31 de mai de 2010

Concorde poderá voltar a voar


Um dos mais famosos aviões na trajetória comercial poderá retornar aos céus do mundo.
Sete anos depois do fatídico acidente que custou a vida de 113 pessoas próximo à Paris e que determinou a suspensão das operações do custoso equipamento, o retorno do avião está sendo agilizado. A iniciativa é britânica, e o objetivo da volta tem seu lado cultural.
Um dos quatro motores do supersônico foi testado com êxito neste final de semana no campo de provas de Lê Bourget. “Não há nenhum motivo técnico para que o Concorde não volte a voar”, afirmou Ben Lord, líder da organização ‘Salvemos o Concorde’ - Save Concorde Group - SCG (siglas em inglês).
Os outros três propulsores serão testados nas próximas semanas. A SCG tem esperanças de que o Concorde possa voar na cerimônia de inauguração dos Jogos Olímpicos de 2012, em Londres. Pelas previsões, seriam necessários 17 milhões de euros para a volta do Concorde.

30 de mai de 2010

Um susto na rotina do Santos Dumont

por: marceloambrosio

A informação chegou no início da semana passada, meio truncada e repleta de desconfiança. Uma passageira de um dos últimos voos programados para decolar do Santos Dumont na noite de sábado reclamava de ter sido obrigada a ficar aguardando na pista, aparentemente sem motivo algum, por longo tempo. Depois de um tempo sem respostas, o comandante informou do cockpit que o motivo da demora tinha sido um “pouso não autorizado” de uma aeronave no Santos Dumont, o que teria obrigado os operadores na torre a refazerem os planos de aproximação, pouso e decolagem das aeronaves já com autorização de operação. No recado que recebi, a indignada passageira queria saber quem teria tanto poder a ponto de poder parar a operação de um aeroporto por conta própria.

Intrigado, decidi apurar a história junto a fontes, digamos, não oficiais, já que não havia qualquer registro de incidente reportado em sites, ou seja, nada que fosse relevante ser noticiado num sábado à noite. Não é um grupo muito conhecido, mas os spotters – gente viciada em acompanhar, fotografar e comentar sobre aeronaves que pousam ou partem dos aeroportos – não estão sozinhos nessa vigília. Há quem goste, mais ainda, de observar como os ATCs conseguem sincronizar todas as aeronaves pelo radar. Alguns conseguem acompanhar as conversas de rádio entre a torre e os pilotos que entram na aproximação do SDU.

Uma dessas fontes me enviou uma gravação, elucidando o que havia ocorrido. Em vez de um pouso não autorizado, a história era um pouco mais dramática – porém considerada rotineira em uma pista com alto grau de dificuldade técnica como a do Santos Dumont, especialmente quando a final é a cabeceira 02, que dá para a boca da baía.

Pelo áudio, por volta de 21h30, o operador da torre de controle no Santos Dumont recebeu o chamado do piloto de um Cessna 172, aeronave pertencente ao Aeroclube Skylab e usada comumente para instrução. O aparelho fica baseado em Jacarepaguá e estaria retornando de um voo quando reportou um problema mecânico.

É possível ouvir claramente o piloto informando estar em “pane real”, ou seja, avisava ao controlador que a situação de emergência era real. Não é fácil distinguir que tipo de problema o Cessna tinha, mas provavelmente falha de motor.

A consulta seguinte foi um pedido para que a aproximação emergencial fosse feita pela Lagoa, a fim de cortar caminho. A autorização não foi dada e o piloto então chamou pedindo o pouso para a cabeceira 02, na qual o piloto segue paralelo à pista do Galeão, a 1.500 pés e passa sobre Santa Teresa e Laranjeiras, alinhando pela boca da baía. Foi o momento mais crítico, já que na mesma comunicação ele informa que não conseguiria chegar ao aeroporto e tentaria um pouso na praia – provavelmente Copacabana.

– Na areia ou na água? – pergunta a controladora. – Na areia, – respondeu o piloto.

Ao mesmo tempo, o controle entrou em contato com a tripulação do TAM 3958, vindo de Congonhas, entrando na terminal em direção ao radiofarol Paiol (uma antena na Ponte Rio-Niterói), sobre o qual se desacopla o computador a 600 pés para finalizar o pouso via cabeceira 20. O jato recebeu comando para abortar e desviar para espera enquanto o Cessna manobrava e pousava, felizmente, em segurança. Enquanto essa operação se desenrolava, todos tiveram de esperar. Foi mais um dia comum na aviação.

29 de mai de 2010

Tentativa de furto de avião em Pimenta Bueno (RO) pode ter relação com tráfico Internacional

Um roubo no aeroporto de Pimenta Bueno (município em destaque no mapa acima), em Rondônia, pode estar relacionado com as quadrilhas internacionais de traficantes que levam aeronaves brasileiras para atender o comércio ilegal de drogas na Bolívia.

Na madrugada de quinta-feira (27), homens não identificados arrombaram o hangar onde estava estacionado o avião Piper Matrix, prefixo PT–TOR, de propriedade da empresa Ciclo Cairu. Após estourarem o cadeado do portão do hangar, arrombaram o pequeno monomotor. Do escritório do local, roubaram a chave da aeronave, porém, por motivo desconhecido, abortaram o furto.

Para não “perderem a viagem”, levaram um notebook, uma máquina fotográfica e a caixa de ferramentas do avião. A polícia técnica esteve no local. A suspeita de tentativa de furto do avião é grande. Foi registrado o Boletim de Ocorrência na delegacia de Pimenta Bueno com o nº 1807/2010.

Fonte: Rondoniaovivo.com - Mapa: Franklin Silveira Baldo (Wikipédia)

Feira busca novos pilotos; formação custa mais de R$ 45 mil

A 3ª edição da Feira Nacional de Aviação Civil, que teve início na manhã desta sexta-feira, próximo ao aeroporto de Congonhas, tem o objetivo de incentivar o interesse das crianças pela aviação. Por este motivo, escolas públicas foram convidadas para participar do evento (foto abaixo). O Projeto Kero Voar é uma das atrações da Feira. "As crianças entram nos aviões e sentem que estão voando, isso desperta um interesse", explicou o Comandante Massuia, responsável pelo projeto.
A diretora da Agência Nacional de Aviação Civil, Solange Paiva Vieira, afirmou durante a abertura do evento que a Anac "quer fazer nascer nas crianças brasileiras a paixão pela aviação".

Segundo o piloto Luis Felipe Jotz, o setor aéreo vive um bom momento, "o mercado está aquecido para nós e as maiores empresas do setor estão contratando", disse. Para ele, a tendência é "só melhorar", já que o Brasil vai sediar a copa e a demanda de voos, "sem dúvida vai aumentar". O crescimento anual do setor é de "mais de 10%".

Mas, a formação de um piloto não é tão simples e acessível. De acordo com o piloto Luis Felipe Jotz, "a aviação é elitizada" e o gasto ultrapassa R$ 45 mil. "Cada hora de voo, a mais barata, sair por mais ou menos 300 reais", disse ele. De acordo com Jotz, para a entrada em uma grande companhia aérea são necessárias, "no mínimo mil horas de voo".

Pensando nisso, a Anac desenvolve um programa de bolsas a alunos que desejam ingressar no setor aéreo e se formar como piloto. Segundo o engenheiro, especialista em regulação da Agência, Rogério Pucci Filho, o programa pré-seleciona os interessados e oferece uma bolsa de estudos para a formação de piloto. "É difícil, não é impossível e a Anac tenta ajudar", disse ele.

O programa cobre os valores de 75% das horas de voo, em 19 aeroclubes de oito Estados do País. Em 2010, foram oferecidas 213 bolsas para 405 candidatos inscritos. De acordo com a ANAC se a formação for paga, diretamente, pelo aluno, a formação prática como Piloto Privado - primeira etapa antes de iniciar na carreira - custa cerca de R$ 14 mil e, como Piloto Comercial - que já pode exercer a profissão - até superar R$ 70 mil.

A 3ª edição da Feira Nacional de Aviação Civil acontece até o dia 30 de maio das 9h às 17h.

27 de mai de 2010

Misterioso incêndio em aeronave que efetuou pouso em uma plantação na cidade de Bocaina-SP


Segundo a polícia, avião foi encontrado vazio, indício de que a aeronave teria sido usada para transportar drogas ou armas.
O avião foi encontrado no meio de um canavial às 8h30 desta quinta-feira, 27. Os funcionários de uma usina perceberam o incêndio e correram para apagá-lo.

Testemunhas viram quatro homens saírem do avião em uma fazenda. Logo depois, eles atearam fogo na aeronave. Ainda de acordo com as pessoas que presenciaram a cena, os homens fugiram em dois carros com várias malas.

A polícia investiga se o avião pegou fogo na queda ou se o incêndio foi provocado para apagar algum indício de irregularidade.

Encontro Aéreo Luziânia Aeroclube de Brasília

Barulho de aviões durante a madrugada deve diminuir a partir da segunda quinzena de junho


Três órgãos ligados ao controle aéreo brasileiro receberam notificação por conta dos ruídos provocados em pousos e decolagens. Terão de se adaptar até 15 de junho.
O barulho de aviões durante a madrugada, que tanto incomoda alguns moradores do Lago Sul, Park Way e Núcleo Bandeirante, deve diminuir a partir da segunda quinzena de junho. O Instituto Brasília Ambiental (Ibram) notificou a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) para que aeronaves de modelos específicos (veja quadro) sejam impedidas de pousar ou decolar no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek entre as 22h e as 7h — a maioria dos equipamentos tem mais de 40 anos(1). As instituições têm 30 dias para apresentar um plano de metas que contemple a redução de ruído nas proximidades do aeroporto candango. A proibição passa a valer a partir de 15 de junho.

