
- Fase V: Instrutor de Voo (23 horas de voo)

Garantia de contratação:
- Obter grau satisfatório durante todo o treinamento;
- Avaliação psicológica no perfil Instrutor de Vôo;
- Avaliação comportamental durante o treinamento.

É a sua oportunidade de adquirir experiência, e tornar-se um profissional muito mais completo. Seja um piloto de sucesso, seja um piloto EJ.
Os interessados deverão entrar em contato com o Departamento Comercial.

Confira os novos contratados


fonte: Yuri, pilotocomercial.com.br

11 de set de 2009

737/NG Simulator Ryanair

10 de set de 2009

Lynyrd Skynyrd - God & Guns [2009]


Sem lançar nada desde "Vicious Cycle", de 2003 e depois de perder 3 integrantes (Billy Powell, Hughie Thomasson e Ean Evans - Tecladista, guitarrista e baixista, respectivamente), eles voltam com "God & Guns".



Rockinho POP mas o nome da banda e Gary Rossington mereçem todo o respeito.

1. Still Unbroken
2. Simple Life
3. Little Thing Called You
4. Southern Ways
5. Skynyrd Nation
6. Unwrite That Song
7. Floyd
8. That Ain't My America
9. Comin' Back For More
10. God & Guns
11. Storm
12. Gifted Hands

Johnny Van Zant - Vocais
Gary Rossington - Guitarra
Rickey Medlocke - Guitarra
Mark Matejka - Guitarra
John 5 - Guitarra
Robert Kearns - Baixo
Peter Keys - Teclado, piano
Michael Cartellone - Bateria


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TAM premia clientes com ingressos para a turnê brasileira de Jerry Lee Lewis


A TAM, como patrocinadora oficial da turnê brasileira do cantor, compositor e pianista norte-americano Jerry Lee Lewis, acaba de lançar o concurso cultural "Embarque no rock com Jerry Lee Lewis", que levará três pessoas com acompanhantes para assistir aos shows.

Para participar, os interessados residentes na cidade de Porto Alegre (RS), São Paulo (SP) ou Belo Horizonte (MG) devem se cadastrar na plataforma promocional da TAM (www.tam.com.br/promocoes) e responder à pergunta "Qual é a sua música preferida do Jerry Lee Lewis e por quê?". Cada participante poderá enviar uma única resposta, com no máximo 300 caracteres, sendo que, na hipótese de recebimento de outras, somente a primeira será considerada. O envio deve ser feito até 13 de setembro de 2009.

Um júri formado por representantes da companhia elegerá a melhor frase de cada uma das três cidades, conforme a coerência com o tema, a criatividade, a originalidade e a correção gramatical. O resultado será divulgado no dia 15 de setembro, a partir das 14h, na plataforma promocional da TAM. A promoção é válida para maiores de 18 anos.

Considerado um dos pioneiros do rock and roll, Jerry Lee Lewis se apresentará no dia 16/09 em Porto Alegre (Pepsi on Stage), no dia 18/09 em São Paulo (Credicard Hall) e no dia 20/09 em Belo Horizonte (Music Hall).

Nas casas de shows, promotores da TAM convidarão as pessoas a se cadastrar para concorrer ao prêmio de 40 mil pontos no programa TAM Fidelidade, que poderá ser trocado por passagens aéreas, roteiros da TAM Viagens ou diversos prêmios no catálogo do Multiplus Fidelidade. Será premiado também um vencedor por cidade.
Fonte: Aviação Brasil

