29 de mar de 2010

Piloto aponta necessidade de reformas no aeroporto da Pampulha


Gaúcho chefia a base operacional de tripulantes da Trip na Pampulha conta que aeroporto tem diversas limitações e precisa passar por reformas para se adequar
“A aviação é profissão, não é emprego”. É assim que o comandante gaúcho Leci Oliveira Peres, de 63 anos, define sua paixão como piloto de aviação comercial. Depois de 40 anos como piloto da Força Aérea Brasileira (FAB), ele decidiu entrar para a aviação comercial. Há dois anos é piloto da Trip Linhas Aéreas, que faz voos regionais e interestaduais com operações nos aeroporto Internacional Tancredo Neves (Confins) e na Pampulha.

O estilo de vida do comandante ajudam a definir a vida de um piloto: ele é gaúcho, tem residência fixa no Rio de Janeiro (RJ) e um apartamento “dormitório” em Belo Horizonte, onde é chefe da base operacional dos tripulantes. Pela FAB já morou em vários lugares do Brasil (do sul ao nordeste) e do exterior. Dos aeroportos brasileiros, conhece praticamente todos, pois viaja cerca de 20 dias por mês.

Peres atuou durante 20 anos na Força Aérea em aviões de combate e 18 anos no sistema de controle de espaço. Pilotou desde aviões de transporte a presidenciais e de inspeção de voo (que faz o controle nos esquipamentos de auxílio à navegação aérea). Com tantos anos de experiência nos ares, o gaúcho revela que todo piloto é comandante de um avião. Ou seja, o copiloto, ou piloto auxiliar, é também um comandante. “Só que nas empresas aéreas ele tem uma função. É responsável por tudo que acontece no avião, como a tripulação, a condução de passageiros, as situações emergenciais, é a autoridade policial e quem faz registro de certidões de óbito ou nascimentos, se acontecerem”, diz. As divisas que levam no ombro, conhecidas como “berimbelas”, também se diferem: a do comandante tem quatro faixas e a do copiloto duas.

Atualmente pilota o ATR-42 (48 passageiros) e o AT-72 (até 68 passageiros) da Trip, que tem o seu centro de manutenção de aeronaves no aeroporto da Pampulha. Os voos com saídas da Pampulha têm como destino o interior de Minas Gerais, o aeroporto Santos Dumont (no Rio de Janeiro) e de Guarulhos (São Paulo). De Confins os voos vão para Uberaba, Uberlândia, Brasília e outras cidades, até Belém do Pará. A companhia conta ainda com um jato Embraer 175 que faz a rota de Santos Dumont a Confins.

Os investimentos e as características dos aeroportos, segundo o comandante, dependem das aeronaves que recebem. “Cada aeronave, em função das suas características de peso, exige um comprimento de pista. Todas as empresas aéreas só operam em pistas recomendadas pelos manuais das aeronaves”, explica. Quanto maior a altitude, diz, maior o comprimento de pista necessário para fazer a decolagem. “A umidade do ar e a temperatura também influenciam na densidade do ar”, ressalta.

Belo Horizonte se encontra a 2,6 mil pés (cerca de 800 metros de altitude), segundo o comandante. “Com essa altitude, o avião precisa de uma pista mais ampla. As estruturas dos aeroportos foram calculadas para isso.” Ao comparar o aeroporto de Confins com o da Pampulha, ele frisa que são distintos. “O de Confins é um dos melhores que temos em termos de planejamento”, afirma.

Já o da Pampulha, ressalta o comandante, tem comprimento de pista, mas é cercado por morros dos dois lados e uma represa em um dos lados, o que não permite aproximação de precisão por instrumentos de bordo e auxílios de navegação no solo. “O da Pampulha não aceita uma aproximação e pouso com sistemas de precisão como o de Confins, pois tem obstáculos nas proximidades”, observa. E a aproximação por instrumentos de precisão permite um pouso mais seguro para as aeronaves em condições meteorológicas adversas, com visibilidade reduzida e nuvens baixas.