A principal reclamação diz respeito a aeronaves cargueiras e de tecnologia antiga, que atrapalham dos moradores próximos ao terminal há anos. Assim, essa não é a primeira vez que os três órgãos são notificados. Em 2008, o Ibram solicitou que um estudo de metas fosse elaborado a fim de adequar os níveis de emissão sonora das aeronaves aos permitidos pela legislação vigente. O pedido, no entanto, foi questionado pela Infraero e posteriormente julgado pelo Ibram, que considerou as recomendações pertinentes. “A Infraero já procurou o Ibram, mas nenhuma medida foi adotada até agora. Corridos os 30 dias para resposta, começaremos a aplicar multas caso as aeronaves desrespeitem a notificação”, afirmou o fiscal do Ibram responsável pela autuação, Aldo Fernandes. O valor da punição não é fixo.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) determina que o som em áreas residenciais deve ficar em 50dB, durante o período diurno, e 45 dB, no noturno. Segundo o Ibram, no entanto, em regiões como o Park Way, se registrou níveis de som provenientes de aeronaves com 90 dB. No Lago Sul, foram notificados ruídos de cerca de 70 dB. “O período noturno é sem dúvida mais crítico. Recebemos diariamente muitas reclamações relativas ao aeroporto, por isso pretendemos resolver essas questões o mais rápido possível”, destacou o fiscal.
Sono ruim

Segundo o professor de Física da Universidade Católica de Brasília (UCB), Sérgio Garavelli, um ruído que ultrapassa 70 dB é considerado muito elevado. O especialista também mediu a poluição sonora em áreas próximas ao aeroporto de Brasília e constatou que em cidades como o Riacho Fundo I, onde são registrados níveis de som de 82 dB, começa a ser desencadeado um quadro fruto do tráfego aéreo. “Na madrugada, as pessoas percebem mais esse barulho, já que o ruído de fundo é mais baixo, deixando as pessoas mais incomodadas. Isso influi na saúde dos moradores, que têm qualidade de sono ruim”, disse.

Para a prefeita da QI 17 do Lago Sul, a professora Heloísa Doyle, o barulho noturno é motivo de constante despertar da neta de apenas 40 dias. “Essa noite mesmo eu e ela acordamos com o barulho de um avião. Vamos analisar essa notificação do Ibram, mas continuaremos nos organizando para levar à Anac a nossa reclamação relativa ao constante transtorno a que somos submetidos”, reclamou.

Para o também morador da quadra, o aposentado Cesar Palvarin, a decisão do Ibram resolve parte do problema, mas o barulho das aeronaves durante o dia também deve ser resolvido. “O que foi conseguido não representa nem 20% do que queremos. Nossa reivindicação é para que os aviões decolem sempre da pista nova e sobrevoem as áreas não habitadas. O problema é que nem sempre isso ocorre”, explicou Palvarin.

Procurada pelo Correio, a assessoria da Infraero informou que ainda vai avaliar a notificação e que deve se pronunciar oficialmente, em breve, sobre o assunto. Já a Anac confirmou o recebimento da notificação, mas informou que a competência das questões do Decea, responsável pelo controle do espaço aéreo. O Decea, no entanto, não respondeu aos contatos feitos pela reportagem.

1 - Ultrapassado
Entre as aeronaves proibidas de circular durante a madrugada no aeroporto de Brasília, está o Boeing 707. É o mesmo modelo do Sucatão, o avião presidencial substituído em 2004. Trata-se de um avião equipado com quatro turbinas, fabricado em 1958. Na Europa e nos Estados Unidos, o modelo não faz mais voos regulares por causa do barulho. A aeronave continua em uso pela Força Aérea Brasileira (FAB) para transporte de cargas.


Memória
Alteração piorou situação

Em abril deste ano, segundo recomendação da Organização Internacional da Aviação Civil, as aeronaves que partem de Brasília devem fazer uma subida mais íngreme na mesma direção da cabeceira da pista até atingir 6 mil pés de altitude (aproximadamente 1,8 mil metros) em relação ao nível do mar. Isso para se afastar da zona residencial o mais rápido possível. Só após atingir a altura recomendada o piloto tem permissão para manobrar em direção ao destino do voo. Acordo firmado entre Cindacta I, Infraero e moradores há três anos determinava que a pista antiga do aeroporto de Brasília, próxima às casas, seria usada apenas para pousos. A nova deverá servir para decolagens, justamente por estar situada mais distante da área residencial. Após atingir determinada altitude, os aviões teriam de manobrar à direita. De acordo com a avaliação dos moradores da QI 17, porém, a mudança só trouxe dores de cabeça. A nova trajetória das aeronaves teria aumentado a incidência do ruído das turbinas nas proximidades da pista de decolagem.

Governador inaugura obras e visita instalações do Aeroporto de Cabo Frio


O governador Sergio Cabral estará em Cabo Frio (RJ). no dia 26 de maio (quarta-feira), para inaugurar a pavimentação da nova estrada de acesso ao Aeroporto Internacional de Cabo Frio, obra realizada pelo DER-RJ.
Serão também inauguradas as seguintes obras de ampliação das instalações do Aeroporto: - ampliação do terminal de carga, com a implantação de um novo módulo composto por 30.000 m² de pátio e 10.000 m² de armazéns, junto ao pátio de aeronaves. - ampliação da área de apoio administrativo, com instalações anexas ao novo módulo do terminal de carga para atividades de apoio à operação, destacando-se as novas dependências da Receita Federal, Polícia Federal, ANVISA e VIGIAGRO. - ampliação da área de pátio de aeronaves, com a construção de um pátio de 10.000 m² para os helicópteros a serviço da Petrobras: - implantação de um terminal de passageiros de helicópteros, com 500 m², para os trabalhadores a serviço da Petrobras.

Aeroporto cresceu 65% no volume de cargas - O Aeroporto Internacional de Cabo Frio teve um crescimento de 65% em volume de cargas de 2008 para 2009, o que resultou em um faturamento de R$ 40 milhões, apesar da crise mundial. Em 2007, a receita bruta do aeroporto era de pouco mais de R$ 9 milhões. Em 2008, a cifra aumentou para R$ 14,5 milhões, chegando aos R$ 40 milhões no ano passado, mais do que o dobro do ano anterior. Trata-se de um dos três aeroportos brasileiros administrados pela iniciativa privada, sendo o único desses com voos internacionais regulares.

Em volume, foram transportadas 15,7 mil toneladas em 2009, contra 9,5 mil toneladas em 2008. Também em 2009, o aeroporto movimentou, em carga, mercadorias no valor de US$ 525 milhões, o que gerou uma receita tributária de R$ 157 milhões.

O terminal conta com um entreposto alfandegário e uma grande área de armazenagem, servindo de base para a importação de equipamentos destinados à indústria petrolífera de Campos, sediada em Macaé. Mais de 80 empresas, a grande maioria de multinacionais, utilizam o Aeroporto com esse propósito.

A cifra recolhida em tributos no ano passado é superior a todos os investimentos públicos e privados feitos no Aeroporto desde 1998, ano de sua inauguração. O Poder Público (governos federal, estadual e municipal), investiu aproximadamente R$ 50 milhões em pistas, pátios de aeronaves, desapropriações e o primeiro módulo do terminal de passageiros, e a Costa do Sol Operadora Aeroportuária Ltda, empresa que administra o aeroporto por meio de concessão, investiu aproximadamente R$ 30 milhões no terminal de cargas, na ampliação do terminal de passageiros, instalações administrativas, estacionamento de veículos, e no sistema viário interno.

Os equipamentos foram adquiridos com recursos da Costa do Sol. Os maiores investimentos do Poder Público foram realizados na construção de pistas (a original com 1700m e depois a atual com 2550m).

Transferido à Iniciativa privada por meio de licitação em março de 2001 (o prazo da concessão é de 22 anos), o aeroporto consolidou-se como um importante hub logístico, capaz de movimentar e desembaraçar com agilidade mercadorias que chegam do Brasil e do exterior não apenas por via aérea como também por rodovia, provenientes de outros aeroportos e portos. Noventa e sete por cento de sua receita são obtidas com o segmento de carga.

Além de possuir uma pista com 2.550 metros de comprimento por 45 metros de largura – maior que a do Santos Dumont e a de Congonhas - seu terminal de cargas tem 20 mil metros quadrados de armazéns cobertos e 60 mil metros quadrados de pátios para armazenagem.

Em terrenos contíguos ao aeroporto, há 2,2 milhões de metros quadrados de área destinada à instalação de indústrias, dentro do conceito “Aeroporto Indústria”, que conta com incentivos fiscais, como financiamento de ICMS nos programas Rio Portos, Rio Infra e Porto Seco.

Atualmente, o aeroporto opera com cerca de dez vôos comerciais internacionais por semana, ligando Cabo Frio a Miami, Montevidéu, Buenos Aires e Santiago. E mais dois vôos domésticos de passageiros provenientes de Belo Horizonte, com empresas como a brasileira Trip, Andes (Argentina), Lan (Chile) e Pluna (Uruguai). TAM e Webjet planejam começar a operar no aeroporto em Junho deste ano, para Congonhas e Rio de Janeiro.

Fonte: Portal Fator Brasil

26 de mai de 2010

Última Missão Atlantis


Haverá só mais dois voos com naves desse tipo, ainda neste ano.
Após desativação da frota, acesso à ISS dependerá de naves russas.
O ônibus espacial Atlantis pousou às 8:48 (hora local) desta quarta-feira (26) no Centro Espacial Kennedy (Flórida, EUA), após missão de ampliação e manutenção da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) iniciada sexta-feira (14). Foram entregues um minimódulo de pesquisas russo, baterias novas e uma antena, entre outros equipamentos.
A tripulação da missão STS-132, comandada por Kenneth Ham, passou 12 dias em órbita.
A Atlantis partiu para sua primeira missão ao espaço em 3 de outubro de 1985, uma viagem para levar satélites do Departamento de Defesa dos Estados Unidos à órbita da Terra.
A Nasa planeja aposentar todos os ônibus espaciais até o fim deste ano. Em setembro, a veterana Discovery voa para sua última missão. Em novembro, encerrando a era dos ônibus espaciais, é a vez da Endeavour.
A Atlantis foi o quarto ônibus espacial construído pela Nasa, depois da Discovery, da Challenger (que explodiu na decolagem em 1986) e da Columbia (destruída no retorno à Terra em 2003).