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O pianista e dinâmico artista Jerry Lee Lewis, a última lenda viva do rock and roll internacional, acaba de confirmar sua vinda ao Brasil. A Top Link Music informa que as datas da turnê serão informadas em breve, mas a primeira passagem confirmada é pela cidade de São Paulo, no mês de setembro. Outras cidades no Brasil serão anunciadas em breve também.
HISTÓRIA
Nascido em Ferriday, Louisiana, Jerry Lee Lewis demonstrou talento natural para o piano desde cedo. Assim como Elvis Presley, ele cresceu cantando música gospel nas igrejas pentecostais sulistas. Em 1950, ele entrou para o Southwestern Bible Institute em Texas, mas foi expulso por má-conduta (como por exemplo, tocar versões rock and roll dos cânticos da igreja).
Deixando a música religiosa para trás, ele tornou-se parte do recém-surgido movimento rock and roll, lançando sua primeira gravação em 1954. Dois anos depois, no estúdio da Sun Records em Memphis, Tennessee, o produtor e engenheiro de som Jack Clement gravou com Lewis pelo selo enquanto seu dono, Sam Phillips, viajava para a Flórida. Como conseqüência, Lewis juntou-se a Elvis Presley, Roy Orbison, Carl Perkins e Johnny Cash na lista de astros que começaram sua carreira no Sun Studios na mesma época.
As apresentações de Lewis sempre foram dinâmicas. Ele chutava o banquinho do piano da sua frente para poder tocar de pé, deslizava e batia suas mãos pelas teclas, subia no piano, pisava nas teclas e até mesmo sentava em cima delas. Chegou a botar fogo em um piano, jogando fluido de isqueiro dentro da cauda do mesmo, somente por ter de deixar Chuck Berry encerrar o show; fato que ele não aceitava. Seu estilo frenético pode ser conferido em filmes como High School Confidential e The Girl Can’t Help It.
Em 1986 Jerry Lee Lewis foi incluído na primeira leva de artistas a serem homenageados no Hall da Fama do Rock and Roll.
Em 1989 um longa metragem baseado no começo da carreira de Lewis, intitulado Great Balls of Fire!, trouxe Jerry de volta aos holofotes. O filme foi baseado em um livro escrito por sua ex-esposa Myra, e no papel principal estava Dennis Quaid, com participações de Winona Ryder e Alec Baldwin.
Lewis nunca deixou de fazer turnês, e os fãs que o viram se apresentar dizem que ele ainda consegue fazer um show único, sempre imprevisível, empolgante e pessoal. Depois de anos sem gravar nada, Lewis lançou um novo álbum em 2006 chamado “Last Man Standing” (último homem em pé). O álbum teve um grande sucesso de público e de crítica, sendo considerado por muitos como um dos melhores álbuns da carreira de Lewis. Em fevereiro de 2005, ele ganhou um “Prêmio Pelo Conjunto da Obra” da Record Academy, que também organiza o Grammy. Na premiação foi anunciado que seu novo álbum seria gravado com uma formação que inclui Eric Clapton, B. B. King, Bruce Springsteen, Mick Jagger e Keith Richards.

Super Tucano - FSX



Com texturas da FAB e FAC (Força Aerea Colombiana), tem som e VC (Virtual cokpit).



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9 de set de 2009

Piper Archer 2 CARENADO FSX




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fonte: semprefs

Denúncia


A Rede Eldorado teve acesso a denúncias sobre supostas irregularidades em aviões da companhia aérea TAF.

Há 50 anos no mercado, o grupo cearense opera principalmente no setor de cargas e tem como principal cliente os Correios.
Atualmente, a TAF conta com uma frota de seis aviões e faz rotas em São Paulo, Belo Horizonte, Salvador e Fortaleza.

Veja abaixo mais imagens que denunciam irregularidades em aeronaves da TAF:

trinca no vidro da cabine de um dos boeings 727-200


pneu da aeronave da TAF desgastado



Turbina da aeronave da TAF com vazamento de óleo


Conjunto de freio de avião da TAF apresenta desgaste

Fonte: aeroblog, Blog BGA.

Transferência de tecnologia pesa no mega-acordo militar



Decisão de comprar caças, helicópteros e submarinos franceses envolve transferência de tecnologia e promessa de aquisição de aeronave de carga produzida pela Embraer.
Além de reforçar a posição da Embraer no setor aeronáutico mundial, o acordo do governo brasileiro com o francês pode abrir portas para a venda da aeronave KC-390 a outros países, na avaliação de especialistas do setor. Para eles, a possibilidade de a França participar do desenvolvimento e comprar um lote do cargueiro abre caminho a pedidos de outros países. O plano de desenvolvimento tecnológico deste avião será de propriedade do Brasil e custará à Força Aérea Brasileira (FAB) US$ 1,3 bilhão.

Na avaliação do pesquisador do Núcleo de Economia Industrial e da Tecnologia do Instituto de Economia da Unicamp, Marcos Barbieri, a intenção da França de comprar dez unidades do cargueiro facilita o acerto de parcerias com empresas francesas no projeto do KC-390. Outros países começam a sinalizar interesse em participar do projeto em execução pela Embraer, como os Estados Unidos.

Embora tenha destacado que o interesse da França em comprar os KC-390 dá mais credibilidade ao projeto, o professor da Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Respício do Espírito Santo Junior, ressalvou que a decisão é política, uma “espécie de troca de gentilezas”, e poderá gerar protestos no futuro. É que a fabricante europeia EADS, controladora da Airbus, trabalha em um projeto bastante parecido com o da brasileira no momento.

