14 de abr de 2011

TEXTURA DA BRA (737-300) WILCO


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13 de abr de 2011

Textura Puma Air Wilco 733



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12 de abr de 2011

Air France já teria localizado caixas-pretas do voo 447, diz presidente da Associação das Famílias e Vítimas

As caixas-pretas do voo 447 da Air France, que fazia o trajeto Rio-Paris e desapareceu dos radares em 31 de maio de 2009 com 228 pessoas a bordo, já teria sido localizada pela companhia, segundo informou o presidente da Associação das Famílias e Vítimas do Voo 447 da Air France, Nelson Faria Marinho ao UOL Notícias.

Marinho participou de uma reunião com diretores da Air France, autoridades do governo francês e outros familiares dos passageiros – pessoas de 32 nacionalidades estavam a bordo do avião –, em Paris, e disse que as caixas-pretas estariam na cauda da aeronave, já localizada pela equipe de buscas.

Assim que as caixas-pretas forem retiradas, começa uma nova batalha entre familiares, a Air France e o governo francês: o local onde as caixas-pretas serão analisadas. Nelson defende que elas sejam levadas para os Estados Unidos, por ser um território neutro, mas enfrenta forte resistência do governo francês e da própria companhia estatal.

O presidente da Associação das Famílias e Vítimas do Voo 447 solicitou por meio da Secretaria Nacional de Articulação Social uma audiência com a presidente Dilma Rousseff para pedir que o Brasil se pronuncie oficialmente sobre o assunto.

“O governo brasileiro está nos apoiando, mas ainda não fez nenhuma declaração oficial sobre isso [a análise das caixas-pretas], o que é usado como justificativa pelo governo francês para levar as caixas-pretas para a França”, disse Nelson.

No último dia 3, corpos de passageiros que estavam no avião foram encontrados dentro de fuselagem achada no oceano Atlântico. Segundo Marinho, a operação para retirar os corpos e os destroços encontrados no mar deve começar em até três semanas e se estenderá até junho.

Marinho, que perdeu o filho Nelson no acidente, reclama que o governo francês “está fechado” e limitando a participação dos familiares e as informações divulgadas. “Foi negado ver até as fotos dos corpos resgatados”, diz ele.

“O governo francês negou a presença de um observador da associação para acompanhar as buscas e o resgate dos destroços, justificando que a justiça francesa não permite isso, e também negou um pedido do governo brasileiro para que um diplomata do país na França me acompanhasse na reunião”, disse Nelson.

Segundo ele, há uma forte resistência do BEA [sigla em francês do Escritório de Investigações e Análises sobre Aviação Civil] para liberar a participação de um “observador” nos resgates dos corpos e dos destroços do avião.

“Esperava uma consideração maior, afinal, Brasil e França são países amigos e de boas relações”, disse.

6 de abr de 2011

Acidente nos EUA levanta dúvidas sobre jato de luxo Gulfstream


Novo modelo G650 sofreu acidente durante teste; estima-se que, no Brasil, já tenham sido encomendados 10 aviões da marca

As ações da General Dynamics (GD), fabricante dos aviões de luxo Gulfstream, registraram forte queda nesta semana na Bolsa de Nova York depois do acidente com um dos seus jatos no último sábado. Quatro funcionários da companhia morreram em um teste com o novo modelo executivo Gulfstream G650.

A empresa não confirma a quantidade de jatos Gulfstream encomendados no Brasil, mas, no mercado, estima-se que pelo menos dez pedidos do modelo G650 foram feitos no País.

Os modelos anteriores da Gulfstream são itens de luxo que já chegaram no Brasil. O empresário Eike Batista e o cantor Roberto Carlos, por exemplo, são donos aviões da Gulfstream.

Sem escala até a Europa


A entrega do novo jato G650 está prevista para 2012. A aeronave custa US$ 58,5 milhões (R$ 94 milhões) e, hoje, é a mais cara no mundo, segundo os sites especializados nos EUA. Maior e mais potente que as versões anteriores, o G650 pode transportar até seis passageiros e quatro tripulantes.