25 de mai de 2010

TAM resgata sua história com projeto Vintage




Em aeronaves repaginadas, passageiros terão a oportunidade de reviver as décadas de 70 e 90 e experimentar a viagem no tempo que o museu da companhia oferecerá aos visitantes a partir de 13 de junho.
Passageiros da ponte aérea Rio-São Paulo poderão, a partir do dia 24 de maio, reviver momentos que marcaram a história da TAM nas décadas de 70 e 90, em uma iniciativa inédita no setor. Batizado de Vintage, o projeto repaginará duas aeronaves com o objetivo de resgatar a memória e valorizar a cultura da empresa que nasceu no interior de São Paulo e se tornou a maior companhia aérea do País, presente em todos os Estados brasileiros e com forte atuação internacional. O Espírito de Servir e a Paixão por Voar, que fazem parte do DNA da TAM e são alicerces de seus valores, serão reforçados com atitudes, serviços e produtos que remetam ao passado.

O Vintage está inserido num projeto maior: a reforma e ampliação do Museu TAM, em São Carlos, no interior de São Paulo. Sonho dos irmãos Rolim e João Francisco Amaro, o espaço começou a ser concebido em 1993 e foi aberto, em caráter experimental, ao público em 2006 como um dos museus mais significativos do mundo e o maior mantido por uma empresa aérea na América Latina. Dois anos depois, em julho de 2008, veio a decisão reconstruí-lo, expandir sua área útil de 9,5 mil m² para 20 mil m² e torná-lo mais moderno e completo. A reabertura ao público ocorrerá no dia 13 de junho.

“O Museu TAM e o projeto Vintage são uma forma de resgatarmos o passado — não só o da companhia, mas o da aviação — para ajudar a construir e guiar nosso futuro. Nossa memória e nossos valores são o fundamento para a continuidade de uma história de desbravamento”, afirma Manoela Amaro, diretora de Marketing da TAM.

Desde o início, o tapete vermelho, a presença do comandante na porta da aeronave, a bala de boas-vindas a bordo, o sorriso dos funcionários e o respeito ao passageiro construíram a marca da TAM. “A simplicidade do ato de servir está em nossa essência e deve orientar nossa forma de pensar, agir e nos relacionar. Estamos reforçando nossa cultura com o projeto Vintage, e nosso passageiro vai poder experimentar isso. Vamos levar um pouco da experiência de nosso museu para o dia a dia da operação aérea”, diz Manoela.
O estilo vintage aparecerá tanto na pintura externa quanto no interior dos aviões, que será revestido com os mesmos padrões e texturas usados nos anos 70 e 90: carpetes, cortinas e poltronas serão idênticos aos dessas décadas. A tripulação usará uniformes de época, e haverá um serviço de bordo especialmente desenvolvido para o projeto.

“O movimento de resgate do passado deve ser reforçado no dia a dia para que todos continuem a reconhecer o que sempre fomos: apaixonados por servir e por deixar as pessoas mais felizes”, completa a diretora.

Experiências diferenciadas

Duas aeronaves A319 receberão pinturas especiais. A primeira contará com o layout utilizado na década de 70, quando foram iniciadas as operações da companhia aérea regional. A segunda trará o layout da década de 90, momento de grande expansão da TAM e de reconhecimento de seus serviços de qualidade. Ambas vão operar exclusivamente as rotas de ida e volta entre Rio de Janeiro (Santos Dumont) e São Paulo (Congonhas), em todos os dias da semana.

O interior dos aviões será ambientado de acordo com os modelos originais, inclusive com tecidos idênticos aos utilizados no passado. O vídeo de segurança, exibido minutos antes da decolagem, foi produzido especialmente para as duas aeronaves Vintage. Emprega uma linguagem descontraída e elementos de época, como figurino dos atores, animações e locução, mantendo a seriedade que o tema segurança requer.

O serviço de bordo também foi personalizado para o projeto e será exclusivo para as duas aeronaves. As refeições serão servidas na famosa e clássica maleta da década de 70. Os copos exibirão logomarcas de época, e até mesmo o jornal de bordo fará uma viagem no tempo: nas páginas do Primeira Chamada, os passageiros poderão ler anúncios antigos. Comandantes, copilotos e comissários vestirão uniformes desenhados segundo o figurino da época.
O projeto é ainda uma forma de reconhecimento aos funcionários pela qualidade de atendimento que demonstram no dia a dia. A tripulação foi selecionada especialmente para a ocasião, formando uma equipe de elite que também terá como propósito treinar os novatos. “Além de trabalhar nos voos, essa equipe apresentará a nossos funcionários recém-chegados o nível de excelência em serviços que buscamos sempre oferecer a nossos clientes”, explica a diretora de Marketing.

Fonte: Portal Fator Brasil - Fotos: Divulgação (TAM) / BravoAlpha (Airliners) via diretodocockpit.blogspot.com

23 de mai de 2010

Ministro indiano diz que piloto era muito experiente


O piloto do avião da Air India que se acidentou neste sábado (22) em Bangalore (sul da Índia) com 166 pessoas a bordo era "muito experiente", disse o ministro indiano de Aviação Civil, sugerindo que a curta área de segurança ao redor da pista pode ter contribuído para a catástrofe.

O Boeing 737 procedente de Dubai saiu da zona destinada à aterrissagem dos aviões e terminou seu percurso em um desfiladeiro rodeado por uma espessa vegetação, deixando 158 mortos no pior acidente aéreo registrado na Índia nos últimos 14 anos. Autoridades chegaram a divulgar anteriormente que 159 pessoas haviam morrido.

Segundo Praful Patel, ministro de Aviação Civil, o piloto Z. Glusica, oficialmente identificado com a nacionalidade sérvia, tinha mais de 10 mil horas de voo e estava familiarizado com esta pista de aterrissagem, na qual havia pousado mais de 20 vezes.

As condições no momento do pouso eram boas, com visibilidade suficiente, mas o ministro destacou que a zona de segurança ao redor da pista em caso de perda de controle é mais curta que em alguns aeroportos.

Bangalore não tem tanta zona de ultrapassagem, neste caso aparentemente [o piloto] não foi capaz de deter o avião. Nós podemos dizer sem dúvida alguma a partir dos primeiros elementos que, além disso, tudo parecia normal.

Mas o ministro esclareceu que ainda é "muito cedo" para determinar as causas exatas da catástrofe, informando que foi iniciada uma investigação.

Patel afirmou que oito passageiros sobreviveram. Três deles estão em estado grave, quatro têm ferimentos leves e um saiu ileso. Um menino que foi retirado com vida do avião morreu a caminho do hospital.

As caixas-pretas do avião ainda não foram encontradas.

A pista na qual a aeronave tentou aterrissar tem 2,6 km de comprimento.

Ministro de Aviação Civil renuncia após acidente aéreo que matou 158 na Índia


O ministro de Aviação Civil, Praful Patel, ofereceu sua renúncia neste sábado, ao responsabilizar-se pelo acidente do avião da Air India Express, que matou 158 dos 166 a bordo. O avião saiu da pista e explodiu ao aterrissar no aeroporto de Bajpe, em Mangalore, no sul do país.

Singh teria respondido que Patel não precisava renunciar e que deveria focar em enfrentar a situação.

Segundo o próprio ministro contou aos repórteres, singh afirmou que certas coisas estão fora do nosso controle. "Se há qualquer erro para ser corrigido, ele deve ser corrigido", disse Singh, segundo relato de Patel.

Quando questionado sobre a renúncia, Patel afirmou que os assuntos discutidos não devem vir a público.

Muitos questionaram as condições da pista do aeroporto de Bajpe e especularam que esta seria a causa do acidente.

O próprio Patel, contudo, disse mais cedo que as informações preliminares indicam que o piloto do Boeing-737 errou o procedimento de aterrissagem.

O piloto voou por 2.000 pés, cerca de 600 metros, a mais do que deveria sobre a pista e, por isso, não teria tido distância suficiente para fazer a aterrissagem na pista do aeroporto de Bajpe, em Mangalore, no sul da Índia.

Patel disse ainda que a pista em que o avião da Air India Express aterrissou era a maior das duas do aeroporto. Ela tinha 8.000 pés (cerca de 2.400 metros), contra 6.000 pés (cerca de 1.800 metros) da outra.

Ele disse a repórteres que a observação preliminar mostrou que não havia problemas com a pista do aeroporto, construída há apenas quatro anos, e nem com o Boeing-737 da Air India Express, uma companhia de baixo custo pertencente a estatal Air India.

Patel disse que o piloto Zlatko Glusica, britânico de origem sérvia, e o copiloto H S Ahluwalia conheciam o aeroporto e já haviam feito diversas aterrissagens no local.

A imprensa local afirmou mais cedo que o piloto tem mais de 10 mil horas de experiência de voo. No momento do acidente, chovia forte em Mangalore.

O ministro afirmou ainda, segundo o jornal, que os dados iniciais mostram que o quociente de fricção da pista estava correto e foi certificado pela DGAC - o que significaria que o avião não derrapou pela má qualidade da pista.

Mais cedo, o vice-presidente da Air India Express, V.P. Agarwal, disse a jornalistas que o piloto não demonstrou qualquer motivo de preocupação quando recebeu autorização para pousar e teve visibilidade suficiente. Segundo a imprensa local, chovia no momento da aterrissagem.

Ele disse ainda que uma investigação detalhada será realizada peça Direção Geral de Aviação Civil para verificar com certeza a causa da tragédia.

"A DGAC ordenou uma investigação. A AIr India também formou uma equipe, liderada pelo diretor executivo, para estabelecer as circunstâncias, coletar dados e ajudar a DGAC", disse.

A caixa-preta, que armazena rodos os dados do avião e as conversas entre os pilotos e a Torre de Controle, já foi recuperada. Os seus dados, contudo, ainda não foram avaliados.

Indenização

O primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, anunciou neste sábado que o governo vai pagar uma indenização de 200 mil rúpias indianas (cerca de R$ 8.000) para cada família das vítimas.

O premiê anunciou ainda uma indenização de 50 mil rúpias indianas (cerca de R$ 2.000) para cada um dos oito sobreviventes da tragédia. O dinheiro virá do Fundo de Auxílio Nacional.

Singh cancelou ainda, em respeito às vítimas, um evento para comemorar o primeiro ano do governo UPA.