A intenção de compra do KC-390 contou pontos a favor da França, mas o que norteou as negociações do governo brasileiro foi a transferência de tecnologia ao Brasil. O processo beneficiará toda a indústria aeronáutica brasileira. Analistas consideram que o Brasil poderá aprimorar um ponto que lhe é particularmente crítico: o de sistemas eletrônicos, principalmente aqueles que integram o funcionamento de armas e mecanismos que permitem ao piloto fazer curvas súbitas e manobras ainda mais arrojadas.

Ao deter o conhecimento para desenvolver partes complexas de um supersônico, o Brasil ganha flexibilidade, pois terá autonomia tecnológica em assuntos estratégicos e condições de manter sua frota atualizada. É de se esperar que o conhecimento técnico repercuta não só na indústria militar, mas também na civil, principal nicho da Embraer. A transferência tecnológica deve durar de um a três anos.

Fonte: desastresaereos, Michelly Teixeira e Bethy Moreira (O Diário Maringa) - Infografia: O Diário

Aeronave que caiu em MS fazia voos há pelo menos 6 meses

A aeronave experimental que caiu no aeroporto Santa Maria, em Campo Grande, no início da noite dessa segunda-feira, fazia voos há pelo menos seis meses.

A informação é do gerente do hangar onde o monomotor ficava, Flávio Ribeiro. Segundo ele, a aeronave foi montada com o chamado “kit experimental”.

O interessado compra o kit com motor, hélice e lataria, e então faz a montagem da aeronave, para ser utilizada somente para fins esportivos.

No hangar gerenciado por Flávio há outras quatro aeronaves experimentais. De acordo com ele, os vôos desses monomotores são mais comuns no aeroporto Teruel.

A aeronave Zodiac CH 601 HD de prefixo PU-PJZ (?), de cor azul e branca, era pilotada por Rômolo Donizete da Silva, 48 anos, que morreu no local.

De acordo com Flávio, o monomotor é registrado na Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), mas não passa por avaliação periódica, porque tem fim somente experimental.

Conforme Flávio, o voo que Rômolo fazia era para verificar se havia necessidade de ajustes na aeronave. Rômolo era piloto de aviação agrícola e de táxi aéreo, tendo sido até instrutor nesta última modalidade. Ele tinha cerca de 20 anos de profissão.

As causas do acidente serão investigadas pela Polícia Civil.


Susto

Celso Renato da Silva, 28 anos, auxiliar de serviços gerais da Amapil Táxi Aéreos e morador do local, conta que jogava futebol em um campo próximo, quando ouviu o barulho provocado pela queda.

Celso então pegou o carro dele e foi até as proximidades da pista de pouso, onde encontrou o monomotor no chão. Ele disse que não levou mais de três minutos para chegar ao local.

Quando Celso chegou, a aeronave começava a pegar fogo. O auxiliar então viu o piloto e verificou, pela pulsação, que ele estava morto e se preocupou somente em retirar o corpo, para que não fosse queimado. “O rosto estava desfigurado, não reconheci ele”, conta Celso, que conhecia Rômolo. Eles conversavam constantemente.

O auxiliar diz que depois que viu o piloto, ficou na expectativa de encontrar pessoas vivas. No entanto, a aeronave começou a pegar fogo e ele pegou o extintor do carro para amenizar o incêndio. Ele morreu fazendo o que mais gostava, que era voar".

Outras pessoas que estavam nas proximidades também ajudaram a combater as chamas, que foram totalmente controladas pelo Corpo de Bombeiros. A corporação gastou 1,5 mil litros de água.

Conforme o Corpo de Bombeiros, o combustível usado pelo monomotor era querosone, que deixou um odor muito forte no local.

O avião caiu de bico após uma das asas quebrar. O buraco provocado pela queda tem cerca de 60 centímetros de profundidade e dois metros de diâmetro.

Na manhã desta terça-feira ainda havia destroços no local. O calçado e o boné usados por Rômolo também.

- Morador há cerca de três quilômetros do local do acidente, Diomedes Papine, 77 anos, foi verificar, na manhã desta terça-feira, o que sobrou da aeronave.

Ele diz que sempre vê aeronaves voando na região, mas não sente mede. No entanto, ficou chocado com a cena que viu. “A gente fica bastante chocado, assustado, porque tem morte, e isso é sempre triste”.