O comandante considera que serão importantes novos investimentos tanto em Confins como na Pampulha. “Confins teve um aumento grande no número de passageiros nos últimos tempos”, diz. Já o da Pampulha, ele considera mais limitado, pois não tem muita capacidade de expansão. Ele considera que o aeroporto poderia se limitar aos voos regionais, porque o pátio de aeronaves já está saturado, o saguão e as salas de embarque não foram dimensionadas para grande volume de passageiros e o pátio de estacionamento das aeronaves tem limitações. “Não tem como expandir. O avião que for pousar lá e precisar de mais pista, vai precisar fazer um retorno (meia volta). Aí ocupa a pista por mais tempo. Nenhum avião pode aproximar ou decolar enquanto ele estiver na pista. Isso diminui o número de aeronaves para operar por hora”, diz.

Peres se formou em 1971 na Academia da Força Aérea. Fez o curso de três anos no Rio de Janeiro e finalizou em Pirassununga (interior de São Paulo). Ele explica que para ser piloto de aviação comercial é preciso primeiro tirar a carteira de piloto privado e, depois, de comercial. Para ser copiloto na Trip, é preciso ter experiência média de mil horas de voo e de 4 mil horas para o comandante, além de experiência. A paixão de gaúcho pelas viagens de voo já está em nova geração. O filho de 36 anos é comandante da TAM. E a filha, mesmo que indiretamente, também foi pelo mesmo ramo: formou em turismo.

26 de mar de 2010

Avião com duas pessoas cai em Goiás


Segundo bombeiros, aeronave realizava voo de treinamento.
Vítimas tiveram ferimentos e foram encaminhadas a hospital.
Um avião de pequeno porte caiu, na manhã desta sexta-feira (26), perto do aeroporto de Anápolis (GO). Segundo o Corpo de Bombeiros, duas pessoas estavam na aeronave. Elas tiveram ferimentos leves, mas estavam em estado de choque e foram encaminhadas a um hospital. Os bombeiros disseram, ainda, que o avião realizava um voo de treinamento. O local onde ocorreu a queda foi isolado. As causas do acidente serão investigadas (Foto: Assessoria de Comunicação do CBMGO)

Fernando de Noronha photoreal


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créditos: fsdemais

Filgueira landing 727 transbrasil


você alinha na pista; acelera as manetes, thrust set, aí vem a V1, quando chega a hora você CHAAAMA NEGÃO!

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24 de mar de 2010

Anac aponta crescimento no número de mulheres na aviação civil brasileira


Dados divulgados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) revelam que aumentou a participação feminina no mercado de trabalho da aviação civil nos últimos anos. Das licenças para pilotos emitidas pelo órgão, 793 foram para mulheres. Dessas, 163 habilitações estão válidas, ou seja, foram renovadas de acordo com a regulamentação.

Das licenças válidas das mulheres, 51 foram habilitadas para pilotos privados de avião, 65 pilotos comerciais e 15 foram para o nível mais alto da carreira na aviação civil – as de linhas aéreas. Para helicópteros, a Anac emitiu licenças para seis mulheres pilotos privados e outras 20 para pilotos comerciais, além de mais seis para linha aérea. Mesmo com esses números, apenas 0,8% do total de licenças válidas são de mulheres.

Para o comandante e coordenador do curso superior de aviação civil da faculdade Unicesp de Brasília, Ataíde da Silva, o mercado de trabalho nessa área é animador para as mulheres. “A aviação civil, principalmente para quem tem nível superior, está bastante favorável. As grandes companhias aéreas estão à procura desses profissionais”, revela.

No alto de seus 60 anos de experiência profissional, o comandante acredita que essa procura feminina pelo mercado faz parte de uma competência comportamental natural que elas possuem. “Existe um dom inerente às mulheres, chamada de Atenção Difusa. As mulheres são capazes de observar tudo à sua volta e ainda conversar sobre vários assuntos ao mesmo tempo. Isso é importante para o comandante que precisa observar todos os instrumentos durante o vôo”, afirma.