Sobreviventes

Falando às câmeras de televisão, um sobrevivente disse que ter havido um "problema" com a pista porque o avião começou a tremer quando tocou o chão.

O passageiro, que sofreu queimaduras no rosto e fugiu do avião por uma das rachaduras na fuselagem, disse ainda que uma das rodas do avião quebrou e, logo após, houve uma explosão.

O aeroporto de Bajpe está localizado numa colina cercada por vales e desfiladeiros e é considerado um dos mais complicados da Índia para pousos e decolagens.

Outro sobrevivente, identificado como Mainkutty Kerala, disse que "não houve nenhum aviso de qualquer problema aos passageiros e parecia uma aterragem tranquila".

"Imediatamente após tocar o solo, o avião fez um movimento brusco e logo caiu em um bloco, algo como um edifício", descreveu.

"O avião quebrou na metade e pegou fogo", acrescentou Mainkutty, que escapou por uma brecha, juntamente com outros quatro ou cinco passageiros.

"Eu renasci", disse o passageiro sem ferimentos graves, Puttur Ismail Abdullah, que descreveu a explosão à PTI.

Ele disse que a roda do avião explodiu quando o avião caiu e que conseguiu manter a calma, desatar o cinto de segurança e escapar por um buraco na parte de cima do Boeing. Ele correu cerca de 500 metros até que alguns moradores vieram em seu socorro.

Fonte: Folha Online, desastresaereosnews - Foto: PTI

22 de mai de 2010

166 pessoas a bordo e Boeing-737 da Air India Express se acidenta


O piloto do avião da Air India que se acidentou neste sábado em Mangalore, no sul da Índia, com 166 pessoas a bordo era "muito experiente", disse o ministro indiano de Aviação Civil, sugerindo que a curta zona de segurança ao redor da pista pode ter contribuído para a catástrofe.

O Boeing 737 procedente de Dubai saiu da zona destinada a aterrissagem dos aviões e terminou seu percurso em um desfiladeiro rodeado por uma espessa vegetação, deixando 158 mortos depois de pegar fogo. Oito pessoas, entre elas uma criança, foram resgatadas com vida dos destroços.

Segundo Praful Patel, ministro de Aviação Civil, o piloto Z. Glusica, oficialmente identificado com a nacionalidade sérvia, tinha mais de 10 mil horas de voo e estava familiarizado com esta pista de aterrissagem, na qual havia pousado mais de 20 vezes.

Mangalore está situada 400 km a oeste de Bangalore, capital do estado de Karnataka. O aeroporto fica numa região cercada por montanhas. No momento do acidente, por volta das 6h30 (horário local, 22h30 de sexta-feira, no Brasil), chovia muito e a visibilidade era baixa, segundo autoridades aeroportuárias. O ministro destacou que a zona de segurança ao redor da pista em caso de perda de controle é mais curta que em alguns aeroportos.

"Mangalore não tem tanta zona de ultrapassagem (e) neste caso aparentemente não foi capaz de deter o avião", declarou. "Nós podemos dizer sem dúvida alguma a partir dos primeiros elementos que, além disso, tudo parecia normal", acrescentou.

Entretando, o ministro esclareceu que ainda é "muito cedo" para determinar as causas exatas da catástrofe. Dezenas de equipes de resgate e salvamento foram deslocadas para o local do acidente. A elas se somaram moradores da região. Uma equipe de resgate recuperou a caixa-preta do avião e uma investigação foi ordenada pelo diretor-geral de Aviação Civil, segundo a agência de notícias estatal WAM.


O ministro de Aviação Civil da Índia, Praful Patel, afirmou que as informações preliminares indicam que o piloto do Boeing-737 da Air India Express, que saiu da pista e explodiu, errou o procedimento de aterrissagem. Ao menos 158 das 166 pessoas a bordo morreram.

Segundo Patel, citado pelo jornal "Times of India", o piloto voou por 2.000 pés, cerca de 600 metros, a mais do que deveria sobre a pista e, por isso, não teria tido distância suficiente para fazer a aterrissagem na pista do aeroporto de Bajpe, em Mangalore, no sul da Índia.

Patel disse ainda que a pista em que o avião da Air India Express aterrissou era a maior das duas do aeroporto. Ela tinha 8.000 pés (cerca de 2.400 metros), contra 6.000 pés (cerca de 1.800 metros) da outra.

Ele disse a repórteres que a observação preliminar mostrou que não havia problemas com a pista do aeroporto, construída há apenas quatro anos, e nem com o Boeing-737 da Air India Express, uma companhia de baixo custo pertencente a estatal Air India.

Patel disse que o piloto Zlatko Glusica, britânico de origem sérvia, e o copiloto H S Ahluwalia conheciam o aeroporto e já haviam feito diversas aterrissagens no local.

A imprensa local afirmou mais cedo que o piloto tem mais de 10 mil horas de experiência de voo. No momento do acidente, chovia forte em Mangalore.

O ministro afirmou ainda, segundo o jornal, que os dados iniciais mostram que o quociente de fricção da pista estava correto e foi certificado pela DGAC --o que significaria que o avião não derrapou pela má qualidade da pista.

Mais cedo, o vice-presidente da Air India Express, V.P. Agarwal, disse a jornalistas que o piloto não demonstrou qualquer motivo de preocupação quando recebeu autorização para pousar e teve visibilidade suficiente. Segundo a imprensa local, chovia no momento da aterrissagem.

Ele disse ainda que uma investigação detalhada será realizada peça Direção Geral de Aviação Civil para verificar com certeza a causa da tragédia.

"A DGAC ordenou uma investigação. A AIr India também formou uma equipe, liderada pelo diretor executivo, para estabelecer as circunstâncias, coletar dados e ajudar a DGAC", disse.

A caixa-preta, que armazena rodos os dados do avião e as conversas entre os pilotos e a Torre de Controle, já foi recuperada. Os seus dados, contudo, ainda não foram avaliados.

pousos planados A122-B zarapa

21 de mai de 2010

Interprete corretamente o metar



CLIQUE E VEJA

Noar começa a operar no dia 7 de junho ligando o Recife a outras capitais, além de Caruaru e Mossoró


O consumidor ganhou mais uma opção para escolher o melhor preço na hora de viajar de avião pelo Nordeste. A empresa aérea Noar começa a operar no próximo mês em Pernambuco. Serão quatro aviões fabricados na Tchecoslováquia e com capacidade para 19 passageiros.
A Noar é atualmente a única empresa aérea nordestina. Para marcar o lançamento, convidados fizeram um voo até Porto de Galinhas. Os voos começam no dia 7 de junho e serão diários entre o Recife e outras capitais do Nordeste.
Segundo Vicente Jorge, presidente da empresa, as tarifas devem ficar entre 35% a 40% mais baratas em relação à outras companhias. "Nossa proposta é ser uma empresa de aviação regional transportando passageiros até cidades como Recife, Maceió, Salvador, Fortaleza e Natal", disse. Também estarão no roteiro cidades do interior como Caruaru e Mossoró.
Para o governador Eduardo Campos, a Noar preenche um antigo déficit do transporte aéreo no Nordeste e vem somar ao ciclo de crescimento atual da região. "A empresa vai nos ajudar na integração dos estados. Preencher a malha aérea nordestina é uma tarefa importante para a economia, para o conforto, para o turismo e para nos ajudar a intensificar os negócios aqui", disse.
Fonte: Portal + AB

Avião sai da pista durante pouso de emergência em Jundiaí (SP)




Um avião bimotor que decolou da cidade de Porto Alegre, no Estado de Santa Catarina, fez um pouso de emergência, na tarde desta quinta-feira (20), no Aeroporto Estadual Comandante Rolim Adolfo Amaro, em Jundiaí.

Segundo informações do DAESP - Departamento Aeroviário de São Paulo - a aeronave modelo Cheyenne PA42 e com matrícula americana, apresentou problemas ainda em voo, quando seu piloto solicitou autorização para pouso às 16 horas.

Durante o processo de aterrizagem o avião se descontrolou, saiu da pista e ficou pendurado em um barranco com cerca de 5 metros de altura.

Quatro unidades do Corpo de Bombeiros de Jundiaí foram acionadas e compareceram ao local. Na aeronave estava apenas a tripulação. A equipe de bombeiros do aeroporto foi mobilizada durante o acidente e teria auxiliado no atendimento a um dos tripulantes, que foi conduzido ao setor de emergência local, onde foi atendido e liberado.
Segundo DAESP, as causas do acidente serão investigadas pelo SERIPA 4 - Serviços Regionais de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos.

A aeronave Cheyenne é equipada com motores 715hp e tem capacidade para até 8 passageiros ou 2.000 kg de carga, mais tripulantes.

Nova geração de motor ameaça aviões da Embraer


CLIQUE PARA VER O COMPARATIVO SOBRE O NOVO MOTOR
Se decidir por construir nova família de jatos, fabricante brasileira terá de optar por motores mais econômicos e menos barulhento
A Embraer corre contra o tempo para não perder seu lugar ao sol. A terceira maior fabricante de aviões espera decidir até o fim do ano o movimento estratégico que fará contra a concorrência dos novos jatos de porte médio que vão entrar no mercado de aviação civil - um nicho entre os jatos regionais e os aviões de grande porte da americana Boeing e a europeia da Airbus.

A Embraer não tomou sua decisão, mas uma das possibilidades é o lançamento de uma nova família de jatos para suceder os E-Jets, a série de aviões de maior sucesso da companhia, produzido desde 2002 e que trazem os nomes de E-170/175 e E-190/195. Dois dos seus quatros concorrentes vão colocar no mercado novos aviões até o fim deste ano, mas a verdadeira concorrência acontecerá pouco antes de 2015 quando os jatos mais modernos chegarão ao mercado equipados com uma geração de novos motores.

O motor é o coração do avião e sua escolha é considerada de vital importância para o sucesso de um projeto de avião. “A decisão é superimportante”, diz Mauro Kern, o vice-presidente da Embraer para novos projetos de aviação comercial. “Diria que tem um peso maior do que 50% na decisão".