O Gulfstream poderá percorrer sem escalas cerca de 13 mil quilômetros, o que fará dele o único jato que fará voos diretos da América para a Europa.

Após o acidente, o presidente da GD, Jay Johnson, afirmou que vai conduzir testes rigorosos antes de obter a certificação do modelo G650.


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Segundo os sites americanos, o acidente com o Gulfstream G650 levanta dúvidas sobre a divisão de jatos executivos da GD. Na segunda-feira, as ações da empresa caíram 5% na Bolsa de Nova York. Nesta quarta-feira, os papéis são negociados em leve alta, de 0,38%, cotados a US$ 74,41.

No último sábado, um jato Gulfstream G650 sofreu um acidente na decolagem durante um teste de perfomance realizado em Roswell. Dois pilotos e dois engenheiros de teste morreram.

“Estamos colaborando 100% com a investigação”, afirmou o presidente da Gulfstream Aerospace, Joe lombardo, segundo as agências de notícias internacionais.

A Gulfstream Aerospace Corporation fabrica jatos desde 1958 e já produziu 1,9 mil aeronaves para clientes de diversos países, segundo informações contidas no site da companhia. A empresa possui os modelos G150, G200, G350, G450, G500 e G550.

5 de abr de 2011

Guiado pela voz dos controladores de tráfego, piloto faz pouso "cego" nos EUA


Os pilotos de um Airbus 319 da companhia United Airlines foram obrigados a fazer um pouso de emergência “cego” no aeroporto internacional Louis Armstrong, em Nova Orleans, EUA, ontem (4). A aterrissagem ocorreu apenas 20 minutos depois do avião decolar do mesmo ponto com destino a San Francisco. Cerca de 109 passageiros estavam a bordo.

Após decolar, o avião começou a apresentar problemas no sistema e os pilotos perderam o controle de todos os instrumentos. "United 497, nós estamos alertando uma emergência", disse o piloto ao perceber os problemas da aeronave.

A partir daí, os pilotos passaram a controlar o avião guiados pela voz dos controladores de tráfego. A conversa foi gravada pelos controladores, e mostra o drama vivido pela tripulação. Um trecho foi revelado pelo jornal britânico "Daily Mail":

Piloto: "United 497, nos perdemos todos os nossos instrumentos"

Controlador: "United 497, continue a volta para a esquerda, eu vou avisar quando você deve parar"

Piloto: "Nós entramos em contato com a água"

Controlador: "Você vai conseguir, senhor"

Piloto: "Sim"

Como o aeroporto tem uma ampla área e está em obras, havia espaço suficiente para o pouso de emergência. Os passageiros sofreram apenas ferimentos leves, e uma investigação sobre o incidente foi aberta.

Os dois incidentes aconteceram depois de a companhia Southwest Airlines anunciar que pretende cancelar mais de 70 voos, ou 2% da sua frota disponível nas segundas-feiras, enquanto aeronaves mais antigas são inspecionadas.

Na sexta-feira (1º), a companhia cancelou cerca de 600 voos e tirou 79 aeronaves de operação depois que um buraco se abriu na fuselagem superior de um boeing 737-300, que decolou de Phoenix com destino a Sacramento, na Califórnia, forçando os pilotos a fazerem um pouso de emergência em uma base militar no Arizona.

4 de abr de 2011

O Paladino da desgraça

Co-piloto do Legacy da Excel Aire que abateu um Boeing 737-800 da Gol, o americano Jean Paul Paladino prestou depoimento pelo sistema de videoconferência do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Internacional do Ministério da Justiça. Uma surpresa, dado o comportamento cínico com que tanto ele, quanto o piloto Joe Lepore, sempre exibiram.

Nunca é demais lembrar da entrevista que ambos deram a um canal de tevê americano ao voltarem para casa em Long Island. Tratados como heróis, não escondiam a alegria e o alívio por terem conseguido escapar do "cárcere" a que estavam submetidos naquele estranho país ao sul do Equador onde os outros jatos teimam em voar na contramão, ao contrário deles.