Junto com Diomedes estava o irmão dele, Antônio, 61 anos, e o filho, Marcos Tozeto, 34 anos. A filha de Marcos, de quatro anos, também os acompanhava.

Marcos revela que não ficou assustado porque quando morava na cidade de Campo Verde, Mato Grosso, viu pelo menos oito acidentes aéreos.

Já Antônio, diz que está assustado. Ele mora em Florianópolis, está na Capital a passeio, e vai voltar para casa de avião. “Já estou com a passagem comprada, não dá para mudar”. Ele vai de avião até Curitiba, Paraná, e segue de carro para a capital catarinense.

Fonte: desastresaereos; Nadyenka Castro e Adriany Vital (Campo Grande News) - Foto: Marcelo Victor

8 de set de 2009

Amorim justifica compras militares para 'defender pré-sal'


Ministro disse que negócio com a França é relevante porque há transferência de tecnologia para o Brasil.
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, defendeu nesta segunda-feira, 7,as aquisições de submarinos e helicópteros que o Ministério da Defesa está fazendo junto à França. O ministro, que participou da festa do 7 de Setembro, citou a descoberta de petróleo na camada do pré-sal para justificar a compra.

Segundo Amorim, é necessário equipar as Forças Armadas, porque "proteger o pré-sal é importante". O ministro disse ainda que as compras são relevantes principalmente porque há transferência de tecnologia para o Brasil.

O acordo para a compras de helicópteros e submarinos franceses será assinado neste domingo, 7, pelos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Nicolas Sarkozy, da França, que assistiu, nesta manhã, ao desfile comemorativo do Dia da Independência, na Esplanada dos Ministérios, como convidado especial do governo brasileiro.

Os acordos totalizam 8,6 bilhões de euros (R$ 22,6 bilhões). A compra de 36 aviões de caça para a Força Aérea Brasileira, um negócio estimado em US$ 7 bilhões, também foi anunciada pelos doi s presidentes.

Fonte: Fábio Graner (Agência Estado)

Aeronave cai, explode e piloto morre perto de Campo Grande (MS)


Um avião de pequeno porte caiu hoje (7), por volta das 17h50, próximo da pista do Aeroporto Santa Maria, na saída para Três Lagoas, em Campo Grande. A aeronave experimental passou a tarde realizando voos na região.

Segundo o advogado Alexandre Bastos, o avião perdeu o controle e caiu de bico após uma das asas quebrar no ar. Ao bater no chão, a aeronave explodiu e pegou fogo. O piloto, que não foi identificado, morreu antes de receber ajuda.

Jogadores de futebol e funcionários do aeroporto, que não conta com equipe própria de bombeiros, pegaram extintores e tentaram combater as chamas. O avião ficou totalmente destruído.

O Corpo de Bombeiros levou mais de 20 minutos para chegar ao local da tragédia. Até uma viatura do Samu (Serviço Móvel de Urgência) foi enviada ao local.

Por volta das 19h30, o Corpo de Bombeiros identificou o piloto como sendo Rômulo Silva.

Manobra arriscada teria provocado a queda do monomotor

Uma manobra arriscada teria provocado a queda do monomotor experimental de prefixo PU-TG (?) por volta das 17h40 desta segunda-feira, próximo do Aeroporto Santa Maria, em Campo Grande. O piloto, Rômulo Donizete da Silva, 48 anos, morreu na hora.

O piloto e amigo da vítima, Marcelo Ribeiro de Britto, disse que o tipo de curva no ar que o piloto fez com o monomotor pode ter provocado a queda. “Com esse tipo de avião não é possível fazer a manobra que ele fez”, afirmou que Rômulo tinha vários anos de experência.

O primeiro a chegar ao local da queda foi Celso Ricardo que jogava bola próximo de onde aconteceu o acidente. Ele disse que escutou um barulho forte e foi em direção. “ Quando cheguei o avião já estava pegando fogo. Consegui tirar o corpo do piloto de dentro, mas ele já estava morto. Apaguei o fogo com os extintores do meu carro”, relatou.

Um outro piloto que não quis se identificar afirmou que Rômulo era um piloto experiente e que o avião foi mal construído. “ Essa aeronave foi construída no aeroporto sem a devida preocupação”, afirmou.

Rômulo, piloto de avião agrícola, estava fazendo um voo experimental com aeronave de um amigo. O monomotor tinha seis que havia sido construído.