O comandante também atribui à sensibilidade feminina o sucesso de muitas profissionais no mercado da aviação. Quando questionado se a abertura do mercado para as mulheres poderia ser indício da queda de paradigmas e preconceitos, ele é categórico: “Não acredito que o machismo impedia antigamente as mulheres de serem comandantes, acho que esse crescimento traduz a evolução do mercado de trabalho”.

Somente neste semestre, dos 50 alunos matriculados a faculdade Unicesp de Brasília para o curso superior de aviação civil, 10 são mulheres. Hoje, um comandante ganha em média R$ 12 mil para pilotar aviões de pequeno ou grande porte, dependendo da companhia aérea.

23 de mar de 2010

Alabama Boys

22 de mar de 2010

Avião cai em Luziânia e deixa um ferido. Piloto sai ileso

Um avião monomotor modelo Uirapuru caiu nas proximidades do Aeroclube de Brasília, situado em Luziânia a 70 km Do Distrito Federal, e deixou uma pessoa ferida, segundo o Corpo de Bombeiros da cidade. O acidente ocorreu por volta das 17h50. Juan Alves fazia um teste para adquirir o brevê de piloto privado, quando foi surpreendido por uma pane, que causou o acidente. No momento em que precisou testar seus conhecimentos sobre como arremeter o avião, o motor falhou, forçando-o a realizar o pouso na área do cerrado a cem metros da pista do aeroclube. Ele saiu ileso do acidente.

A segunda vítima é o tenente-coronel Roberto Tanaka, que foi levado consciente ao Hospital de Luziânia com fratura exposta numa perna. Ele recebeu os primeiros socorros e foi transportado em um helicóptero da Polícia Rodoviária Federal (PRF) ao Hospital das Forças Armadas (HFA), em Brasília. Chegou ao local rindo e conversando e, segundo informou a Força Aérea Brasileira (FAB), está fora de risco.

De acordo com o porta-voz oficial do aeroclube, Humberto de Campos, a arremetida é uma prática comum nos testes, mas o motor do Uirapuru utilizado na prova não imprimiu a força que necessitava. "Ele fez o pouso e teve que subir novamente. Nesse momento, o avião teve uma pane, saiu da pista e parou no mato". Campos garantiu que a aeronava havia passado por inspeção rotineira, tradicional dos aeroclubes.

As aeronaves Uirapuru, utilizadas para a instrução básica, são aparelhos treinadores de dois lugares na configuração triciclo. Essa configuração é a mesma dos modernos aviões de lazer ou de transporte e preparam o aspirante a piloto para conduzir as aeronaves em uso nos dias de hoje.

A perícia para identificar a causa do acidente será feita pela Aeronáutica, pelo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos. Deve ser concluída em 30 dias. Os trabalhos começam nesta segunda-feira e conforme informou a Força Aérea, vai analisar os fatores que contribuiram para o acidente.

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17 de mar de 2010

Bilbao Landing

16 de mar de 2010

Asfaltamento no acesso ao Aeroporto de Cabo Frio começa esta semana

A Coordenadoria-Geral de Indústria, Comércio, Trabalho e Pesca de Cabo Frio anunciou o asfaltamento da estrada que dá acesso ao Aeroporto Internacional de Cabo Frio. Devido ao crescimento do número de trabalhadores embarcados na Petrobrás, em Macaé, do aumento da frota de aeronaves neste município e do projeto de reestruturação do espaço aéreo da Bacia de Campos, a companhia tem como objetivo utilizar o aeroporto de Cabo Frio no primeiro semestre de 2010.