Mauro Kern já ouviu até comparações de que a escolha de um motor é muito similar ao que um usuário de computador faz ao escolher um PC ou um Apple. Em abril, Kern deixou o cargo de vice-presidente de aviação comercial da Embraer para se dedicar exclusivamente na definição do novo programa, que deverá trazer novidades na aviação comercial.

Gaúcho do “asfalto”, como diz, por ter nascido na "urbana" cidade de Porto Alegre, filho de funcionário da Varig (o que o fez se aproximar da área de aviação), o engenheiro mecânico formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Mauro Kern, de 52 anos, dos quais quase 30 anos de Embraer, foi diretor do programa do Embraer 170-190.

Na fase do atual programa de aviação civil da Embraer, ele coordena a equipe de cerca de 40 pessoas dedicadas ao projeto, entre engenheiros, especialistas em inteligência de mercado e gestão de produtos. A equipe deverá crescer para uma centenas de pessoas, caso a opção seja pela construção de um novo avião.

Outra possibilidade em estudo pela fabricante é "esticar" a atual família de jatos, criando um novo avião com 150 assentos, o que colocaria a Embraer de frente à concorrência com a americana Boeing e a europeia Airbus, as donas deste mercado.

Fabricantes de motor

A escolha de um motor não é fácil. Como montadora de avião, a Embraer tem de fazer uma escolha técnica e certeira para saber quais são as novas tendências da aviação comercial para os próximos 10 anos a 15 anos. Na visão da Embraer, há três grandes fabricantes disputando o mercado de motores para aviões: a americana General Electric Aircraft, a britânica Rolls-Royce e a Pratt & Whitney, uma divisão da americana UTC.

O avião chinês que a estatal Comac colocará no mercado até o fim do ano terá o motor da General Electric, da atual geração de jatos - o que não parece ser um concorrente à altura na visão da Embraer, embora poderá tirar um pedaço do valioso mercado que mais cresce no mundo - o asiático - das mãos da companhia.

Além das três tradicionais fabricantes, a russa Sukhoi, que prevê o lançamento do Superjet 100, encomendou um motor à joint venture franco-russa Snecma e NPO Saturn.

Mas dificuldades técnicas no desenvolvimento do equipamento atrasaram o lançamento da aeronave. Ela não é citada como fornecedora para a empresa brasileira.

A preocupação maior da Embraer são com os demais fabricantes. A japonesa Mitsubishi e a canadense Bombardier, a eterna rival da Embraer, escolheram o motor da Pratt & Whitney para equipar seus aviões que devem começar a operar comercialmente até meados de 2014.

Conhecido como PW1000G, o motor tem sido apontado por alguns especialistas como uma inovação capaz de romper o cenário atual da aviação comercial – um panorama que convive sob pressão de custos das companhias aéreas, em busca de aviões mais econômicos (tanto no consumo de combustível como no custo de manutenção), menos barulhentos e menos poluentes. (veja no infrográfico o funcionamento da caixa de redução)

Na visão da Pratt & Whtiney, o grande diferencial é uma caixa de redução que permite o turbofan (o grande ventilador do coração do avião) a operar a uma velocidade menor do que a um dos compressores e de uma das turbinas, elevando a circulação interna de ar dentro do motor. Esses sistemas, considerado mais avançado do que os motores que equipam os aviões atuais, melhora a eficiência do avião, assegura a empresa fabricante.

A P&W diz que a queima de combustível é 12% a 15% menor do que os motores atuais - economia de US$ 1 milhão por ano. Além disso, o volume de emissões pode ser reduzido em 3 mil toneladas por ano – o equivalente a 700 mil árvores. E a diminuição de ruído é de 50% a 75%, ou seja, 15 decibéis a 20 decibéis a menos do que um avião normal, que fica ao redor de 130 decibéis. Tudo isso, afirma a P&W, proporciona mais conforto aos passageiros.

Desde que foram lançados no início da década, a Embraer entregou mais de 600 modelos do E-jets para quase 55 companhias aéreas em quase 40 países - todos equipados com motores da GE. Em março, em apresentação a investidores em Nova York, a Embraer apontou os riscos associados ao novo motor da P&W escolhidos pela Mitsubishi e Bombardier.

Na conversa com iG, Mauro Kern não deu nenhuma pistas sobre a decisão da empresa, deixando o suspense sobre a escolha no ar. "Os fabricantes de motores têm hoje uma concepção diferenciada, até antagônica", diz o vice-presidente da Embraer.

Enquanto a Pratt & Whitney decidiu colocar a caixa de redução, os demais passaram a desenvolver aprimoramento nos sistemas internos, explica Kern.

“Há fornecedores que defendem uma simplificação no número de componentes internos de modo a reduzir os custos e aumentar os intervalos para manutenção da aeronave.”

Entre as demais alternativas de reação à concorrência, a Embraer poderá até optar pela escolha de um turbohélice, diz Kern. Mas o executivo faz questão de dizer que os estudos internos não tornam a escolha como prioritária pela companhia.

O que está em jogo é um mercado de US$ 80 bilhões ao longo desta década, com a venda de 2,6 mil jatos, nas contas da Embraer. Para Mauro Kern, a empresa entende que a incorporação de uma tecnologia deverá ser avaliada rigorosamente. “Não se pode não trazer uma solução de valor para as companhias aéreas”, diz.

20 de mai de 2010

O acidente em Trípoli, conjeturas

da fonte:
http://www.jblog.com.br/slot.php
por Marcelo Ambrosio

O acidente com o avião da Afriqiyah Airlines em Trípoli, na Líbia, quarta-feira, me levou a essa coluna. Fiquei surpreso, para começar, com o fato primeiro de que o A330-200 tinha só oito meses de uso, o que em aviação significa que o revestimento ainda cheira a plástico de loja. Um desastre com um jato como esse tem grande chance de ter sido causado por falha humana.

O Metar (boletim meteorológico) local na hora do acidente indicava uma visibilidade que havia caído de 5 mil metros para 2 mil metros. Se a informação é correta, então o acidente ocorreu um minuto antes de o sol surgir no horizonte. Segundo fóruns aos quais sou associado, o aeroporto de Trípoli está um pouco acima do nível do mar, o que exigiria uma transição entre área de sombra e de luz solar na hora mais crítica. Os dados do tempo davam conta, ainda, de visibilidade prejudicada por poeira (é época de tempestades de areia) e neblina.

A aproximação nestas condições, de acordo com especialistas, é complicada pelo fato de a poeira reduzir a visibilidade na parte em que o jato estaria de frente para o sol nascente ainda que, no solo, essa mesma visibilidade fosse maior. Naquele momento, tais condições teriam persistido até praticamente o toque na pista. A indicada pela torre estava nos mínimos. Traduzindo, o piloto tentou um toque praticamente às cegas.

São conjecturas, é evidente, mas têm lá sua lógica. A queda teria ocorrido na arremetida, após a tentativa de pouso além do ponto de 1.200 metros da cabeceira RWY09, atendida por VOR (rádio beacon) e por NDB, auxílio ao pouso, este considerado obsoleto.

A queda do A330 teria ocorrido quando a aeronave tentava circular para a cabeceira RWY27, onde o efeito do sol nascente é menor na visibilidade reduzida. Nos fóruns, a 09, ainda, consta como badly designed, ou seja, ruim, tanto quanto o próprio controle de tráfego local, que, de acordo com essas fontes, costuma pedir ao cockpit que confirme ter a pista no visual, para então poder receber o clearance para pouso – ainda que a visibilidade em terra esteja perto de zero. Em uma situação de aproximação tão complicada, a necessidade dessa consulta é apontada como um fator que interfere na decisão de arremeter. Um segundo a mais pode ser o desastre e o tempo, como neste caso – os destroços estavam perto da cabeceira, em torno de 1,5 km do ponto de toque, vi no Google Maps – parece ter sido crucial.

Outro aspecto importante para as investigações diz respeito ao estado dos destroços em si. A quantidade de fragmentos e seu tamanho indicam uma desintegração resultante de impacto em alta velocidade contra um terreno plano, porém não condizente com um ângulo baixo, o que seria o usual em uma operação de pouso. As fotos não mostram só restos queimados, mas até o leme de cauda com marca de impacto no alto, sugerindo uma capotagem ou arrastamento lateral acentuado.

A avaliação desses pilotos – alguns com histórias ruins de pousos nesse aeroporto – aponta como causa provável do acidente um movimento de correção muito brusco realizado no cockpit pouco antes do toque na pista, já depois do flare ou arredondamento, o que teria levado um dos wingtips da asa a tocar o solo, desequilibrando a aeronave. A combinação dessa suspeita com as difíceis condições técnicas para a operação num horário crítico, e a uma possível inexperiência no cockpit – só recentemente pilotos líbios assumiram esse papel na empresa – teria levado a mais esse trágico desfecho.

19 de mai de 2010

Acidente em Cascavel devido a imprudência de piloto

Chuva e nevoeiro prejudicam operações, em Cascavel.
Mesmo com o aeroporto de Cascavel (PR) fechado, um avião de pequeno porte tentou pousar no local, nesta quarta-feira (19), e acabou causando um incidente.

As operações foram suspensas às 23h de terça-feira (18), por causa da chuva e do nevoeiro. A aeronave não respeitou as restrições e acabou pousando fora da pista, segundo o chefe de setor do aeroporto, José Ribeiro.

O piloto e o copiloto não tiveram ferimentos. O avião teve danos no trem de pouso e nas asas. O aeroporto permanece fechado.


"Quem não respeita os mínimos IFR e não aceita alternar, acaba provando a sensação do grande susto que pode ser fatal"

Nemeth Designs Bell UH-1 Huey FSX



créditos: powerfs

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Destroços do avião que caiu com 43 a bordo no Afeganistão são achados


Equipes de resgate localizaram nesta quarta-feira (19) o avião de passageiros que caiu dois dias antes nas montanhas no norte do Afeganistão com 43 pessoas a bordo.

Os destroços estão ao sul das montanhas de Salang. Devido às más condições meteorológicas, no entanto, as equipes de resgate ainda não conseguiram chegar até o local, disse à Agência Efe o governador da província de Parwan, Basir Salangi.