Fontes: Edivaldo Bitencourt (Campo Grande News) / Chico Júnior e Reginaldo Coelho (Midiamax) - Foto: Midiamax

5 de set de 2009

FAA: grandes mudanças no treinamento de vôo

A FAA pretende efetuar grandes mudanças nos programas de treinamento de vôo, começando pela eliminação da obrigatoriedade do 'ground school´ normalmente ministrado nos aeroclubes e escolas de aviação se existir um currículo de 'ground school´ disponível pela Internet.

Os alunos-pilotos poderiam ainda obter, a um só tempo, as carteiras de piloto privado e de IFR ( vôo por instrumentos ).

A FAA também deseja mudar sua definição "Aeronave Complexa" para incluir aquelas equipadas com FADEC.

Outra mudança vai exigir que os pilotos de jatos leves certificados para um só piloto passem por uma prova de qualificação.


Fonte: JetSite.

Airbus entrega 1º A318 de pouso “íngreme”


A Airbus entregou nesta semana o primeiro de dois A318 equipados com o sistema “steep approach” para a British Airways. O recurso permite que o jato se aproxime de aeroportos com um ângulo de descida de 5,5º contra 3º do usual.

O pouso íngreme é um aliado para operações em aeroportos montanhosos e no centro de grande cidades. A British, por exemplo, usará seus dois aviões no serviço especial que interliga o aeroporto London City, no centro da capital britânica, a Nova York – nesse caso, pousando no aeroporto John F. Kennedy.

Equipado com o layout “Club World, o A318 da BA transporta apenas 32 passageiros em cabines que se transformam em camas e que possuem o sistema OnAir, que oferecem conexão de internet e telefonia em pleno voo.

Fica a curiosidade a respeito da sensação de estar a bordo de um avião cuja aproximação é tão acentuada. Será que os passageiros mais sensíveis ficarão à vontade?


Fonte: Airway.

Aeroporto Santos Dumont terá redução de voos por exigência ambiental

O Aeroporto Santos Dumont terá redução de até 24 voos, nos horários de pico da manhã e da noite, para cumprir a exigência ambiental de diminuição de ruídos sobre alguns bairros da cidade.

A exigência faz parte de um acordo fechado nesta sexta-feira (4/9) entre a secretária estadual do Ambiente, Marilene Ramos, o presidente da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), Murilo Barbosa, o diretor-geral do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), tenente-brigadeiro do ar Ramon Cardoso, e a presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Solange Vieira.

Durante a reunião, que durou mais de quatro horas, ficaram acertados quatro pontos, a fim de que a Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) conceda a Licença de Instalação (LI) para a Infraero. O documento é necessário para o funcionamento regular do terminal.

O primeiro ponto diz que o Decea vai instruir as companhias aéreas a usarem, preferencialmente, a chamada Rota 1, que passa sobre o mar e não causa transtornos para os moradores dos bairros próximos. A Rota 2, que passa por cima de vários bairros, principalmente o de Santa Teresa, só será usada quando as condições meteorológicas obrigarem.

Mais um ponto estipula que a Anac tem 15 dias para permitir os voos no Santos Dumont somente das 6h às 22h30, com 30 minutos de tolerância para as aterrissagens. Após as 23h, os aviões só vão poder pousar no Aeroporto Internacional Tom Jobim, na Ilha do Governador.

Também ficou acertado que nos horários de pico da manhã, das 10h às 12h, e da noite, 19h às 21h, o número máximo de voos por hora será reduzido de 23 para 19, num total de 24 voos a menos no período.

"Dezenove era o número de pousos e decolagens que aconteciam antes de haver a mudança na operação do aeroporto, em abril. Antes disso, nós não tínhamos reclamação de barulho por parte dos moradores", disse a secretária do Ambiente.

Por último, segundo Marilene Ramos, a Infraero vai assinar um termo de compromisso se comprometendo a monitorar o ruído, recebendo a LI, para depois de seis meses receber a Licença de Operação (LO).

A polêmica em torno do Santos Dumont começou quando o governo federal permitiu que as companhias aéreas passassem a operar com mais voos do terminal para outros destinos além de São Paulo. O governo fluminense alegou que o aumento de voos no Santos Dumont causaria um esvaziamento e a conseqüente desvalorização do Tom Jobim.

4 de set de 2009

Rafale na preferência para renovar frota

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou, em entrevista à AFP, a preferência de seu governo pelo avião francês Rafale para renovar a frota de caças do Brasil em função da disposição da França de compartilhar tecnologia.