Paladino repetiu no depoimento o que vem dizendo desde o acidente. Indo contra todas as evidências técnicas - e que teriam sido mais que suficientes para deixa-lo retido no Brasil enquanto durasse o processo criminal - nega terminantemente ter desligado o transponder, e religado posteriormente, assim que se percebeu que algo grave havia se passado. De acordo com a perícia feita pelo Cenipa no Legacy, o transpoder foi efetivamente desligado - o equipamento funcionava perfeitamente - um bom tempo antes de a colisão com o Boeing da Gol acontecer. Nesse período, nem Paladino, nem Lepore se deram conta de que inexistiam no controle primário do radar do Cindacta.

Não quero aqui voltar à questão das responsabilidades. A dos controladores já foi estabelecida e a desses americanos precisa ser claramente definida - apesar da pressão política do governo americano sobre a justiça brasileira na época (um belo serviço prestado à verdade pelo Wikileaks, que vazou os documentos mostrando como os dois pilotos conseguiram a liberdade).

Paladino e Lepore foram embora graças a ação covarde de diplomatas do Itamaraty preocupados com a repercussão da retenção dos passaportes dos dois pilotos pela Polícia Federal. Mas essa era necessária. Ouvi a seguinte frase de um experiente oficial da FAB, com dez anos nas costas de investigações de acidentes. "Esses caras cometeram 154 homicídios, isso é certo. Podem ter sido dolosos ou culposos, mas foram homicídios. Jamais poderiam ter obtido a autorização para viajarem por parte da Justiça". A autorização de viagem foi a segunda morte dos 154 a bordo do jato sinistrado.

O co-piloto não mencionou no seu depoimento que o Cenipa teve acesso às gravações de voz na cabine, pouco após o choque. E que, um dos primeiros diálogos mostra Lepore, mais experiente, aparentemente retornando ao seu assento e respondendo a Paladino que haviam se chocado com algo. Imediatamente, o transponder voltaria a funcionar. Se o co-piloto não o religou intencionalmente, claramente viu o colega fazer isso. Mas preferiu, claro, mentir em juízo.

Provavelmente, por não ter qualquer experiência em voar com o Legacy, Paladino em algum momento pode ter desligado o transponder sem perceber. Há quem diga que o modelo da Honeywell que acabara de ser instalado na aeronave ficava muito próximo de um descanso de pés para a tripulação, no cockpit. Inadvertidamente, o bico do sapato teria tocado em uma tecla do equipamento - e o deixado no modo stand by sem que isso fosse notado, uma função nova no modelo.

Não seria grave se, por completa e absoluta negligência, tanto Lepore quanto Paladino não estivessem se preocupando em checar se esse aparelho, tão vital para a segurança de vôo, operava corretamente o tempo todo. Bastava observar o painel. Optaram por esconder a verdade atrás do argumento de que, nos EUA, a torre é mandatória em termos de comando aos pilotos. Assim, a culpa recairia apenas sobre os dois controladores militares, já indiciados, que não tinham conhecimento de inglês suficiente para o trabalho e falharam ao demorarem para dar o alarme na situação.

O mesmo oficial da FAB riu quando comentei isso. E disse que esse foi outro erro - agravante no processo criminal - cometido pelos americanos. Aqui, a lei a ser obedecida é a brasileira, e o que vale para todos os pilotos é a obediência ao plano de voo. Este previa, corretamente, a mudança de altitude do Legacy na aerovia até o aeroporto Eduardo Gomes, em Manaus. "Eles ignoraram isso", disse o oficial que consultei.