Conforme Salangi, as equipes identificaram a aeronave com ajuda de helicópteros da Força Internacional de Assistência e Segurança (Isaf) que participavam do resgate.
A companhia aérea Pamir Airways anunciou que oferecerá compensação econômica de US$ 100 mil às famílias das vítimas.
O avião saiu de Kunduz (norte) na segunda-feira passada às 8h30 no horário local (1h em Brasília) com destino a Cabul e os operadores aeroportuários perderam contato com avião a 30 quilômetros ao norte da capital.

No voo estavam cinco tripulantes e 38 passageiros, sendo 11 estrangeiros.

Nas tarefas de busca participaram sete helicópteros (dois da Isaf e um da Pamir Airways), assim como moradores da região que rastrearam a região a pé e a cavalo.

Havia passageiros na cabine do avião do presidente da Polônia, diz Rússia

Pelo menos três passageiros se encontravam no cockpit do avião que caiu na Rússia, matando o presidente polonês Lech Kaczynski e outras 95 pessoas, segundo informações de uma comissão que investiga as circunstâncias do acidente.

Uma destas pessoas teria sido identificada, mas a comissão, criada pelo governo russo, não quis fornecer mais detalhes.

De acordo com o correspondente da BBC em Moscou, Rupert Wingfield Hayes, a comissão ainda não sabe o que provocou a queda do avião na cidade de Smolensk em abril, mas descartou as hipóteses de falha mecânica no avião, explosão, ataque terrorista e de problemas no equipamento do aeroporto.

Investigações preliminares tinham concluído que os pilotos do avião deveriam ter evitado de tentar pousar em Smolensk por causa do mau tempo e da más condições de visibilidade.

Uma autoridade do controle de tráfego aéreo "alertou duas vezes que a visibilidade era de 400 metros e que não havia condições para pousar", afirmou Alexei Morozov, chefe da comissão de investigação, segundo a agência de notícias Itar-Tass.

O avião presidencial Tupolev-154 caiu no oeste da Rússia no dia 10 de abril, quando uma comitiva presidencial voava para uma cerimônia em homenagem a poloneses mortos pela polícia secreta do ditador soviético Josef Stalin em Katyn, durante a 2ª Guerra Mundial.

Além do presidente e sua esposa, os chefes dos três braços das Forças Armadas e diversos líderes políticos da Polônia morreram no acidente.

18 de mai de 2010

Sueco pilotou aviões por 13 anos com licença falsa


Thomas Salme de 41 anos, passou 13 anos pilotando sem habilitação, mas afirma que jamais colocou passageiros em risco.

Engenheiro de manutenção, se tornou piloto de Boeing 737 depois de treinar algumas noites em um simulador e imprimir um licença de piloto falsa em casa. Por treze anos, ele transportou passageiros sem nenhum incidente, principalmente pelas empresas Scandinavian Airlines e a italiana Air One. Teve passagem por outras empresas italianas, britânicas e belgas.

Com 10 mil horas de voo ilegal acumuladas, Salme foi preso em março, no Aeroporto de Amsterdã, sentado no cockpit de um Boeing 737 da empresa turca Corendon Airlines, carregando 101 passageiros a poucos minutos da decolagem para a Turquia. Ele admitiu que foi tudo uma ideia maluca.

"Eu tive a ideia de me candidatar a copiloto em uma companhia aérea de verdade, então imprimi um brevê sueco. Não estava laminado e parecia mesmo com algo feito em casa. Foi surpreendentemente fácil. Os documentos são diferentes em cada lugar da Europa, então uma companhia aérea italiana muitas vezes não sabe como são os documentos de pilotos suecos. Dá pra forjar tudo que você precisa. Eu treinava lá por duas ou três horas de uma vez - pelo menos umas 15 ou 20 vezes por um ano e meio.

Após admitir a enganação, foi multado em € 2 mil (R$ 4,5 mil) e não poderá pilotar por um ano. E para poder pilotar novamente terá que tirar a licença de verdade.

Ele está sendo comparado ao americano Frank Abagnale, que inspirou o filme 'Prenda-me Se For Capaz', com Leonardo DiCaprio (foto ao lado). Mas Salme nega a semelhança. "Ele só usava um uniforme de piloto para conseguir dinheiro fácil. Eu pilotava de verdade", disse em entrevista à Fox.

Queda de avião em jardim fere três nos EUA

17 de mai de 2010

Avião de passageiros cai no Afeganistão

Segundo agência, aeronave voava de Kunduz, no norte, para Cabul.
O avião pertencia à companhia privada afegã Pamir Airways.

"Do G1, com agências"

imprimir Um avião de passageiros que voava de Kunduz, norte do Afeganistão, a Cabul caiu nesta segunda-feira (17), anunciou o ministério afegão do Interior. Segundo a agência de notícias Reuters, havia 43 pessoas a bordo. Já a agência Associated Press informa que estavam na aeronave 44 pessoas.

O avião pertencia à companhia privada afegã Pamir Airways. Entre os passageiros estavam estrangeiros. O chefe da polícia do aeroporto, Mohammad Asif Jabar Khil, disse que o avião caiu a 100 km de Cabul. Forças da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) foram enviadas para ajudar nas buscas.

14 de mai de 2010

Chupa que é de uva rapariga! kkkkkkkkkkkk


You can give me an hour alone in a bank
Pay all my tickets, wipe the slate blank
You could buy me a car, fill up the tank
Tell me a boat full of lawyers just sank
But it ain't nothin' but a woman
Nothin' but a woman, no, no
Don't need nothin' but a woman
Any time I'm feelin' low

(Same as above)
Well, you could fly us to Dallas on a jumbo-jet plane
If we run late and miss it, we can take the night train
When the pressure is on, things getting insane
Only one cure for that kind of strain

It ain't nothin' but a woman
Nothin' but a woman, no, no
Don't need nothin' but a woman, yeah, yeah
To get me through the show

Saxophone Solo

SOLO (cool!)

Yeah, you can make me a bet, give me a ten-point spread
Give me french brandy that will clear my head
When it's all over, feeling half-dead
Only one thing, just like I said

It ain't nothin' but a woman
Nothin' but a woman, yeah, yeah
Any time I got a woman
Things can't be too bad

You can buy me a house, turn over the deed
Bring six pounds of California weed
But my weakness ain't drugs, whiskey, or greed
Only one thing that YOUNG BOB needs

It ain't nothin' but a woman
Nothin' but a woman
Yeah, you right
Ain't nothin' but a woman to get me through the night

Mmmmm

It's like I said, man
Ain't nothin' but a woman

(various inaudible gauking)

Yeah, look at her

And that one over there

Miguel Vaspiano, o menino que nasceu nas alturas acabou morrendo da mesma forma no acidente de ontem em Manaus


Miguel Vaspiano Lepeco, um menino que no dia 17 de julho de 1957 fez com que a rotina do aeroporto Dr. Gastão Vidgal, na cidade de Maringá, no Paraná, mudasse de forma inusitada.

Naquele dia normal, uma aeronave DC-3, que pertencia à antiga Viação Aérea de São Paulo (VASP), estava chegando a cidade, quando um fato mudou completamente o trabalho dos comissários de bordo e tripulantes: um nascimento.

Sem nenhuma experiência em realizar partos, os comissários de bordo iniciaram o processo, no improviso mesmo. Com o desejo de que a espera da mãe para dar a luz ao menino fosse o mais rápido e menos doloroso possível.

Ao entrar no espaço aéreo da pequena Maringá, uma surpresa: nascia mais uma criança. Uma criança que não somente tinha um destino qualquer como as outras. Esta criança já tinha a sua vida traçada naquele mesmo exato momento: o destino de se tornar um piloto.

O fato tornou-se destaque em todos os jornais da região e, a sua mãe, contente com o esperado, começou a desembarcar da aeronave, descendo degrau por dregau, com os olhos cheios de alegria e com um rosto bem alegre e atenta aos movimentos da criança.

Aquele simples menino até teve no sobrenome um grande presente. A mistura se formou em Vaspiano, dando como homenagem à empresa onde teve seu nascimento.

A partir de então, começara sua vida servindo em nome da aviação até ontem, 13 de maio de 2010, onde Miguel Vaspiano Lepeco, terminava a sua vida da mesma forma que veio: através das alturas.

Por volta das 14h30, iniciava um procedimento rotineiro: transportar pessoas para outros lugares. Decolava do aeroclube de Manaus, levando junto uma comitiva de funcionários da Secretaria de Estado e Qualidade do Ensino do Amazonas (SEDUC), entre eles, a secretária de educação, Cínthia Régia.

Minutos depois de decolar do aeroclube, segundo informações, o comandante Vaspiano (como era conhecido), falou à torre que iria retornar à origem.

O destino estava traçado e o menino que nasceu nas alturas já não podia mudar o destino que foi colocado.

Ele tentou ainda pousar sobre a área do Colégio Salesiano Dom Bosco Leste, mas a aeronave estava em alta altitude e começava a perder altura rapidamente. Ainda tentou acionar o trem de pouso e pousar no lugar; mas era impossível fazer o procedimento.

A perícia que o comandante Maciano em escolher aquele lugar para miminizar a tragédia foi marcante. Caso aquele lugar não fosse usado, a aeronave poderia cair em várias casas ou até mesmo próximo ao Terminal 5.

Mas, aquele fato que mudou a rotina daquele aeroporto no dia 17 de julho de 1957, acabou reeacontecendo ao contrário no dia 13 de maio de 2010, onde, o menino que nasceu nas alturas, acabou deixando sua vida nas alturas.

Seis morrem em queda de avião em Manaus





Um avião de pequeno porte caiu, na tarde desta quinta-feira (13), no bairro Zumbi, em Manaus. De acordo com a Agência de Comunicação do Governo do Amazonas, as seis pessoas que estavam na aeronave morreram.

Entre as vítimas estavam cinco funcionários da Secretaria de Educação do Amazonas e o comandante. A secretária de Estado de Educação do Amazonas, Cinthia Regia Gomes do Livramento, também integrava a comitiva que viajava para Maués (AM).

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a aeronave saiu do Aeroclube de Manaus e seguia para Maués. O avião caiu em um terreno de um seminário salesiano e explodiu. As vítimas foram carbonizadas. A perícia da Aeronáutica está no local para investigar as causas do acidente.