O Rafale, da empresa francesa Dassault, compete com o avião Gripen, da sueca Saab, e o F/A18 Super Hornet, da americana Boeing, por um contrato de aquisição de 36 aparelhos no valor de 4 bilhões de dólares.

"Um país do tamanho do Brasil não pode comprar um produto de outro país se esse país não passar a tecnologia", afirmou Lula.

"Eu, sinceramente, até por decoro presidencial, não posso dizer qual é o meu favorito", ressaltou. Mas acrescentou: "Nós sabemos que os franceses são o único país importante que está disposto a discutir conosco a transferência de tecnologia".

"A França se mostrou como o país mais flexível na questão da transferência de tecnologia, e obviamente essa é uma vantagem comparativa excepcional", assinalou.

Lula disse ainda que deve conversar nesta quinta com o presidente francês Nicolas Sarkozy depois de uma reunião com o ministro da Defesa, Nelson Jobim, e o comandante da Força Aérea, Juniti Saito.

Sarkozy chegará no domingo a Brasília para uma visita de 24 horas, na qual será convidado de honra nas comemorações de Sete de Setembro.

Em dezembro passado, durante uma visita oficial ao Brasil do presidente francês, os dois países assinaram um protocolo de acordo dentro de uma associação estratégia de defesa.

O protocolo estipulava a compra de 50 helicópteros de transporte franceses e a construção de quatro submarinos convencionais de ataque Scorpene com cooperação francesa, assim como outro de propulsão nuclear, cujo motor será construído pelo Brasil. Os helicópteros também serão construídos no Brasil.

Estes acordos serão formalizados durante a visita de Sarkozy a Brasília na próxima segunda.

3 de set de 2009

Boeing 747 ajuda a combater incêndios na Califórnia



Avião de grandes dimensões tem sido utilizado na batalha contra os incêndios no norte de Los Angeles
O Boeing 747-200 Supertanker (modificado), da Evergreen International Aviation, com um tanque de grandes dimensões, consegue despejar aproximadamente 20.000 litros de retardadores de fogo numa única descarga. Essa técnica está sendo utilizada para combater os incêndios na Califórnia, que continuam incrontroláveis.

De acordo com a "Sky News", este método tem sido desenvolvido pelos bombeiros, pois tem-se revelado mais eficaz, informa o diretor do departamento de incêndios, Del Walters.

O aumento na humidade e a descida da temperatura também ajudou as tripulações a avançar de forma eficaz contra os incêndios. No entanto, o comandante Mike Dietrich advertiu que ainda existe o perigo de uma grande destruição. As autoridades advertem que ainda pode levar até duas semanas até que os incêndios sejam controlados.

Até ao momento, os incêndios florestais já consumiram mais de 100.000 hectares de floresta, tendo destruído 62 casas desde quarta-feira passada e 10.000 pessoas já foram evacuadas.

O estado já gastou mais de metade da sua dotação anual de combate a incêndios em apenas dois meses para o ano fiscal e antes do início da época de incêndios tradicionais.

Legacy 600 é exibido pela Embraer na Asian Aerospace Expo 2009

Aeronave seguirá para uma turnê de demonstração na China continental após o evento.
A Embraer participará da Asian Aerospace EXPO 2009 (www.asianaerospace.com/en/Home), entre os dias 8 e 10 de setembro, no Aeroporto Internacional de Hong Kong. Os representantes da Empresa atenderão ao público na Suíte 2, no Business Aviation Centre do aeroporto, enquanto o jato executivo Legacy 600, da categoria super midsize, estará em exibição na exposição estática número 9.

Localizado no principal destino de negócios da Ásia, Hong Kong, o lema do evento é: O Lugar Certo. As Pessoas Certas. O Valor Certo. Realizada em conjunto com a Pacific Aviation Training (APATS), Aircraft EXPO interiors, Air Freight Asia (AFA), e Asian Business Aviation (ABA), a Asian Aerospace tem como foco o desenvolvimento de assuntos relacionados com a aviação comercial na China e no restante da Ásia.

Imediatamente após a exposição aeronáutica, o Legacy 600 seguirá para uma turnê de demonstração em quatro cidades da China continental. De 10 a 15 de setembro, o avião estará em Pequim, Xangai, Nanquim e Kunming, como parte da maior turnê asiática já anunciada pela Empresa. O alcance do Legacy 600 permite cobrir toda a China, Japão, Coréia e o Sudeste Asiático, partindo de Pequim, Xangai, Hong Kong ou Kunming.

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