O bom do depoimento foi ele ter acontecido. Mas, para as famílias, é mais um escárnio na memória de seus entes queridos. Porque um dos responsáveis diretos pelas mortes pode sair, tranquilamente, depois de falar, e ir embora para casa. E mais, ainda continua pilotando, já que as autoridades aeronáuticas americanas, tão ciosas da segurança do seu setor, se recusaram a suspender o brevê dos dois pilotos do Legacy.

fonte: http://www.jblog.com.br/slot.php

Corpos estão entre destroços de avião da Air France, diz ministra francesa

Corpos de passageiros do voo 447 da Air France, que caiu sobre o Atlântico há quase dois anos, após decolar do Rio de Janeiro, foram encontrados dentro de uma grande parte da fuselagem localizada no mar neste domingo (3).

A afirmação foi feita nesta segunda-feira (4) pela ministra francesa dos Transportes, Nathalie Kosciusko-Morizet. De acordo com Nathalie, os corpos no interior do avião poderiam vir a ser identificados.

- É uma parte importante do avião, cercada por destroços. É uma parte que permaneceu praticamente intacta, em uma única peça.

Segundo ela, essa descoberta "dá aos investigadores esperanças de localizar rapidamente as caixas-pretas do avião".

O voo AF 447 da Air France, que fazia o trajeto Rio-Paris, desapareceu dos radares na noite de 31 de maio de 2009 (pelo horário brasileiro) com 228 pessoas a bordo.

Somente cerca de 50 corpos foram encontrados, pouco após a catástrofe.

Quarta fase de buscas

O secretário-executivo dos Transportes, Thierry Mariani, também afirmou nesta segunda-feira, em entrevista à radio France Info, que corpos foram localizados na área da fuselagem.

- Em razão do aspecto sensível, guardamos os detalhes para as famílias das vítimas, que serão informadas com prioridade.

A descoberta da fuselagem ocorre pouco após o início da quarta fase de buscas do avião, no dia 25 de março, em uma nova área de 10 mil km2 que não havia sido vasculhada até então.

Esta quarta fase de buscas era considerada como a "operação da última chance" para encontrar as caixas-pretas do avião.


Jean-Paul Troadec, diretor do Escritório de Investigação e Análises da França (BEA, na sigla em francês), órgão responsável pelas investigações sobre as causas do acidente, disse que até agora foram identificados diferentes elementos do avião pelas fotos que foram tiradas por um dos robôs submarinos, "principalmente os motores".

- Na realidade, é a descoberta da fuselagem.

Até então, a única grande peça do avião da Air France localizada tinha sido o leme do Airbus. No domingo, o BEA havia informado que além dos motores, partes das asas também haviam sido encontradas.

Troadec afirmou ainda que como o barco americano Alucia, utilizado atualmente nas buscas, não está equipado para retirar a fuselagem do oceano, uma nova expedição será iniciada nas próximas semanas para resgatar os destroços.

Caixas-pretas

Os investigadores do BEA não têm certeza, no entanto, se as caixas-pretas, caso sejam encontradas, estarão conservadas o suficiente para que os dados técnicos gravados e as conversas dos pilotos possam ser analisadas.

O secretário-executivo dos Transportes lembrou, porém, que as caixas-pretas estão mergulhadas há quase dois anos.

- É preciso encontrá-las e que elas estejam em estado de funcionamento. É uma das incertezas da operação.

Os especialistas do BEA afirmam que é indispensável encontrar as caixas-pretas do avião para identificar as causas do acidente. Mariani também lembra a importância da descoberta para evitar novos acidentes.

- É importante para as famílias das vítimas e para a aviação civil compreender as causas desse acidente para evitar acidentes semelhantes.

Até o momento, o BEA afirma que os sensores de velocidade do avião, os chamados tubos Pitot, são um dos elementos que provocaram problemas no avião, mas não a causa do acidente.

Voo 447: França acha mais peças do avião no Oceano Atlântico

Quase dois anos depois do desaparecimento de uma aeronave da Air France durante o trajeto Rio de Janeiro – Paris, destroços do voo 447 foram localizados, ontem, por investigadores franceses. O Escritório de Investigações e Análises (BEA) francês anunciou que a descoberta reacende as esperanças de se encontrarem as caixas-pretas do avião. O acidente, que provocou a morte de 228 pessoas, segue sem ter as causas desvendadas.