Em nota no twitter, o Governo do Amazonas lamentou o ocorrido. O governador Omar José Abdel Aziz decretou luto oficial no Amazonas por três dias devido à morte dos servidores.

Dados do Acidente

Data: 13.05.2010
Hora: 15h05
Aeronave: Embraer EMB-810C Seneca II
Prefixo: PT-EUJ
S/n: 810221
Operador: CTA Táxi Aéreo (Cleiton Taxi Aéreo)
Partida: Aeroclube de Manaus (SWFN)
Destino: Aeroporto de Maués (MBZ/SWMW)
Local da queda: Colégio Salesiano Dom Bosco Leste, localizado no bairro de Zumbi dos Palmares, em Manaus, Amazonas
Fase: Subida inicial
Ocupantes: Tripulação: 1 / Passageiros: 5
Total de mortos: 6

Bolsa e curso online visam elevar oferta de piloto

Anac reage à possível escassez de profissionais com iniciativas para reduzir os custos de formação
Para se antecipar a uma eventual carência de pilotos, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) começa a editar medidas para aumentar a formação de profissionais. Com a constatação de que o custo de treinamento é o maior entrave, a Anac oferece bolsas e permite parte da formação à distância.

Desde o ano passado, a agência oferece bolsas para financiar 75% do curso prático de pilotos privados e comerciais. O programa receberá investimento de R$ 3 milhões neste ano, mas esbarra em um número reduzido de interessados. Das 135 bolsas oferecidas em 2009, 23 ficaram remanescentes, por falta de interessados aptos a participar do programa. A agência precisou abrir um novo processo seletivo para preencher essas bolsas.

Neste ano, o programa ampliou a oferta de bolsas para 213 e recebeu 405 inscrições. A seleção ainda está em curso e depende da aprovação dos candidatos em uma prova teórica. A participação do programa é aberta a pessoas com 18 a 35 anos, aprovadas na prova teórica na Anac e que fizeram 25% das horas de voo exigidas pela agência. “Não abrimos para o público em geral para priorizar pessoas que já estão comprometidas coma profissão e evitar desistências”, afirma Sidney Nogueira, superintendente de desenvolvimento de pessoas da Anac.

Para obter a licença de voo nas companhias aéreas regulares, o piloto precisa de aprovação em provas teóricas e práticas e um currículo com, no mínimo, 1.500 horas de voos. Em geral, as aulas são ministradas nos aeroclubes, mas em abril, a Anac aprovou o primeiro curso à distância para piloto.

A primeira escola a oferecer a modalidade foi o Aerocurso.com, sediada em Rolândia (PR) e parceira da rede de ensino profissionalizante Microlins. Com um custo de R$ 1.100, os alunos terão 280 horas teóricas online. O curso não exclui a necessidade de aulas práticas, que terão quer ser feitas nos aeroclubes.

“O curso à distância vai facilitar principalmente a capacitação de pilotos que não moram perto de aeroclubes”, afirma Wagner Garbelini, diretor da escola. A meta do Aerocurso.com é formar mil alunos neste ano. A primeira turma deve começar neste mês.

Esta é a segunda vez que Garbelini tenta oferecer um conteúdo técnico para pilotos à distância. Há 15 anos, o empresário fez um projeto para veicular na Rede Vida um programa educativo chamado Telecurso Santos Dumont. A iniciativa foi aprovada pelo Departamento de Aviação Civil, órgão hoje extinto e substituído pela Anac, mas não foi ao ar por falta de patrocínio.

Aéreas temem escassez de pilotos para novos aviões e podem exigir menos experiência de pilotos

Apenas planos de expansão de frota de Gol, TAM e Azul contemplam 107 novas aeronaves até 2014, que demandarão cerca de mil pilotos

O descompasso entre o ritmo de crescimento do mercado brasileiro de aviação e a velocidade de formação de pilotos preocupa as companhias aéreas e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O temor é que faltem profissionais para pilotar as novas aeronaves que reforçarão a frota das empresas nos próximos anos. O setor aéreo ensaia uma reação, com incentivos a treinamentos, mas esbarra em um número reduzido de interessados.

Apenas os planos de expansão de TAM, Gol e Azul contemplam pelo menos mais 107 aeronaves em operação até 2014. Hoje, a frota das três companhias aéreas soma 305 unidades. Cada aeronave nova requer a contratação de seis a dez pilotos, segundo o diretor técnico do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), Ronaldo Jenkins. De acordo com as estimativas, serão necessários cerca de mil pilotos para operar apenas as novas aeronaves das três companhias aéreas nos próximos cinco anos. “A necessidade é muito maior. As empresas também precisam repor os profissionais que se aposentam ou deixam o emprego por outros motivos”, afirma Jenkins.

O número de licenças emitidas para pilotos é pequeno se comparado à demanda por transporte aéreo, que cresceu 35% nas rotas domésticas no primeiro trimestre de 2010, de acordo com a Anac. Em todo o ano passado, apenas 258 licenças para pilotos de linhas aéreas foram concedidas. “Hoje não há carência de mão de obra, mas, com esse crescimento no setor, temos que nos preocupar com o médio prazo”, afirma Jenkins.

O custo elevado para a formação e o pagamento de salários menos atrativos nesta década diminui o interesse dos jovens pela profissão de piloto, afirma Graziela Baggio, presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas, entidade que representa pilotos e comissários de bordo. O investimento em cursos teóricos e práticos para a formação de pilotos varia de R$ 100 mil a 150 mil, segundo estimativas de especialistas, mas o salário inicial é de R$ 3 mil a R$ 5 mil. Para pilotos mais experientes, remuneração chega a R$ 20 mil.

“Ninguém mais fica rico como piloto”, afirma Enio Dexheimer, professor do curso de Ciências Aeronáuticas da PUC-RS e ex-comandante da Varig. Os salários da categoria encolheram com o excesso de oferta de mão de obra provocado pela falência de grandes empresas nos últimos 20 anos, como Vasp, Varig e Transbrasil. E os custos de formação aumentaram. “Na década de 60, um salário mínimo comprava mais de dez horas de voo nos aeroclubes. Hoje, compra no máximo duas”, diz Dexheimer.

Por falta de empregos ou para receber melhores salários, muitos pilotos foram para o exterior trabalhar nas companhias internacionais. A estimativa de especialistas consultados pelo iG é que cerca de 500 pilotos brasileiros voam em empresas estrangeiras. O contrário não pode acontecer. Mesmo com as aéreas internacionais em crise, o Brasil não pode aproveitar estes profissionais, porque a legislação do setor proíbe a contratação de estrangeiros, com raras exceções.
Empresas não vão abrir mão de formação de qualidade mesmo com escassez de profissionais, mas podem contratar pessoas mais jovens

A disputa mais acirrada por mão de obra pode mudar os requisitos exigidos pelas companhias aéreas para a contratação de pilotos. Hoje, as grandes empresas priorizam profissionais experientes, que já atuaram em concorrentes ou em companhias de aviação executiva, regional ou de táxi aéreo. Com a escassez prevista de profissionais para os próximos anos, elas podem exigir menos experiência e investir em treinamento próprio da equipe, afirma o diretor técnico do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), Ronaldo Jenkins.

A mudança de requisitos não vai reduzir a qualidade dos pilotos, segundo Jenkins. A tendência no setor é de uma valorização de profissionais com diploma universitário na aérea de aviação. “Quanto melhor a formação básica de um piloto, mas facilmente ele se adapta a novas tecnologias”, diz o diretor do Snea.

Há 20 instituições de ensino superior que oferecem graduação na área de ciências aeronáuticas, segundo informações da Anac. Poucas, no entanto, são gratuitas, o que aumenta ainda mais o custo de capacitação da categoria.

Entre as faculdades particulares, um dos cursos mais tradicionais é o de ciências aeronáuticas da PUC-RS, criado em 1993 em convênio da universidade com a Varig. Com cerca de 70 vagas por ano, a mensalidade custa cerca de R$ 2.000, segundo o professor do curso, Enio Dexheimer. “A maioria dos alunos são jovens de classe média, apaixonados por aviação.”

Ao ingressas nas companhias aéreas de grande porte, os pilotos passam por uma nova bateria de treinamentos, específicas para as aeronaves operadas. A tendência no setor é aumentar o investimento em capacitação dentro das próprias empresas.

A Azul, por exemplo, criou uma universidade para treinar pilotos e comissários de bordo, sem custos para os funcionários. Os investimentos já somaram U$$ 22 milhões, 90% deles aplicados no simulador de voos da companhia, inaugurado neste mês, segundo o vice-presidente operacional da companhia, Miguel Dau.

13 de mai de 2010

Avião da TAM é atingido por pássaro durante pouso no Pará


Uma aeronave que fazia o voo 3871 da TAM foi impedida de seguir viagem na tarde desta terça-feira (11), em Marabá, a 485 km de Belém, no Pará. O voo, que partiu de Belém às 14h15m com destino a Brasília, fez escala na cidade. O avião foi atingido por um pássaro quando se aproximava do aeroporto de Marabá e, por isso, precisou ficar no município paraense para passar por manutenção.

Segundo nota enviada pela assessoria de imprensa da companhia aérea, a continuação do voo foi cancelada e os passageiros acomodados em hotéis para decolar nesta quarta-feira, em voos da empresa e de outras companhias. O voo estava previsto para pousar em Brasília às 17h30m.

12 de mai de 2010

A319 SBBR

Menino holandês sobrevive a acidente aéreo na Líbia, diz ministro



Airbus A330 com 104 a bordo vinha da África do Sul caiu em Trípoli.
Morreram 61 cidadãos holandeses, segundo autoridades do país.

Um menino holandês sobreviveu ao acidente aéreo ocorrido nesta quarta-feira (12) em Trípoli, capital da Líbia, segundo as agências de notícias. Segundo a Reuters, o ministro dos Transportes líbio, Mohammed Ali Zaidan, disse que o garoto de 10 anos estaria no hospital fora de perigo.