As obras de asfaltamento pela Fundação do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) começam na quarta-feira, dia 17 de março, na estrada de chão que tem aproximadamente 1 km de extensão, e devem ser finalizados em 15 dias. As mudanças no aeroporto, no que diz respeito ao embarque e desembarque de profissionais offshore, estão previstas para iniciar no dia 5 de abril.

- Como havíamos falado anteriormente, a parceria com o governo estadual foi efetivada com o município, através do que tínhamos como objetivo nessa vinda da Petrobras: o asfaltamento da via que leva ao aeroporto – afirmou o Coordenador-Geral de Indústria, Comércio, Trabalho e Pesca, Ricardo Azevedo.

A Prefeitura Municipal de Cabo Frio acredita que o aumento de aeronaves no aeroporto terá um reflexo bastante positivo para a economia local, gerando aumento de receitas como é o caso do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS), através da vinda de novas empresas e do aumento da arrecadação das que já estão fixadas no município.

15 de mar de 2010

TAM

12 de mar de 2010

Avião de pequeno porte faz pouso forçado em área rural de Londrina


Instrutor e aluno estavam na aeronave, mas ninguém ficou ferido.

Aeroclube afirma que perícia está sendo realizada no avião.
O avião de pequeno porte Cessna 150, prefixo PT-BKU, precisou fazer um pouso forçado, nesta quinta-feira (11), em uma área rural da cidade de Londrina (PR).

A aeronave pertence ao Aeroclube de Londrina e estava fazendo um voo de instrução. De acordo com o Aeroclube, um instrutor e um aluno estavam no pequeno avião. Não houve feridos.

Ainda segundo o Aeroclube, durante o voo, comandado pelo aluno, o instrutor notou uma queda na potência do motor e assumiu o controle da aeronave. O piloto decidiu pousar em uma área de plantação na zona rural de Londrina.

O Aeroclube afirma que uma perícia está sendo realizada na aeronave e que os outros aviões de instrução estão em revisão para precaução.

10 de mar de 2010

Life Without You



LONG LIVE SRV!

9 de mar de 2010

Experimente um simulador de voo por 300 libras a hora


O site “Virtual Aviation” está oferecendo aos interessados pelo mundo da aviação passeios virtuais custando a partir de 300 libras, através de um simulador de voo. O realismo é tanto que os simuladores disponíveis custaram cada um 10 milhões de libras esterlinas, quase 27 milhões de reais.

Segundo o site, os voos se destinam àqueles que se interessem pelo assunto: estudantes da aeronáutica, grupos empresariais e até pessoas com fobias de avião e alturas. Os voos são comandados por 13 experientes pilotos comerciais e as cabines se localizam em 2 aeroportos de Londres, um em Southampton (no sul do Reino Unido) e um no aeroporto de Palma de Mallorca, na Ilha de Palma, localizada no Mar Mediterrâneo.

Os interessados não precisam ter experiência anterior e podem adquirir passes para visita única ou em grupos acessando o site do projeto. A página também oferece uma galeria de vídeos e fotos para visualização.

3 de mar de 2010

Dando um Alôzinho para a morte! rs

2 de mar de 2010

Acidente aéreo mata 6 em região de terremoto no Chile


SANTIAGO (Reuters) - Um avião caiu na segunda-feira e seus seis ocupantes, que iam prestar apoio em uma das regiões mais afetadas pelo terremoto no Chile, morreram no acidente, disseram autoridades.

A aeronave do modelo Piper PA 31 decolou de Santiago, e o acidente ocorreu nas proximidades da localidade de Tomé, perto de Concepción, uma das cidades mais atingidas pelo terremoto de magnitude 8,8 que sacudiu o Chile no sábado.

"Por enquanto as causas do acidente são indeterminadas", disse Rodrigo Ceballos, comandante da Força Aérea, à Rádio Cooperativa, após confirmar a identidade das seis vítimas.

Concepción, a segunda maior cidade do Chile, tem registrado saques a supermercados e a lojas depois do terremoto que causou uma grande destruição e mais de 700 mortos no país.