O informe da BEA não diz exatamente quais partes do avião foram identificadas. “Durante as operações de busca no mar realizadas nas últimas 24 horas e dirigidas pelo Whoi (Woods Hole Oceanographic Institution), a equipe a bordo do navio Alucia localizou destroços do avião”, indicou o órgão francês. De acordo com o diretor da BEA, Jean-Paul Troadec, os destroços estão próximos, no fundo do oceano. “A notícia favorável é que os destroços estão relativamente concentrados. Devido a isso, temos esperanças de encontrar as caixas-pretas”, declarou Troadec.

Desde o desaparecimento do avião, em 2009, várias tentativas de rastreamento dos destroços foram postas à cabo pelos técnicos franceses. Em 25 de março, uma quarta fase de buscas teve início no Oceano Atlântico. Apesar de o órgão francês não ter divulgado oficialmente quais partes da aeronave foram identificadas ontem, Troadec adiantou que possivelmente foram encontrados os motores e algumas partes da fuselagem das asas. A nova fase de buscas foi iniciada em um raio de 75 quilômetros em torno da última posição conhecida do Air France 447, que, segundo a Força Aérea Brasileira, é cerca de 800 quilômetros de Natal. A área vasculhada soma 10 mil quilômetros quadrados.

Nesta etapa, estão sendo utilizados três submarinos robôs do modelo Remus. As embarcações contam com quatro metros de comprimento e pesam 800kg. Contam com sensores de detecção e chegam a 4 mil metros de profundidade. Antes da quarta etapa de buscas, apenas 3% da estrutura do Airbus da Air France e 50 corpos haviam sido resgatados. A operação foi orçada em quase R$ 21 milhões, financiados pela Airbus, fabricante do avião, e a companhia aérea Air France. Com os destroços localizados, o governo francês prepara a quinta fase de buscas para resgate dos destroços localizados no fundo do oceano.

3 de abr de 2011

Localizados destroços do avião da Air France que caiu em junho de 2009

Foram localizados os motores e parte da asa do avião da Air France, que caiu ao longo da costa brasileira no dia 1º de junho de 2009. O acidente deixou 228 mortos, entre passageiros e tripulantes. O Airbus A330 decolou do Rio de Janeiro com destino a Paris. Investigadores têm esperanças de encontrar as caixas-pretas da aeronave.

O anúnciou foi feito neste domingo (4/3) pelo Escritório de Investigações e Análises (BEA), encarregado da investigação técnica.

"Durante as operações de busca no mar realizadas nas últimas 24 horas e dirigidas pelo WHOI (Woods Hole Oceanographic Institution), a equipe a bordo do navio 'Alucia' localizou destroços do avião", indicou o BEA, encarregado da investigação técnica.

"Esses destroços foram identificados pelos investigadores do BEA como pertencentes ao avião A330-203, voo AF 447", que caiu no dia 1º de junho de 2009, acrescentou o organismo francês em um comunicado indicando que "informações complementares serão divulgadas no futuro".

Os investigadores têm "esperanças" de encontrar as caixas-pretas da aeronave, já que os destroços estão "relativamente concentrados", declarou à AFP o diretor do Escritório de Investigações e Análises (BEA).


Nova fase

O BEA iniciou no dia 25 de março uma quarta fase de buscas no mar para encontrar os destroços do voo AF 447, que desapareceu no Oceano Atlântico em 1º de junho de 2009, deixando todos os 228 passageiros e tripulantes mortos. As causas exatas da tragédia ainda não foram elucidadas.

Perguntado sobre o que já foi localizado, Troadec disse que foram encontrados "os motores e algumas partes da asa".

A nova fase de buscas foi iniciada em uma zona de 10.000 km2, ou seja, um raio de 75 quilômetros em torno da última posição conhecida do voo AF 447.