Um avião Airbus A330 operado pela companhia líbia Afriqiyah Airways com 104 pessoas caiu na região do aeroporto de Trípoli. O voo 771, que partiu de Johannesburgo, na África do Sul, "teve um acidente durante a aterrissagem no Aeroporto Internacional de Tripoli às 4h UTC (6h em Trípoli, 1h em Brasília)", informou um comunicado da empresa na internet.

O comunicado diz que "não há informações sobre possíveis vítimas ou sobreviventes", e as autoridades informaram que são remotas as chances de alguém sobreviver ao acidente. As agências de notícias dão informações conflitantes sobre mortos: segundo a Associated Press, que cita o ministro dos transportes Mohammed Ali Zaidan, 96 pessoas morreram. A agência Reuters confirma 103 mortos e a France Press informa que 'mais de 100 pessoas morreram'.
A companhia aérea informou que o Airbus A330 transportava 93 passageiros e 11 tripulantes, e que as autoridades competentes realizavam a missão de busca e salvamento.

O ministro dos Transportes líbio descartou a hipótese de o acidente aéreo ter sido provocado por um atentado. "Descartamos de forma definitiva a hipótese de que o acidente seja resultado de um ato terrorista", afirmou Zidane.

Mais tarde, a companhia aérea divulgou um novo comunicado, dando condolências às famílias e amigos das vítimas. Segundo a empresa, "a missão de busca e resgate já havia sido concluída e os feridos teriam sido transferidos para vários hospitais".

O primeiro-ministro holandês, Jan Peter Balkenende, disse em uma entrevista para a imprensa que foi televiosionada que "muitos holandeses" estavam no avião que caiu.

Mais tarde, foi informado que 61 cidadãos holandeses morreram, e um menino, cuja idade ainda não foi confirmada, foi o único sovrevivente, segundo as autoridades holandesas. Havia dois grupos de turistas a bordo, com dois garotos, de 9 e 11 anos,

Informações
A Afriqiyah Airways forneceu dois números de telefones para que familiares possam buscar informações: 0213341181 (na Líbia) e +442033552737 (ligação internacional).

A Airbus também se manifestou: "A Airbus fornecerá assistência técnica total para as autoridades responsáveis pela investigação do acidente com o Bureau d'Enquête et d'Analyse (BEA)".

11 de mai de 2010

PT-NUG VFR

10 de mai de 2010

Ultraleve com empresário e agricultor cai em Lucas do Rio Verde





Uma queda cinematográfica de um avião monomotor em Lucas do Rio Verde (360 km de Cuiabá), com duas pessoas a bordo, por pouco não termina em fatalidade. O acidente ocorreu por volta das 15h10 da tarde de hoje (8), à menos de 500 metros do local onde está acontecendo o Encontro Nacional de Tecnologias de Safras (Entec$).

A aeronave, o ultraleve Conquest, prefixo PU-RIZ, fazia uma decolagem na pista da rodovia MT 449, que liga a cidade de Lucas à Tapurah (MT), mas poucos metros após sair do chão perdeu o controle e aterrissou de dorso para baixo atingindo um poste de energia elétrica que fica ao lado da rodovia.

Houve princípio de incêndio, mas o piloto, empresário de Rondonópolis , Cézar Augusto da Silva (34) e o tripulante de Tapurah, agricultor, Régis Adriano Desordi Porazzi (39), conseguiram sair sozinhos do avião, foram socorridos pela Polícia Militar e passam bem, segundo amigos que acompanhavam os exames dos envolvidos no acidente no Hospital São Lucas, logo após o acidente.

Por pouco o avião não atinge agente de trânsito

Um agente de trânsito que trabalhava no local presenciou o acidente e contou como tudo ocorreu. Ele estava a cerca de 50 metros do poste onde o avião bateu e diz que quase foi atingido pela aeronave. “Se não saio correndo ela podia ter me atingido”, comenta emocionado.

Depois do susto, Luis observa o avião caido do mesmo local onde estava na hora do acidente

Segundo Luis Carlos, funcionário da Secretaria de Estado de Infra-estrutura de Mato Grosso (Sinfra), a pista da MT 449 foi interditada para a decolagem de duas aeronaves com pessoas que participavam do Entec$. O agente cuidava para que veículos que vinham de uma estrada ao lado do local onde o avião caiu, não tivessem acesso à rodovia.

Luis narra que o primeiro avião “verde” decolou sem problemas, mas o segundo monomotor percorreu cerca de 200 metros e ao tentar decolar, esbarrou numa árvore na lateral da rodovia, perdeu o controle e seguiu em direção ao local onde ele estava. “Quando ele esbarrou na árvore eu já sai correndo para o mato”, relata o agente mostrando o local para onde se refugiou. “Não vi nem a hora que ele bateu no poste”, conta, olhando para o avião. Ele calcula que o monomotor passou cerca de 30 metros dele, antes de se chocar no poste 50 metros depois.

O agente conta ainda que depois do susto viu a rede elétrica pegando fogo e os dois homens que estavam no avião saindo abraçados um no outro. “Eles estavam bastante assustados e o piloto sangrava bastante”, descreve. “Quem deu apoio à eles foi a polícia que presta serviço no pedágio da MT, nós da fiscalização e os funcionários do pedágio”, finalizou.

Chuva faz organização do Mundial de Corrida Aérea cancelar a disputa final


Vencedor da etapa do Rio de Janeiro foi o austríaco Hannes Arch, dono do melhor tempo dos treinos classificatórios de sábado no Aterro do Flamengo

O austríaco Hannes Arch, que fez o melhor tempo do treino oficial para a etapa do Rio de Janeiro do Mundial de Corrida Aérea, ficou com a vitória na etapa, já que a chuva impediu que houvesse a disputa no domingo.

A forte chuva que ameaçou durante toda a madrugada a disputa da etapa do Rio de Janeiro do Mundial de Corrida Aérea fez com que os organizadores da competição, mesmo após terem iniciado a disputa com a repescagem e o início do Top 12, decidisse cancelar a competição. Além do aumento da chuva, os ventos, que eram de 13 km/h, subiram para 43 km/h, tornando muito perigosas as condições de voo para os pilotos.

Com essa decisão, os resultados dos treinos classificatórios de sábado passaram a valer como finais para a etapa. O vencedor, portanto, foi o austríaco Hannes Arch, que conquistou o melhor tempo da classificação seguido pelo britânico Nigel Lamb, que fez o segundo tempo.


O Top 12 começou com a desclassificação do japonês Yoshihide Muroya por ter tido sua pilotagem classificada como perigosa pelos juízes ao voltar o bico da aeronave para a água, o que é proibido. O segundo a levantar voo foi o húngaro Peter Besenyei, um dos mais experientes do circuito. Sem cometer erros, Besenyei conseguiu o tempo de 1m21s94. Matthias Dolderer, da Alemanha, tocou um dos obstáculos - sendo penalizado em seis segundos - e ainda errou no nivelamento de sua aeronave, perdendo mais dois segundos, somando 1m30s26. O espanhol Alejandro Maclean começou muito bem a sua apresentação, e mesmo com uma punição de dois segundos por erro no nivelamento de sua aeronave, marcou 1m23s36.

- A situação meteorológica começa a piorar um pouco, e há alguns pássaros no ponto de espera do Aeroporto Santos Dummont, mas nada disso chegou a me atrapalhar - disse Matthias Dolderer após a sua apresentação.

Após a volta de Alejandro Maclean houve uma suspensão dos voos por 20 minutos, por causa do aumento da intensidade da chuva. Ficou definido pelos organizadores que a velocidade máxima do vento permitida para a disputa seria de 44 km/h. Porém, mesmo com ventos de 13 km/h, o aumento da chuva fez com que a disputa ficasse suspensa até que as condições de voo melhorassem. Os obstáculos chegaram a ser desinflados para o aguardo da melhora do tempo.

Após cerca de uma hora de suspensão, e com a maioria dos boxes dos pilotos no hangar dos aviões fechada, a organização informou que a prova estava cancelada.

Em entrevista logo após o anúncio da decisão dos organizadores, Arch falou sobre a sua vitória.

- Sabíamos que domingo poderia ser um dia chuvoso, e tratamos a classificação como uma final. Agora estamos muito concentrados nas próximas etapas e na busca pela liderança do campeonato.

Segundo o brasileiro Adílson Kindlemann, que não competiu por seu avião não ter sido reconstruído a tempo após o acidente sofrido em Perth, na Austrália, a decisão foi acertada.

- As condições climáticas pioraram muito, e temos que lembrar que este é um esporte de muito risco e precisão, e qualquer mudança implica em riscos altos demais. As condições neste domingo não estão nada boas, e o risco de se competir é muito grande. Por isso, acho que a decisão da organização foi correta. Não se pode por em risco a vida dos pilotos, ou mesmo dos espectadores.

A próxima etapa do Mundial de Corrida Aérea acontece no dia 5 de junho, na cidade de Windsor, no Canadá. Depois, em sequência, serão disputadas as etapas de Nova York (EUA), em 19 de junho, Lausitz (ALE), em 7 de agosto, Budapeste (HUN), em 19 de agosto, e Lisboa (POR), em 4 de setembro. A etapa do Rio de Janeiro foi a terceira do calendário de 2010, que contou ainda com disputas em Abu Dhabi (EAU) e Perth, na Austrália.

Classificação após a etapa RIO:

Avião com 35 ocupantes sai da pista na Colômbia




Com ferimentos leves, escaparam os 35 passageiros e tripulantes de um avião da Satena que derrapou na pista do aeroporto de Mitú, em Vaupés, na Colômbia, na última quarta-feira (5).
O incidente ocorreu no departamento de Vaupés, quando o Embraer ERJ-145, prefixo HK-4536 (registro militar FAC1173) acabou em uma zona pantanosa adjacente ao terminal.

O diretor da Defesa Civil em Villavicencio, coronel Jorge Díaz Martínez, disse que a habilidade do piloto, que sofreu ferimentos leves, impediu uma tragédia.

Cinco pessoas compunham a tripulação da aeronave, que havia decolado de Villavicencio para o voo 9R-9634 e, aparentemente, devido a um defeito no sistema de freio, foi parar após a cabeceira da pista do Aeroporto Fabio Alberto León Bentley (MVP/SKMU), em Mitú.

O piloto, que não foi imediatamente identificado, foi levado para um centro médico.